Tecnologia
WhatsApp deixa de funcionar em alguns celulares antigos a partir deste domingo
A partir deste mês, WhatsApp deixa de funcionar em alguns celulares antigos
Versões ultrapassadas do Android e iOS não são mais compatíveis com nova atualização do aplicativo.
Alerta! Desde do último dia 1º, alguns celulares deixaram de aceitar a mais recente atualização do aplicativo de mensagens instantâneas, Whatsapp, tornando-o inutilizável. Isso porque smartphones com versões mais antigas dos softwares Android e iOS passaram a ser incompatíveis com o novo sistema.
Segundo informações do Whatsapp, usuários de aparelhos com Android que tiveram os serviços interrompidos, precisarão atualizar a plataforma para uma versão superior a 2.3.7.Quem utiliza dispositivos Apple, no caso do iPhone, o sistema operacional mínimo exigido para o funcionamento é o iOS 8 ou acima.
Justificativa
Em reportagem divulgada pela BBC, a companhia disse que a decisão de certa forma foi difícil, mas acima de tudo, necessária. Para que novos recursos fossem adicionados à plataforma, versões antigas de sistemas operacionais precisariam ficar de fora para melhor adequação das novidades.
Como divulgado pela BBC, usuários do iPhone 4S, lançado em 2011, por exemplo, serão um dos grupos impactados pela atualização. Para esse modelo, utiliza-se ainda o iOS 7, sistema que há muito tempo não conta com updates da poderosa Apple.
Golpe de Whatsapp utiliza Bolsa Família com isca
Recentemente, um novo golpe tem sido aplicado aos usuários do Whatsapp. Foi o que identificou o dfnr lab, da empresa de segurança digital PSafe, ao identificar a propagação de mensagens no aplicativo que promete a oferta de material escolar a R$ 350 para quem é beneficiário do Programa Bolsa Família.
Com mais de 1 milhão de compartilhamentos e acessos dentro de 15 dias, a notícia não passa de fake news. O golpe funciona da seguinte forma: ao receber a mensagem, o usuário é induzido a responder três perguntas sobre a participação no programa. O próximo passo consiste no compartilhamento do recado com os contatos da vítima no aplicativo.
O método serve como ponte de acesso entre golpistas e usuários, que passam a receber links falsos provindos dos ideais criminosos para acesso a senhas, dados e informações pessoais. Para esses casos, recomenda-se cuidado ao receber mensagens desse tipo, desconfiando sempre de ofertas “milagrosas” e de caráter duvidoso.
Leia ainda: Em 2020, WhatsApp deixará de funcionar em alguns celulares; Veja se o seu está na lista!
Tecnologia
Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade
Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.
Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.
Projetos selecionados
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Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;
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Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc);
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Organização Baniwa e Koripako — Nadzoeri. Parceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);
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Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;
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Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara;
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Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.
Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.
Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.
O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.
Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades.
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