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Campanha Natal Sem Fome em Cuiabá abre doações com novo formato

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A ação tem por objetivo reunir cestas básicas que serão destinadas às famílias em vulnerabilidade social

RUAN CUNHA

Luiz Alves

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A campanha de fim de ano Natal Sem Fome, promovida e idealizada pela primeira-dama Márcia pinheiro em conjunto com a Prefeitura de Cuiabá, abre as doações, a partir desta quarta-feira (04). Podem participar da ação toda a população, grupos empresariais e sociedade civil em geral interessada em promover doações de cesta básica de alimentos a famílias em vulnerabilidade social.

A novidade para o terceiro ano é a nova formatação, que passa a utilizar o Fundo Social Solidário, instituído pela Prefeitura de Cuiabá em junho deste ano. A ferramenta é voltada a financiar programas e atividades inerentes de grande relevância da área social, como tange a característica do Natal Sem Fome.

As cestas adquiridas com o fundo serão especialmente para atender a demanda da Casa de Conselho, o qual aponta a quantidade ‘x’ de famílias em vulnerabilidade social, as mesmas presentes nas mais de 120 instituições sociais ligadas aos oito conselho conselhos pertinentes à Secretaria Municipal de Assistência Social e Desenvolvimento Humano.

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“A campanha passa a entrar em outra fase, o momento de Cuiabá é outro com a geração de emprego, o crescimento de oportunidades. Estamos entre as 10 capitais que mais geram empregos formais. O índice de desemprego reduziu do primeiro trimestre pra cá e, portanto, estamos focados em promover condições para que as pessoas possam a adquirir seu próprio alimento e deixar a dependência do poder público”, frisou a primeira-dama Márcia Pinheiro.

Entretanto, as doações continuam sendo o principal meio de arrecadação da campanha, tendo o For Atacadista (Unidade Av. Da FEB) como o parceiro principal nas vendas de cestas básicas. O valor da cesta para esta edição é de R$ 53,29 e contém os mesmo 17 itens alimentícios, incluindo o panetone. Além disso, a distribuição para o estoque da campanha é feito automaticamente pelo parceiro.

Nesta edição, o doador pode, ainda, adquirir qualquer cesta básica de alimento em uma unidade comercial de sua preferência. Todavia, o direcionamento das cestas deve ser feito à pasta de Assistência Social situada na Av. Das Torres, número 743, bairro Renascer.

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“Pedimos novamente o apoio do cuiabano que têm feito o sucesso da campanha nos anos anteriores e não faltará ao nosso pedido para ajudar aquelas pessoas que tanto precisam. Temos casos de pessoas em extrema necessidade, muitas crianças que nunca viram um panetone em toda sua vida e com o Natal Sem Fome pode usufruir de uma boa ceia nesses dias de festividades”, salientou.

A arrecadação vai até o dia 18 de dezembro, quando o Núcleo de Apoio à Primeira-dama transfere a posse do montante arrecada que é imediatamente entregue aos oito conselhos municipais que destinam às famílias em vulnerabilidade social cadastradas nas entidades socais.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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