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Mendes critica Fávaro por não reagir a declarações de Marina Silva sobre queimadas

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Da Redação

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), criticou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), por não ter rebatido as declarações recentes da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em relação às práticas de queimada em áreas rurais.

Marina sugeriu que o Governo Federal está considerando medidas mais rigorosas contra incêndios provocados por produtores rurais, incluindo o confisco de terras como uma das possíveis punições.

Segundo Mendes, a fala da ministra demonstra desconhecimento da realidade do agronegócio brasileiro.

Ele ressaltou que os produtores rurais não recorrem a queimadas criminosas, já que tal prática seria prejudicial aos próprios interesses econômicos.

“Ninguém que conheça um pouco sobre o agronegócio pode concordar com o que Marina disse. Se o ministro ouviu isso e se omitiu, cometeu um equívoco”, afirmou o governador.

Mendes destacou que, no contexto atual do agronegócio, queimar restos de colheitas ou pastagens seria o equivalente a destruir mercadorias valiosas.

“Queimar aquilo seria o mesmo que queimar em uma loja o estoque. É irracional”, comparou o governador, explicando que os resíduos agrícolas e pastagens ainda têm valor econômico e ecológico para os produtores.

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O governador também classificou a sugestão de Marina como ultrapassada, reiterando que as técnicas modernas do agronegócio visam preservar o solo e aproveitar ao máximo os recursos disponíveis, inclusive nas áreas de pecuária.

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Política Estadual

Assembleia aprova regras para uso do solo no entorno do Reservatório do Manso

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, em 1ª e 2ª votação, o Projeto de Lei nº 1983/2024, que regulamenta a faixa de Área de Preservação Permanente (APP) no entorno do Reservatório do Manso, localizado em Chapada dos Guimarães. A proposta é de autoria do deputado Elizeu Nascimento (Novo), com coautoria dos parlamentares Dilmar Dal Bosco (União) e Gilberto Cattani (PL).

O texto estabelece critérios para o uso e ocupação do solo na região, definindo faixas diferenciadas de APP conforme o nível de ocupação existente. Em áreas consolidadas que incluem empreendimentos turísticos, comunidades e atividades produtivas, a faixa de preservação varia entre 15 e 30 metros. Já em regiões com maior grau de conservação ambiental, a largura mínima estabelecida é de 150 metros. O projeto também cria as Áreas de Urbanização Especial (AUE), destinadas ao planejamento do desenvolvimento sustentável, para atividades turísticas, comerciais e de interesse público, desde que compatíveis com a preservação ambiental.

Para o autor da proposta, deputado Elizeu Nascimento, o projeto reflete uma demanda antiga da população local e de setores produtivos da região. “Esse é um projeto construído a partir da realidade de quem vive e trabalha no entorno do Manso. Nosso objetivo foi garantir segurança jurídica, promover o desenvolvimento sustentável e, ao mesmo tempo, assegurar a preservação ambiental. É uma medida que representa não apenas o setor turístico, mas também as comunidades e todos que dependem dessa região”, afirmou o parlamentar.

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Além disso, a proposta prevê a implantação de estruturas de uso coletivo, como praias e marinas públicas, a serem construídas pela Axia Eletrobras, antiga Eletrobras Furnas e administradas pelas comunidades locais. Segundo a justificativa apresentada, a medida busca equilibrar a proteção dos recursos.

Fonte: ALMT – MT

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