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Alexandre Silveira destaca protagonismo dos municípios na Marcha dos Prefeitos

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participou nesta segunda-feira (20/5) da XXVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, em Brasília, ao lado do presidente Lula e outros ministros. O evento, promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), reúne milhares de prefeitas e prefeitos de todo o país para discutir o fortalecimento da gestão local e a ampliação do pacto federativo.

Durante a abertura, o presidente Lula ressaltou a importância dos municípios na construção de um país mais justo e equilibrado. “É nos municípios que a vida acontece. Se queremos mudar o Brasil, é ouvindo os prefeitos e prefeitas que começamos”, afirmou o presidente.

Após o evento, Alexandre Silveira reforçou a relevância da municipalidade como elo fundamental entre o cidadão e o Estado, e destacou a necessidade de os entes federativos se manterem conectados com as realidades locais.

“Nenhum presidente da República, governador ou congressista terá sucesso real em suas empreitadas se não ouvir atentamente as vozes dos prefeitos e prefeitas do Brasil. São eles que conhecem de perto as necessidades da população e transformam em realidade as políticas públicas que nós, em Brasília, muitas vezes apenas desenhamos no papel”, afirmou Silveira.

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Com mais de 5.500 municípios oficialmente registrados no Brasil, Silveira destacou que essa capilaridade territorial é estratégica para a implementação de políticas públicas nas áreas de energia elétrica, gás, mineração e transição energética. O ministro mencionou programas como o Luz para Todos, a expansão da infraestrutura de gás canalizado, o fortalecimento da segurança no abastecimento de combustíveis e o incentivo à mineração sustentável e com responsabilidade social.

“Temos atuado com firmeza para levar energia de qualidade a todos os cantos do Brasil, seja por meio da eletrificação de áreas remotas, da ampliação do acesso ao gás de cozinha, da interiorização dos combustíveis ou do apoio à mineração legal. Cada política do MME tem sido pensada para atender às demandas reais dos municípios, garantindo dignidade energética às famílias brasileiras e oportunidades de desenvolvimento para cada região”, concluiu o ministro.

Silveira também ressaltou que o protagonismo dos municípios será decisivo para o sucesso da transição energética brasileira, com o estímulo a fontes renováveis, eficiência energética local e geração distribuída como motores de um desenvolvimento mais justo, limpo e inclusivo.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Prazo de consulta pública sobre o Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial é prorrogado até 4 de maio

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Brasília, 22/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), prorrogou até 4 de maio o prazo para contribuições à consulta pública do Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial para o Usuário Brasileiro. A decisão foi formalizada pelo Edital nº 3/2026, assinado pelo secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes, e publicado no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (17).

Lançada em 20 de março, a consulta tinha prazo original de encerramento em 19 de abril. A prorrogação amplia a janela de participação e garante que cidadãos, especialistas, servidores públicos, pesquisadores e organizações da sociedade civil possam contribuir para o aperfeiçoamento do documento. As sugestões, devidamente fundamentadas, devem ser encaminhadas pela Plataforma Brasil Participativo, no portal Brasil Participativo, no campo específico relativo à consulta. Ao encerrar o prazo, a Sedigi realizará a consolidação e análise das contribuições, que poderão ser incorporadas à versão final do guia.

“A consulta pública tem registrado ampla adesão, com contribuições qualificadas de diversos atores públicos e privados. Diante de solicitações de prorrogação e do elevado nível técnico dos debates, considerou-se oportuno ampliar o prazo, a fim de fortalecer a participação e aprofundar ainda mais a qualidade das contribuições”, afirma o diretor de Promoção de Direitos Digitais da Sedigi, Victor Durigan.

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Elaborado em parceria com o Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina da Universidade de São Paulo (CIAAM/USP) e com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a versão atual do Guia do Usuário Brasileiro de Inteligência Artificial – Definições, Direitos e Governança de IA no Brasil, com 75 páginas, serve de base para que os interessados respondam ao questionário e apresentem suas contribuições.

Com escrita em linguagem simples e acessível, o guia orienta a população sobre o funcionamento da inteligência artificial, seus usos, limitações, riscos e os direitos e deveres dos cidadãos na interação com essas tecnologias.

O documento está organizado em três partes:

A Parte I apresenta uma visão geral em formato de perguntas e respostas — o que é IA, como ela é criada, o que são alucinações, como a tecnologia impacta o cotidiano e quais são os direitos e deveres de usuários e desenvolvedores.

A Parte II aprofunda os conceitos: algoritmos, aprendizado de máquina, big data, ciclo de vida da IA e seu potencial prático no Brasil, além de tratar de limites e desafios como vieses e discriminação, opacidade, deepfakes, desinformação, privacidade e os impactos específicos sobre crianças, adolescentes e saúde mental.

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A Parte III aborda direitos e governança, reunindo temas como transparência e explicabilidade, contestação e revisão de decisões automatizadas, proteção de dados, direitos do consumidor, equidade, sustentabilidade e responsabilização. O guia ainda conta com glossário e referências bibliográficas.

A iniciativa integra a Ação 50 do Eixo 5 do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), principal instrumento da política federal para o desenvolvimento e uso responsável da tecnologia, com previsão de investimentos superiores a R$ 20 bilhões entre 2024 e 2028.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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