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Alunos protestam pelas ruas de Cuiabá para a população não deixar fechar a escola Nilo Póvoas

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JB NEws

Alunos da escola Nilo Póvoas estão pelas ruas  clamando pelo não fechamento da escola.

As ruas da Cuiabá estão tomadas por alunos da Escola Estadual Nilo Pòvoas nesta quinta feira 9, apavorados com a possibilidade do fechamento de uma das mais antigas escolas na capital.

Localizada no bairro Bandeirante, em Cuiabá, a EE Nilo Póvoas foi construída há 49 anos, e mal começou o ano letivo de 2020 professores e alunos foram para as ruas protestar contra o fechamento da escola distribuindo panfletos no semáforo.

Segundo informações do grupo de alunos estão pedindo ajuda da população para não deixar fechar a escola.

“Nós estudantes queremos apenas estudar, tendo em vista que nossos pais e responsáveis são cidadãos de bem e pagam os impostos regularmente em dias, queremos nossa escola de portas abertas e funcionando”. Diz uma aluna indignada e chorando.

Até o momento ainda não se sabe o motivo do fechamento da escola, este ano de 2020 a escola completa 50 anos de funcionamento.

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O JB News não conseguiu falar e nem teve resposta da  Secretaria Estadual de Educação  sobre a possibilidade do fechamento da escola.

Atualizada as 12:54.

No final da manhã desta quinta-feira o governo do estado emitiu uma nota respeito do fechamento da unidade.

Veja :

 

A Secretaria de Estado de Educação informa que está fazendo processo de reordenamento da rede estadual, visando otimizar os recursos financeiros, potencializar os espaços, melhorar a estrutura física das unidades e a demanda do atendimento aos alunos.

O prédio da Nilo Póvoas possui 12 salas de aula e capacidade para atender cerca de mil alunos, no entanto, atualmente, atende cerca de 130 alunos em tempo integral. Diante disso, a Seduc decidiu pelo remanejamento dos alunos da Escola Nilo Póvoas para a Escola Estadual Antônio Epaminondas, localizada no bairro lixeira, em Cuiabá, que também oferta o ensino médio em tempo integral.

A Escola Estadual Antônio Epaminondas tem oito salas de aula e atende em média 200 alunos e o prédio tem capacidade para atender cerca de 700 alunos nos três turnos.

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A partir de 2020, as vagas de matrículas serão disponibilizadas na EE Antônio Epaminondas, que vai ofertar o ensino fundamental nos anos finais (7º ao 9º ano) e ensino médio em tempo integral.

A Seduc ressalta que boa parte dos alunos atendidos na escola Nilo Póvoas são oriundos de outros bairros e não somente do bairro Bandeirantes onde a unidade escolar está localizada.

Os professores efetivos e profissionais efetivos da Escola Nilo Póvoas também serão absorvidos pela escola Antônio Epaminondas.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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