Estadual
Jogos dos Estudantes Militares de 2024 começam em Lucas do Rio Verde
A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) abriu, na noite desta sexta-feira (15.11), a terceira edição dos Jogos dos Estudantes Militares da Rede Estadual de Ensino, em Lucas do Rio Verde. A largada foi dada pelo vice-governador Otaviano Pivetta, com uma tocha sendo acesa simbolizando o início das competições.
São 28 escolas estaduais militares de 23 cidades de Mato Grosso participando das competições em sete modalidades, como natação, robótica, xadrez, corrida, etc. Cerca de 800 estudantes participam da competição.
“Preciso dizer que vocês nos orgulham pelo comportamento, pelo valor que dão ao comportamento cívico”, disse o vice-governador na abertura.
Os jogos começaram na manhã deste sábado (16.11) na Escola Estadual Militar Tiradentes. Estudantes de cidades como Cuiabá, Várzea Grande, Nova Xavantina, Juína, Cáceres, entre outras, chegaram ao município de Lucas do Rio Verde na quinta-feira (14.11) e estão hospedados nas próprias escolas militares da cidade.
O secretário adjunto Executivo da Seduc, Amauri Monge Fernandes, explicou que atualmente há 30 escolas militares.
“Provavelmente, no ano que vem teremos mais. Além disso, a Assembleia Legislativa votou a favor do projeto do Governo, lançando as escolas cívico-militares, similares às escolas militares”, disse.
O prefeito de Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz, agradeceu ao Governo do Estado pela oportunidade de sediar os jogos militares de 2024 na cidade. “Ver esse cenário com os alunos com determinação, respeito e disciplina nos enchem de orgulho. Que todos vocês sejam muito bem-vindos, sintam-se abraçados por nossa querida e amada Lucas do Rio Verde”, finalizou.
Também participaram da abertura oficial o suplente de senador Mauro Carvalho; o secretário de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, David Moura; o comandante-geral da Polícia Militar, cel. Alexandre Corrêa Mendes; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, cel. Flávio Glêdson; a coordenadora das escolas militares de Mato Grosso, tenente cel. Nágila, entre outras autoridades.
Fonte: Governo MT – MT
Estadual
Sema embarga área por saneamento clandestino despejado em córrego de Mirassol D´Oeste
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André. Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório.
Foi verificado também o descarte de resíduos no local oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste.
De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.
Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.
Além da coleta em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.
A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.
Fonte: Governo MT – MT
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