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Avallone rebate relatório e cobra apuração de suposto vazamento e falsificação de emenda “Mentiroso”

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Por Alisson Gonçalves

Durante entrevista concedida nesta quinta-feira, 26, o deputado estadual Carlos Avallone fez duras críticas ao conteúdo de um relatório que teria o envolvido, juntamente com outros 13 parlamentares, em um caso de suposta distribuição irregular de kits agrícolas da SEAF (Secretaria de Agricultura Familiar).

De acordo com Avallone, a denúncia é infundada e baseada em informações falsas que atingiram sua imagem de forma nacional.

O parlamentar afirmou que a emenda de R$ 10 milhões atribuída a ele não existe, e que o número da emenda citado no documento 263 pertence, na verdade, ao deputado Lúdio Cabral.

Segundo Avallone, “essa mentira foi plantada dentro da delegacia”, e o relatório, que deveria estar sob sigilo de justiça, foi inexplicavelmente parar nas mãos da imprensa.

Indignado, ele exigiu que a origem do suposto vazamento seja apurada com rigor.

“Se não foi a Controladoria quem criou isso, alguém o fez. Quero saber quem foi. Isso desmoraliza”, frisou.

O deputado reforçou que a Controladoria-Geral do Estado (CGE) não mencionou seu nome ou qualquer emenda de sua autoria no relatório oficial.

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Sobre o suposto repasse de 200 kits por deputado, Avallone explicou que se tratava de uma emenda de bancada, e não de algo individual ou direcionado.

Afirmou que muitos deputados nem chegaram a responder ou participar da distribuição, sendo posteriormente vinculados à ação de forma indevida.

Como resposta à situação, o parlamentar declarou que a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa pediu formalmente esclarecimentos ao Governo do Estado sobre a origem da informação e sobre o vazamento.

“Não se trata de trancar investigação. Quero que se investigue tudo, até o fim, e que se esclareça essa mentira grotesca”, afirmou.

Ao ser questionado sobre perseguição política, tema levantado por outros parlamentares, Avallone preferiu não comentar diretamente, afirmando que “cabe aos deputados envolvidos responderem por suas próprias suspeitas”.

No entanto, alertou para os danos provocados por informações falsas: “a mentira é tão grande que gera desconfiança de todos os lados”.

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Presidente da Câmara é afastado após denúncia de agressão contra namorada em Barra do Bugres

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Por Nayara Cristina

O vereador Laércio Noberto Júnior, conhecido como Júnior Chaveiro (PL), foi afastado da presidência da Câmara Municipal de Barra do Bugres após vir à tona uma denúncia de violência doméstica que ganhou forte repercussão política no estado. O caso, registrado no último fim de semana, segue sob investigação da Polícia Civil.

De acordo com as informações mais recentes, a denúncia aponta que a agressão ocorreu na madrugada de domingo (19), por volta das 4h30, na residência do parlamentar, após o casal retornar de um show na praça central da cidade. Segundo relato da vítima, o vereador teria utilizado uma chave de rodas para cometer as agressões durante uma discussão. A mulher apresentava ferimentos no pescoço, braços e pernas e precisou de atendimento médico.  

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o caso e já ouviu a vítima, além de solicitar medidas protetivas de urgência. Até as últimas atualizações, o vereador não havia sido localizado para prestar depoimento, e a defesa ainda não havia se manifestado oficialmente.  

A repercussão do caso levou a uma resposta rápida do Legislativo municipal. Em sessão extraordinária realizada na noite de segunda-feira (20), vereadores votaram pelo afastamento de Laércio Noberto Júnior da presidência da Câmara e também pelo afastamento do mandato de forma cautelar. A decisão teve ampla maioria, com 10 votos favoráveis, e foi baseada na acusação de quebra de decoro parlamentar.  

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Além disso, foi determinada a proibição do parlamentar de frequentar a sede do Legislativo, já que a vítima é servidora da própria Casa. O afastamento tem caráter preventivo e não significa cassação definitiva, mas visa evitar interferência nas investigações e garantir a integridade da vítima.  

O caso também gerou desdobramentos políticos dentro do partido. Lideranças do PL informaram que foi solicitada a abertura de procedimento para expulsão do vereador da sigla, diante da gravidade das acusações.

A denúncia provocou forte impacto na cidade e reacendeu o debate sobre violência contra a mulher e a responsabilidade de agentes públicos. Enquanto isso, o inquérito segue em andamento e deve esclarecer as circunstâncias do caso, podendo resultar em responsabilização criminal e política do parlamentar, conforme o avanço das investigações.

Onde buscar ajuda em caso de violência doméstica

Mulheres que estejam em situação de risco ou sofrendo qualquer tipo de agressão podem procurar ajuda imediata pelos seguintes canais:

  • ligue 190 – Polícia Militar do Estado de Mato Grosso para emergências imediatas
  • ligue 197 – Polícia Civil do Estado de Mato Grosso para denúncias e orientações
  • ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher (atendimento nacional, gratuito e 24h)
  • ligue 156 (em Cuiabá) – canal da prefeitura com encaminhamento para rede de proteção
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Em Cuiabá e Várzea Grande, as vítimas também podem buscar apoio presencial em locais especializados:

  • Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM)
  • Centros de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM)
  • Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso
  • Ministério Público do Estado

Esses serviços oferecem acolhimento, orientação jurídica, apoio psicológico e encaminhamento para medidas protetivas. Em casos de risco, a recomendação é procurar ajuda imediatamente, pois a denúncia pode ser fundamental para interromper o ciclo de violência e preservar vidas.

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