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270 toneladas de lixo foram retiradas da BR-163 entre janeiro e setembro de 2019

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Todo o material coletado é encaminhado para soluções ambientalmente corretas. A prática adotada pela empresa tem o intuito de diminuir os impactos ambientais

Cerca de 270 toneladas de resíduos foram retiradas da BR-163 entre janeiro e setembro de 2019. Foram, aproximadamente, 1 tonelada por dia. A quantidade equivale a cinco caminhões de sete eixos (bitrem ou treminhão) completamente carregados. O veículo suporta uma carga de até 57 toneladas. É importante ressaltar que todo o material recolhido pela Rota do Oeste recebe destinação ambientalmente adequada. São enviados para reciclagem, coprocessamento ou para aterros sanitários, conforme prevê a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Todo esse trabalho de recolhimento nos 850,9 quilômetros que fazem parte da concessão, é importante para manter a segurança dos usuários que trafegam no trecho. A medida impede que o lixo localizado na rodovia atinja algum veículo e provoque acidente. No entanto, a Concessionária entende que não basta apenas recolher, deve-se descartá-lo da maneira correta, não poluindo o meio ambiente.

Destinação correta

Os pneus que não possuem mais utilidade, os resíduos contaminados ou de saúde são destinados ao coprocessamento. Eles ocupariam um pouco mais de dois dos caminhões, pois foram recolhidas 133 toneladas só desses materiais, quase 500kg por dia. O coprocessamento consiste na trituração deste resíduo, para que ele seja usado como combustível, “dizemos que ele deixa de existir, porque enviamos para a empresa que realiza a queima desse material para a produção de combustível, logo não há mais resíduo pneumático após essa destinação e não impacta mais o meio ambiente”, explica a analista de Meio Ambiente da Rota do Oeste, Marina Lima da Silva.

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Completando o terceiro caminhão, estariam os resíduos que foram enviados para reciclagem. A Concessionária tem parceiros em Rondonópolis, Várzea Grande, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Sorriso, para destinar os resíduos recicláveis e, para triagem, e foram doadas 21 toneladas, são quase 78kg por dia. As empresas que recebem esta doação, possuem licença de operação, isso quer dizer que garantem a destinação correta.

Os materiais não-recicláveis, que não podem, nem ser coprocessados, nem reciclados (resíduos gerados nas instalações operacionais, como restos de alimentos, embalagens de comida etc.), também recebem soluções ambientalmente corretas. Eles são destinados para aterros sanitários. Em 2019 foram enviadas 114 toneladas para este local, quantidade que equivale a dois caminhões cheios. Foram recolhidos quase 423kg por dia.

“A geração de resíduos é a grande problemática mundial, não há outro planeta para suportar os resíduos hoje gerados, então a destinação ambientalmente correta é a melhor solução. Esperamos que nossas atitudes sensibilizem as pessoas e seja incentivo para mudanças de hábitos”, diz Marina. A Concessionária acredita que as ações ajudam a mitigar os impactos ambientais e a conscientizar o usuário que trafega na rodovia. Cuidar da rodovia vai além das obras no asfalto. A Rota do Oeste se compromete também com a sustentabilidade e com a manutenção do meio ambiente, para que os impactos sejam os menores possíveis.

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Registro de 99 espécies entre Cerrado e Pantanal ajuda cientistas a analisarem futuro dos biomas

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JB News

O mapeamento de espécies tem papel fundamental para orientar ações de conservação e preservação da fauna. Para acompanhar os impactos das mudanças climáticas e os efeitos causados pelo homem, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) e da Universidade Federal de Mato Grosso registraram 99 espécies do Cerrado e do Pantanal, entre elas, 36 espécies de anfíbios. A pesquisa foi feita no Parque Sesc Serra Azul, em Mato Grosso (MT), no decorrer de 11 meses.

Leia o estudo sobre a diversidade de anfíbios e répteis do Parque Sesc Serra Azul (inglês)

Para o biólogo e pesquisador do INPP Leonardo Moreira, a partir desse estudo será possível criar uma linha base para identificar mudanças a longo prazo, como a diminuição ou o desaparecimento de espécies mais sensíveis ou a expansão de outras em ambientes mais alterados. O especialista, que é um dos autores do levantamento, destaca que muitas dessas alterações não acontecem isoladamente. “É necessário um conjunto de fatores, como clima, expansão agrícola e mineração para que isso ocorra”, pontua.

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Segundo Moreira, a transformação das áreas naturais afeta o regime hídrico. O excesso de água na estação das chuvas no Cerrado abastece a planície pantaneira. Porém, o uso indevido das áreas úmidas, como o abastecimento, a irrigação e a indústria, interfere no armazenamento de água no Pantanal. Isso impacta diretamente nas áreas fundamentais para a reprodução de anfíbios.

O estudo contou com a participação de colaboradores locais do parque. Os pesquisadores passaram instruções sobre como fotografar e registrar os animais e as informações que eles precisavam enviar com os registros. Quinze voluntários participaram e ajudaram a registrar 38 espécies de répteis.

A participação das pessoas que vivem ou trabalham na região pode fazer uma diferença enorme para a ciência. O grupo de pesquisadores registrou 36 espécies de anfíbios (entre sapos, rãs e pererecas) e 63 répteis (incluindo cobras, lagartos, jabutis, cágados e jacarés). Desse total, 11 não teriam sido encontrados pela equipe de pesquisadores sem a participação da população.

O crescimento de infraestruturas, como estradas e áreas urbanas, tem uma série de efeitos negativos sobre a fauna, juntando-se aos desafios impostos pela mudança do clima em andamento. Algumas espécies tendem a ser mais dependentes de condições específicas e assim acabam sendo mais vulneráveis a mudanças no ambiente. Entender como esses animais estão lidando com o efeito dos conjuntos de tanta transformação é essencial para uma melhor ação de preservação.

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As informações Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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