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Pará já soma mais de R$ 102 milhões em financiamentos do Fundo Geral de Turismo neste ano

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Ao longo de 2025, empreendedores turísticos do Pará, estado que sediará a COP30 no mês de novembro, contrataram R$ 102,3 milhões em financiamentos por meio do Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur) para promover melhorias nas suas atividades. O balanço foi apresentado nesta quinta-feira (10/07), em Belém (PA), pelo ministro do Turismo, Celso Sabino, que apresentou, na ocasião, uma série de iniciativas voltadas ao fortalecimento do setor no estado.

Os recursos do Fungetur contemplaram negócios privados nas cidades de Belém, Ananindeua, Santarém, Quatipuru, Bragança, Castanhal, Pacajá, Marituba, Salinópolis, Soure (Ilha do Marajó) e Marabá. Destinado preferencialmente a micro, pequenas e médias empresas e operado com verbas do Ministério do Turismo, o Fundo proporciona crédito para capital de giro, a aquisição de equipamentos e a realização de obras.

O ministro Celso Sabino destacou o empenho do governo federal no sentido de fomentar o fortalecimento da oferta de atrativos locais a visitante. “O Fungetur permite que empresários de vários ramos, como pousadas e restaurantes, tenham recursos em condições extremamente vantajosas para aprimorar suas atividades. Com isso, o Pará poderá proporcionar experiências cada vez melhores aos seus turistas, com impactos muito positivos na economia local e na geração de emprego e renda à população”, afirmou Sabino, que, no evento, assinou a liberação de R$ 30 milhões à Caixa Econômica Federal e de outros R$ 30 milhões ao Banco da Amazônia (Basa) para a concessão de financiamentos via Fungetur.

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A fim de ampliar o acesso ao Fungetur no estado, o Ministério do Turismo editou uma portaria, em maio de 2024, que aumentou para R$ 30 milhões o limite dos financiamentos voltados à preparação da COP30 por empreendedores envolvidos no suporte à Conferência Mundial do Clima. O texto também elevou para até 100% a participação do Fundo no valor dos financiamentos, além de autorizar o uso de todos os tipos possíveis de fundos garantidores.

Interessados em captar recursos devem estar no Cadastur (Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos). Além de meios de hospedagem e restaurantes, a lista de beneficiários inclui agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos turísticos, entre outros. Para acessar o Fundo, basta procurar um dos agentes financeiros habilitados, aos quais cabe analisar os pedidos e liberar o crédito.

ACESSIBILIDADE – O balanço do Fungetur no Pará marcou, ainda, o anúncio de uma importante medida para tornar o turismo brasileiro mais inclusivo e acessível. O ministro Celso Sabino assinou portaria que altera as normas gerais e critérios de aplicação dos recursos do Fundo, definindo a obrigatoriedade da observância à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) em todos os financiamentos da linha.

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A iniciativa orienta que os agentes financeiros credenciados do Fungetur informem aos empresários, já no momento da contratação, a necessidade de adequação dos empreendimentos turísticos às normas de acessibilidade e inclusão. A ação possibilita assegurar que recursos públicos não sejam destinados a projetos que desrespeitem os direitos das pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida.

“Essa portaria é um marco importante na construção de um turismo mais justo, acolhedor e acessível. Estamos garantindo que o investimento público fomente empreendimentos que respeitem a dignidade, a autonomia e o direito de todos os brasileiros de vivenciarem plenamente as experiências turísticas no país”, destacou o ministro Celso Sabino.

A mudança está alinhada aos princípios do Plano Nacional de Turismo 2024-2027, que tem como uma de suas diretrizes a democratização do acesso ao turismo. Também contribui para o cumprimento da Agenda 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas), especialmente quanto ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 10, que visa à redução das desigualdades.

Por André Martins
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Mais de 3,4 mil hospedagens já atuam com nova Ficha Digital de Hóspedes, de acordo com o Ministério do Turismo

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Mais de 3,4 mil meios de hospedagem formais de todo o Brasil – hotéis, pousadas, hostels, entre outros – já usam a nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) em formato 100% digital, que agiliza consideravelmente o procedimento de check-in para o consumidor e elimina o uso de papel por estabelecimentos do ramo.

A modernização é fruto de um sistema desenvolvido pelo Ministério do Turismo e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que será integralmente adotado a partir de 20 de abril (segunda-feira). Mais de 1,71 milhão de fichas já foram feitas no novo modelo, por um total de 3.406 empresas hoteleiras.

Semelhante ao sistema usado no check-in de voos, a FNRH digital permite o preenchimento antecipado e online de dados via Gov.Br. Todo o processo pode ser rapidamente concluído a partir da leitura de um QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo estabelecimento.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, afirma que a modernização vai qualificar ainda mais a experiência de viagem pelo Brasil.

“Hotéis, pousadas, resorts e outros meios de hospedagem vão passar a oferecer um check-in muito mais ágil, confortável e seguro. Além de eliminar o uso de papel e contribuir para a sustentabilidade ambiental do nosso país, a nova ficha digital vai facilitar a vida de todos: do hóspede, que não perderá mais tempo com procedimentos demorados em balcões de recepção; e dos empreendedores do setor, que vão ter menos custos e poderão aprimorar seus negócios”, ressaltou o ministro.

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Ações do ministério

O Ministério do Turismo vem orientando o setor quanto à transição para o novo sistema, implementado gradativamente desde novembro de 2025. A fim de auxiliar na preparação, o órgão tem organizado várias ações educativas, como um vídeo com as etapas do processo. Acesse clicando aqui.

O Ministério também criou uma página eletrônica de perguntas e respostas frequentes, onde é possível tirar dúvidas. Acesse clicando aqui.

“O Ministério do Turismo está à inteira disposição para ajudar nesta que é uma das maiores transformações do segmento no governo do presidente Lula. Portanto, você, hoteleiro, conte conosco e faça sua adesão. Este é mais um grande avanço do turismo brasileiro, cuidando ainda melhor de quem faz o nosso setor crescer e se consolidar como um dos grandes geradores de emprego, renda e inclusão social no Brasil”, acrescenta o ministro Gustavo Feliciano.

Adesões

A pasta reforça que o processo requer adaptações por parte dos 19.231 meios de hospedagem regularmente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), independentemente de usarem sistemas de gestão próprios.

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Os estados de São Paulo (693), Minas Gerais (313), Santa Catarina (311), Rio de Janeiro (305) e Rio Grande do Sul lideram (258) em número de estabelecimentos que já aderiram à nova FNRH digital.

Na região Norte, destaque para o Pará, com 57 empreendimentos adequados, seguido do Amazonas, onde o número chega a 53. Já no Centro-Oeste, o Mato Grosso saiu na frente, com 86 meios de hospedagem já adaptados, bem como Goiás, no qual 78 empresas do ramo já enviam fichas em formato digital.

Proteção de dados

A transição para a FNRH Digital – que, no caso de hóspedes estrangeiros, não exigirá a necessidade de uma conta Gov.Br – é prevista na nova Lei Geral do Turismo, sancionada em 2024 pelo presidente Lula, e cumpre rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando que o tratamento de informações sensíveis seja feito em ambiente criptografado e controlado.

Por André Martins
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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