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Amiga de transexual assassinada por empresário em Lucas do Rio Verde acredita que crime foi premeditado, “Ele era obcecado, e ela sentiu que algo estava errado”

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Da Redação

 

A morte da transexual Mayla Rafaela Martins de 22 anos tem tomado grande proporções desde o a descoberta de seu corpo, desovado em uma área de fazenda no município de Lucas do Rio Verde na última segunda-feira 15.01. A vítima estava enrolada em uma lona de piscina que estava no quintal do acusado.

Mayla foi brutalmente agredida e assassinada pelo empresário Jorlan Cristiano, em seguida teve seu copo desovado na beira da estrada. O que  revoltou ainda mais  os amigos e familiares da vítima.

O crime só foi descoberto porque os funcionários da fazenda tiveram que fazer um trabalho no local onde o corpo da jovem foi encontrado.

Ao se aproximar perceberam que se tratava de um corpo enrolado num plástico e imediatamente comunicaram as autoridades.

Mayla morava em Lucas do Rio Verde, mas também tinha seus familiares na cidade de Várzea Grande.  E durante o seu velório nesta quinta-feira os amigos da jovem foram se despedir. Durante a cerimonia a lamentação era grande. Onde algumas amigas da menina chegaram dizer que ela já vinha sofrendo ameaças e acredita que o crime foi premeditado. E que existem até conversas entre Jorlan e Mayla gravadas em um App de telefone celular.

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Segundo Rebeca Lopes, Mayla Sentiu que algo estava errado e que alguma coisa iria acontecer. Tanto que ela tirou uma foto da placa do carro de Jorlan e mandou para uma amiga do trabalho. A mesma que ajudou a encontrar o corpo da garota.

Para a amiga, a garota era uma boa pessoa, amiga de todos e não merecia ser fatalmente assassinada dessa maneira.  Rebeca era amiga de Mayla a cerca de oito anos. E repetidas vezes comentou que Jorlan premeditou o crime.

“ Ele estava tendo encontro com ela desde o início de dezembro. Desde quando a mulher dele viajou. Ele a levava para a casa dele, e mantinham encontro semanal.”. Destacou Rebeca.

Aos policiais, Jorlan comentou que esfaqueou a vítima após uma discussão onde ambos se agrediriam, por conta de uma extorsão que ele vinha sofrendo por parte de Mayla.

Jorlan é casado e tem uma filha. A sua esposa lamentou nas redes sociais o assassinato da garota. O caso segue sendo investigado pela polícia.

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Polícia Civil prende professor de música e ex-companheira por estupro de vulnéravel e armazenamento de pornografia infantil

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Um professor de música e sua ex-companheira envolvidos em crimes graves de estupro de vulnerável e produção/registro de pornografia infantil, utilizando os próprios filhos da suspeita, foram presos em trabalho conjunto da Polícia Civil e da Polícia Militar, realizado na última semana, no município de Campo Verde.

O suspeito, de 38 anos, foi preso em flagrante na última quarta-feira (15.4), após ser flagrada na companhia de uma menor de 14 anos, que estava desaparecida no município de Jaciara. Já sua ex-companheira, de 32 anos, teve o mandado de prisão preventiva cumprido na sexta-feira (17), por envolvimento nos atos praticados contra os próprios filhos.

Com a prisão do suspeito outras vítimas possam aparecer, uma vez que o professor trabalhou em instituições no município de Jaciara e Nova Brasilândia.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Campo Verde, iniciaram após a Polícia Civil ser acionada pela Polícia Militar, sobre uma mulher que estaria supostamente sendo ameaçada por uma facção criminosa atuante em Campo Verde a praticar atos sexuais com seus próprios filhos, um menino de 11 anos e uma menina de 9 anos.

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Segundo as informações, as ameaças também a obrigavam permitir que seu ex-companheiro praticasse atos sexuais com sua filha e registrasse os abusos em vídeo.

Com base nas informações passadas e elementos reunidos, foi levantada a hipótese que o autor das mensagens seria o professor de música, ex-companheiro da mãe das crianças.

Prisões

Diante das evidências, a equipe da Polícia Militar iniciou as buscas, conseguindo localizar o suspeito que se encontrava em companhia de uma ex-aluna, menor de idade, sendo revelado que o investigado mantinha um relacionamento com a adolescente desde que ela tinha 13 anos. A menor era considerada desaparecida, desde de dezembro de 2025, quando o professor de música se retirou de Jaciara com sua aluna, sem a permissão de seus familiares.

Com o avanço das investigações, foi confirmado que era ele quem enviava as imagens para a ex-companheira exigindo a confecção do material de pornografia infantil e outras condutas envolvendo a investigada e as crianças.

Com base nas investigações, foi representado pela prisão preventiva da investigada, pelos crimes de estupro de vulnerável e produção/registro de pornografia infantil, cometido contra seus próprios filhos. O mandado foi deferido pela Justiça e cumprido, na tarde de sexta-feira (17), pela equipe de investigadores da Delegacia de Campo Verde.

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Segundo o delegado responsável pelas investigações, Gabriel Conrado, na residência do professor, foram apreendidos medicamentos para disfunção erétil, entre outros, três aparelhos celulares e dois computadores que foram encaminhados à Perícia Técnica, que poderão auxiliar o avanço das investigações.

“A Polícia Civil segue com as investigações e trabalha com a linha de investigação de que o suspeito possa estare inserido em uma organização criminosa voltada para a prática de crimes sexuais de crianças/adolescentes, bem como com a comercialização/distribuição dos materiais pornográficos envolvendo menores de idade”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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