Nacional

Mês da Juventude apresenta guia prático da Unesco para políticas e programas para o segmento

Publicados

em

Em comemoração ao Dia Internacional da Juventude, a Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR), por meio da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), e a Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, lançaram nesta quinta-feira (14) a versão em português da “Caixa de Ferramentas” um guia prático da UNESCO para políticas e programas para a juventude”.

A apresentação, no auditório do Palácio do Planalto, faz parte da programação do Mês da Juventude, organizado pela SNJ em parceria com o Conselho Nacional de Juventude (Conjuve).

A Caixa de Ferramentas é um recurso técnico para ajudar a promover e aplicar mudanças nas formas como os entes nacionais e internacionais interagem e trabalham em nome dos jovens.

“O recurso é muito útil para quem é, por exemplo, um facilitador de programas para a juventude, com uma série de metodologias e ações que o interessado pode implementar, às vezes num grupo de trabalho ou grupo focal”, explica o coordenador da Unesco, Fábio Eon.

Segundo ele, são perguntas norteadoras, metodologias e dinâmicas para guiar técnicos e gestores no atendimento das variadas dimensões envolvidas com o desenvolvimento de políticas e iniciativas para a juventude.

Leia Também:  Observatório avança em proteção a jornalistas e define agenda para 2026

De acordo com a secretária-adjunta de Juventude, Jessy Dayane Santos, ao fornecer formação e recursos para gestores e sociedade civil, a Caixa de Ferramentas coloca o jovem como protagonista na formulação, implementação, monitoramento e avaliação de políticas públicas.

A secretária destaca ainda a importância da parceria com a Unesco. “É uma parceria frutífera, não foi a primeira nem certamente será a última, tendo como foco a mudança de vida juventude brasileira”.

Fonte: Secretaria-Geral

COMENTE ABAIXO:

Nacional

Prazo de consulta pública sobre o Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial é prorrogado até 4 de maio

Publicados

em

Por

Brasília, 22/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), prorrogou até 4 de maio o prazo para contribuições à consulta pública do Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial para o Usuário Brasileiro. A decisão foi formalizada pelo Edital nº 3/2026, assinado pelo secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes, e publicado no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (17).

Lançada em 20 de março, a consulta tinha prazo original de encerramento em 19 de abril. A prorrogação amplia a janela de participação e garante que cidadãos, especialistas, servidores públicos, pesquisadores e organizações da sociedade civil possam contribuir para o aperfeiçoamento do documento. As sugestões, devidamente fundamentadas, devem ser encaminhadas pela Plataforma Brasil Participativo, no portal Brasil Participativo, no campo específico relativo à consulta. Ao encerrar o prazo, a Sedigi realizará a consolidação e análise das contribuições, que poderão ser incorporadas à versão final do guia.

“A consulta pública tem registrado ampla adesão, com contribuições qualificadas de diversos atores públicos e privados. Diante de solicitações de prorrogação e do elevado nível técnico dos debates, considerou-se oportuno ampliar o prazo, a fim de fortalecer a participação e aprofundar ainda mais a qualidade das contribuições”, afirma o diretor de Promoção de Direitos Digitais da Sedigi, Victor Durigan.

Leia Também:  Primeiras famílias afegãs beneficiadas por programa de acolhimento chegam ao Brasil

Elaborado em parceria com o Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina da Universidade de São Paulo (CIAAM/USP) e com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a versão atual do Guia do Usuário Brasileiro de Inteligência Artificial – Definições, Direitos e Governança de IA no Brasil, com 75 páginas, serve de base para que os interessados respondam ao questionário e apresentem suas contribuições.

Com escrita em linguagem simples e acessível, o guia orienta a população sobre o funcionamento da inteligência artificial, seus usos, limitações, riscos e os direitos e deveres dos cidadãos na interação com essas tecnologias.

O documento está organizado em três partes:

A Parte I apresenta uma visão geral em formato de perguntas e respostas — o que é IA, como ela é criada, o que são alucinações, como a tecnologia impacta o cotidiano e quais são os direitos e deveres de usuários e desenvolvedores.

A Parte II aprofunda os conceitos: algoritmos, aprendizado de máquina, big data, ciclo de vida da IA e seu potencial prático no Brasil, além de tratar de limites e desafios como vieses e discriminação, opacidade, deepfakes, desinformação, privacidade e os impactos específicos sobre crianças, adolescentes e saúde mental.

Leia Também:  Pará reforça segurança com a adesão aos projetos nacionais de Uso da Força e de Câmeras Corporais

A Parte III aborda direitos e governança, reunindo temas como transparência e explicabilidade, contestação e revisão de decisões automatizadas, proteção de dados, direitos do consumidor, equidade, sustentabilidade e responsabilização. O guia ainda conta com glossário e referências bibliográficas.

A iniciativa integra a Ação 50 do Eixo 5 do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), principal instrumento da política federal para o desenvolvimento e uso responsável da tecnologia, com previsão de investimentos superiores a R$ 20 bilhões entre 2024 e 2028.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA