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Max Russi e ministro do STJ abordam judicialização da saúde durante palestra

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Da Redação

_Antônio Saldanha também foi homenageado com um título de cidadão mato-grossense, proposto pelo deputado_

A judicialização da saúde foi umas das principais pautas da palestra ministrada pelo ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Antônio Saldanha Palheiro, nesta segunda-feira (13), na Assembleia Legislativa.

O encontro foi proposto pelo primeiro-secretário do Legislativo, deputado Max Russi (PSB).

A partir do tema `”Saúde no Brasil: Aspectos Jurídicos da Judicialização, fraude e inteligência artificial”, o ministro do STJ considera que judicializar é algo que foge do controle de qualquer orçamento.

“Qualquer previsão orçamentária se baseia em dados específicos. A judicialização, ela é imprevisível. Você vai desde um medicamento mais simples até os medicamentos de alto custo. É um problema grave, que a gente tem que enfrentar”, esclarece.

Para o deputado Max, o ideal é não ter demandas judicializadas, por muitas vezes atingindo aos cidadãos que mais precisam. Ele citou o caso do mutirão de cirurgias em Rondonópolis, realizados pela Santa Casa mediante um convênio Consórcio Regional de Saúde sul de Mato Grosso (Coress/MT) e sofreu pedido de interrupção do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT), por motivos de dívidas do complexo hospitalar. “Penso que o ideal é não haver judicialização. A ausência do Estado gera mais custos, toma mais tempo, torna os procedimentos mais onerosos” avalia o deputado.

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O uso da inteligência artificial também foi repercutido durante a palestra. Para o deputado Max, a IA precisa sim ser utilizada, mas para medidas que resultem no bem-estar.
“Deve ser usada para tornar nossa vida mais fácil e produtiva, para sobrar mais tempo para fazer as boas coisas da vida, como: ficar com a família, lazer, praticar a religiosidade de cada um, praticar exercícios físicos. Vivemos em uma era com muitos problemas psicológicos, depressão atingindo números alarmantes e essa pressão por produzir mais e mais não deve ser o nosso objetivo. A IA deve nos ajudar nesse sentido”, considera.

Pouco antes do início dos trabalhos, o ministro foi agraciado com o título de cidadão mato-grossense. “Grato ao deputado, pela homenagem belíssima que recebi com esse título”, agradeceu.

Além de escolas estaduais, universitários, policias militares, operadores da saúde de direito, também estiveram presentes a vice-presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Erotides Kneip, o deputado federal Coronel Assis, o procurador-geral de Justiça em Mato Grosso, Deosdete Cruz Junior, a Defensora Pública Geral de Mato Grosso, Maria Luziane Ribeiro de Castro, a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB_MT), Gisela Cardos, dentre outras autoridades.

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Ritela fortalece diálogo com lideranças evangélicas no Baixo Araguaia

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por Redação

A presença do pré-candidato a deputado federal Marcos Ritela (Podemos) no maior congresso de missões do Baixo Araguaia, em Confresa, entre os dias 15 e 19 de abril, reforça um movimento cada vez mais visível no cenário regional: a convergência entre fé e política como estratégia de aproximação com comunidades do interior de Mato Grosso.

O evento, promovido pela Assembleia de Deus Ministério e organizado pelo pastor José Antônio, reúne pastores, missionários e fiéis de diversas cidades em uma programação marcada por cultos, pregações e ações voltadas à evangelização. Mais do que um encontro religioso, o congresso também se consolida como espaço de articulação social e de fortalecimento de lideranças com influência direta nas comunidades locais.

A participação de Ritela ocorre em meio a esse ambiente de forte mobilização espiritual, onde pautas ligadas à fé, à família e ao trabalho missionário ganham protagonismo. A presença do pré-candidato ao lado de lideranças evangélicas da região evidencia uma estratégia de inserção junto a um segmento que possui capilaridade e relevância no interior do estado, especialmente em regiões como o Baixo Araguaia.

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Durante a programação, líderes religiosos destacaram a importância da expansão do evangelho e da união entre igrejas como ferramenta de transformação social. O discurso reforça o papel das instituições religiosas não apenas na dimensão espiritual, mas também como agentes ativos em ações comunitárias, assistência social e formação de valores.

Nesse contexto, a aproximação entre representantes políticos e lideranças religiosas passa a ser vista como um reflexo de demandas locais, onde a fé exerce influência direta na organização social e no comportamento eleitoral. O congresso, além de fortalecer a presença das Assembleias de Deus na região, também evidencia como esses espaços se tornam pontos estratégicos de diálogo entre religião e política, especialmente em períodos que antecedem o processo eleitoral.

A movimentação de Ritela em Confresa sinaliza, portanto, não apenas uma agenda religiosa, mas também um posicionamento dentro de um cenário onde a fé e a política caminham lado a lado na construção de bases e no fortalecimento de vínculos com o eleitorado do interior mato-grossense.

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