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Mais um trecho da duplicação da BR-163/364 será liberado

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São 2,6 km de pista, incluindo duas pontes sobre o rio São Lourenço

A duplicação da BR-163/364 ganha, nesta segunda-feira (07.12), mais um trecho liberado para o tráfego na região de São Pedro da Cipa (180 km de Cuiabá). São 2,6 m de pista duplicada, incluindo duas pontes sobre o rio São Lourenço. Com isso, as obras de duplicação caminham para a conclusão, chegando a 85% do trajeto de 210 km entre Cuiabá e Rondonópolis.

Para 2021, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit-MT), prevê o início das obras do contorno de Jaciara e a conclusão das obras no Distrito Industrial de Cuiabá, onde estão sendo construídos três viadutos e pistas de acesso a vários bairros da capital.

O senador Welligton fagundes comemorou a liberação da rodovia, “Estamos falando de uma das mais importantes obras de infraestrutura de transportes do país”, avalia o senador Wellington Fagundes (PL-MT), presidente da Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi).

Ele conta que, neste ano, o Dnit já entregou o contorno de Juscimeira, num total de 7 km.

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Os contornos de São Pedro da Cipa e o de Juscimeira fazem parte do lote 1 da obra de duplicação da BR-163/364. Por dia, trafegam pela região aproximadamente 15 mil veículos de cargas, conforme dados da concessionária da rodovia.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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