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Enfermeiros empreendem na pandemia e driblam a crise

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Em pouco mais de um ano, tão castigado por perdas econômicas provocadas pela pandemia da covid-19, seria natural não esperar balanço positivo na estrutura de uma empresa.

Mas, contrariando a expectativa, houve uma parte da classe empreendedora que enxergou oportunidade no período e resolveu inovar com determinação e criatividade.

É, o caso do casal de enfermeiros Hérika Caroline Trindade Gonçalves Leal e Jefferson Araújo Leal que no momento crucial da pandemia ampliou os serviços oferecidos pela Nutrienfe.

A empresa que foi fundada há 10 anos por Jefferson ainda quando solteiro oferecia serviços de enfermagem domiciliar, cuidador de idosos, fisioterapia e ainda indicação de nutrição e psicologia caso necessário. Poucos anos depois, Jefferson conheceu Hérika na igreja e depois descobriram em um curso que os dois eram enfermeiros e depois disso a relação entre os dois iniciou até firmar o casamento em abril de 2015. Atualmente eles têm dois filhos para manter, além da casa e funcionários. Por isso, houve necessidade de se reinventar e não perder espaço no mercado de trabalho.

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Na pandemia, com a situação apertada para todos os lados e altos índices de desemprego, os empresários tiveram uma excelente ideia e passaram a vender os principais produtos da biossegurança que o Ministério da Saúde recomenda e estava em falta no mercado.

Dentre eles, a máscara, luva, álcool em gel. Por último, a marca passou a ser ainda conhecida e começou a vender respirador e monitor.
“Nos tornamos referência nos produtos em um momento que havia falta no mercado e nós estávamos conseguindo atender toda a demanda. E, além disso mantivemos todos os nossos atendimentos com qualidade e boa segurança para nossos pacientes”, disse Hérika.

A Nutrienfe nasceu quando Jefferson cursava o quinto semestre da faculdade de Enfermagem e se identificou com o público idoso e passou a oferecer serviços especializados na companhia de outros amigos.

Os tratamentos e atendimentos são de acordo com necessidade de cada paciente e individualidade.

“O paciente não tem vínculo empregatício com o cuidador e quem vai atendê-lo. Somente a empresa que faz o contrato com a família. O serviço é contratado e disponibilizado por 24h caso seja recomendado”, falou.

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Normalmente, pacientes com Alzheimer, debilitados, idosos, doenças secundárias e fraturas são as mais procuradas, além de babás.

“O público é amplo e nós procuramos atender da melhor maneira possível dentro de nossas especialidades”, falou.

Quem tiver interesse em contratar os serviços batas entrar em contato pelo link https://www.instagram.com/nutrienfe/ ou pelo telefone (65) 99252-7249.

Prefeituras do interior que também tiver necessidade de contratar essas especialidades, a Nutrienfe também está apta para participar de Licitações.

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“Fim do Fethab 2 reflete nos investimentos de infraestrutura, logística estabilidade econômica em MT” diz Max Russi ao citar momentos de contribuição e dificuldades do Agro, VEJA O VÍDEO

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por Nayara Cristina

A decisão de encerrar a cobrança do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (FETHAB 2) a partir do próximo ano marca uma inflexão importante na política econômica de Mato Grosso e sinaliza um novo momento de maturidade fiscal e estrutural do estado. O tema ganhou força após articulações conduzidas pelo vice-governador Otaviano Pivetta junto à classe empresarial do agronegócio, em uma série de reuniões e diálogos diretos com lideranças do setor produtivo.

Nos bastidores, a sinalização de Pivetta foi clara: o Estado não pretende mais sustentar a infraestrutura com base em contribuições extraordinárias. A fala, segundo relatos de participantes dessas discussões, ocorreu em tom de segurança fiscal e confiança na capacidade atual de investimento do governo, indicando que Mato Grosso já atingiu um nível de organização que permite abrir mão do adicional do fundo sem comprometer obras e serviços.

Criado como mecanismo emergencial para financiar obras estruturantes, o adicional do FETHAB incidiu principalmente sobre a produção agropecuária e, ao longo dos últimos anos, movimentou cifras bilionárias. Embora os valores variem conforme a produção e o mercado, estimativas baseadas na arrecadação recente indicam que o fundo — especialmente em sua modalidade adicional — representa algo entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão por ano.

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Com o fim da cobrança, a renúncia fiscal projetada é significativa. Em um horizonte de três a quatro anos, o Estado pode deixar de arrecadar entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões, considerando um cenário conservador. Ainda assim, a avaliação interna do governo é de que o impacto é absorvível diante do equilíbrio das contas públicas e do avanço já consolidado na infraestrutura estadual.

A recepção por parte do setor produtivo foi, majoritariamente, positiva. Produtores e representantes do agronegócio interpretaram o posicionamento como um gesto de reconhecimento ao momento econômico enfrentado pelo campo, marcado por custos elevados, crédito mais restrito e margens pressionadas. Ao mesmo tempo, a medida foi vista como um reforço na previsibilidade e na segurança jurídica — fatores considerados estratégicos para novos investimentos.

Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, o encerramento do FETHAB 2 reflete exatamente esse novo estágio vivido pelo estado. Segundo ele, não há perspectiva de que o tema avance no Legislativo sem uma iniciativa formal do Executivo.

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“O projeto não deve sequer chegar à Assembleia para prorrogação. Esse debate só existiria se houvesse interesse do governo, e isso teria que acontecer ainda este ano”, afirmou.

Max Russi também destacou que a retirada do fundo dialoga com o atual cenário do setor agropecuário e com os avanços já alcançados na infraestrutura. Para o parlamentar, Mato Grosso conseguiu transformar os recursos arrecadados em obras concretas, como pavimentação de rodovias e estruturação de corredores logísticos, criando uma base sólida para sustentar o crescimento sem a necessidade de manter cobranças adicionais.

O fim do FETHAB 2, nesse contexto, consolida uma mudança de modelo: de um estado que dependia de fundos extraordinários para acelerar investimentos para outro que passa a operar com planejamento de longo prazo, equilíbrio fiscal e maior capacidade de atração de capital privado. O desafio, a partir de agora, será manter o ritmo de expansão da infraestrutura diante da renúncia bilionária, sem comprometer a competitividade que colocou Mato Grosso como protagonista do agronegócio nacional.

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