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Prefeita Lucimar e Jayme Campos estão em isolamento domiciliar após contato com infectado pelo Coronavírus

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A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos e seu marido senador Jayme Campos, ambos do Democratas, estão em isolamento por recomendação médica.
As informações são de que a prefeita de VG teve contato com uma pessoa muito próxima a ela que testou positivo para o Novo Coronavírus (COVID-19).
A prefeita que tinha uma reunião agendada nesta manhã de segunda-feira 22, para tratar sobre a possibilidade da aplicação do Lockdown nas duas cidades com o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro ((MDB), que está acontecendo na sede da prefeitura de Várzea Grande, mas Lucimar e Jayme estão participando por videoconferência de sua residência. Na reunião está também o secretário chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho e o secretário de Saúde Estadual Gilberto Figueiredo.

A reunião está sendo conduzida pelo secretário de Educação do município de Várzea Grande, Silvio Fidélis.
Conforme o protocolo médico, Lucimar Campos e Jayme Campos farão teste daqui cinco dias para saber se contraíram ou não o novo Coronavírus. Durante este período estarão em isolamento domiciliar.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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