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MME assina protocolo de intenções com a Global Energy Alliance

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O Ministério de Minas e Energia (MME) assinou neste sábado (15/11) um protocolo de intenções com a Global Energy Alliance for People and Planet (GEAPP). A parceria terá prazo de cinco anos e visa ampliar o fornecimento de energia renovável, empregos e oportunidades econômicas às comunidades remotas da Amazônia. A assinatura ocorreu durante a COP30, em Belém (PA).

O ministro Alexandre Silveira destacou que essa parceria reforça o compromisso nacional de levar energia renovável e universal a todas as famílias brasileiras. “O Brasil está mostrando que é possível combinar inclusão energética, responsabilidade climática e oportunidade econômica. O protocolo de intenções assinado com a Global Energy Alliance é mais um passo para transformar a ambição climática em ação concreta”, afirmou Silveira.

O protocolo apoiará os esforços do MME para eliminar a pobreza energética na Amazônia, onde quase um milhão de brasileiros ainda vivem sem acesso à eletricidade e 2 milhões não conectados à rede nacional de energia. A parceria reforça o compromisso do Brasil de reduzir a dependência de combustíveis fósseis, fomentar o desenvolvimento econômico local e promover equidade social.

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O secretário nacional de Transição Energética e Planejamento, Gustavo Ataíde, pontuou que o protocolo é mais um aliado nas ações do programa Energias da Amazônia. “Estamos alinhando investimento e inovação para garantir que a energia limpa impulsione os empreendimentos locais, apoie serviços essenciais e promova o crescimento econômico inclusivo. Isso converge com as nossas diretrizes do Energias da Amazônia, que é o maior programa de descarbonização do mundo. É geração de energia limpa com qualidade para a população”, afirmou o secretário.

O protocolo de intenções vai definir ações conjuntas em financiamento, assistência técnica e intercâmbio de conhecimento para ampliar o acesso à energia renovável e a projetos de uso produtivo na região amazônica, com base nos programas nacionais do Brasil e na missão da Global Energy Alliance de promover energia limpa, acessível e centrada nas pessoas.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Silveira projeta liderança brasileira em segurança energética e transição sustentável na Alemanha

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu nesta segunda-feira (20/4), em Hanôver, na Alemanha, o fortalecimento da cooperação internacional em biocombustíveis como estratégia para ampliar a segurança energética e acelerar a transição sustentável. A declaração foi feita na reunião bilateral com a ministra federal de Assuntos Econômicos e Energia da Alemanha, Katherina Reiche, durante agenda oficial na feira mundial de tecnologia industrial, Hannover Messe.

Para o ministro Alexandre Silveira, a experiência brasileira demonstra como a diversificação da matriz energética pode fortalecer a segurança e reduzir vulnerabilidades externas. “A pluralidade energética é um grande desafio e, ao mesmo tempo, nossa maior força motriz. O Brasil já é exportador de petróleo e avançou para a autossuficiência na gasolina com a ampliação da mistura de etanol para E30. Quando utilizávamos E27, ainda havia necessidade de importação. Com o avanço do etanol, passamos a ser autossuficientes nesse segmento”, afirmou.

Na reunião, o ministro destacou a posição do Brasil como referência global em energia limpa, com uma matriz diversificada, sustentável e superavitária, especialmente no setor elétrico.

No campo dos combustíveis, Alexandre Silveira ressaltou o avanço do Brasil rumo à autossuficiência no refino, com destaque para o diesel. Atualmente, cerca de 80% do consumo nacional é atendido pela produção interna, o que amplia a resiliência diante de cenários internacionais de instabilidade. O ministro de Minas e Energia defendeu também que existe uma expectativa de que o país alcance a autossuficiência nesse segmento nos próximos anos.

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O ministro ainda afirmou que o atual contexto internacional, marcado por instabilidades no setor energético, exige maior integração entre países com capacidades complementares. Nesse cenário, segundo Alexandre Silveira, o Brasil se apresenta como parceiro estratégico, especialmente na agenda de descarbonização dos transportes e da indústria.

Parcerias estratégicas

O diálogo bilateral evidenciou oportunidades concretas de parceria entre Brasil e Alemanha em áreas como pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação. Entre os destaques estão os combustíveis sustentáveis de aviação e novas rotas para biocombustíveis avançados. A experiência brasileira na produção, certificação e uso em larga escala desses combustíveis foi apontada como diferencial competitivo no cenário global.

Ao defender o aprofundamento da cooperação, o ministro Alexandre Silveira reforçou a importância de avançar em soluções conjuntas para o setor. “Contem com o Brasil e com a sinergia que devemos criar, especialmente neste momento de instabilidade energética, com suas consequências e desafios. Precisamos aproximar nossas equipes, trocar informações e avançar na construção de soluções conjuntas que garantam segurança energética aos nossos países”, destacou.

Durante o encontro, Silveira também propôs maior integração entre as equipes técnicas e o fortalecimento da cooperação institucional, com foco na articulação de políticas públicas que viabilizem investimentos, inovação e desenvolvimento no setor energético. O ministro de Minas e Energia ressaltou que o Brasil reúne condições favoráveis para esse avanço, com estabilidade regulatória, segurança jurídica e ampla capacidade produtiva.

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A reunião integra um contexto mais amplo de fortalecimento da Parceria Energética Brasil-Alemanha, consolidada como instrumento estratégico para alinhar prioridades em temas como transição energética, descarbonização industrial e modernização dos sistemas energéticos.

Ao final, o ministro Alexandre Silveira reiterou o convite para que a delegação alemã visite o Brasil e aprofunde o diálogo sobre projetos conjuntos. A expectativa é que a cooperação avance com foco em resultados concretos, ampliando investimentos e contribuindo para uma transição energética equilibrada, justa e sustentável.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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