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Com 62% preservado, governador Mauro Mendes cobra que outros países também precisam fazer seu papel na preservação do meio ambiente

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Num total de 13 governadores estão em Glasgow, na Escócia, debatendo juntamente com as Nações Unidas (ONU), Na 26ª conferência do Clima na COP 26. O evento começou neste domingo 31.10 e vai até o dia 12 de novembro.

O governador Mauro Mendes (União Brasil),  afirmou que MT é um dos estados brasileiros com uma das maiores atividades agrícolas do país, apresentou metas na produção sustentável, e conservação do meio ambiente.

As primeiras reunião do governador foram com na Dinamarca, onde o apresentou o compromisso de MT com o desenvolvimento sustentável. Para Mendes é possível produzir em longa escala e ainda conservar o meio ambiente, onde apresentou relatórios que coloca o Estado no ranking de preservadores ambientais.

O governador apresentou a proposta , onde MT aderiu à campanha “Race to Zero” (Corrida para o Zero), da ONU, com a meta de neutralizar as emissões de carbono até 2035. A ONU prevê a redução zero até 20250.

“Somos o estado do Brasil que mais produz milho, soja, algodão e carne”. E temos preservado cera de 62% da floresta”. Afirmou o governador.

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Em entrevista à CNN o governador também destacou a importância de fazer o papel ambiental, e cobrou que os outros países também façam seu dever de casa.

“Não podemos nós brasileiros ficar sendo cobrados, enquanto outros países também precisam fazer seu papel, vamos exigir deles o que eles estão exigindo de nós”. Disse o governador.

  1. Veja a entrevista :

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De chefe da Abin a foragido internacional: quem é Alexandre Ramagem, aliado de Bolsonaro preso pelo ICE nos Estados Unidos

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Da redação

O ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi preso nesta segunda-feira (13) por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE), após meses foragido da Justiça brasileira. A informação foi confirmada pela Polícia Federal e pelo sistema do Departamento de Segurança Interna dos EUA, que registrou Ramagem como “sob custódia”. 

Delegado de carreira da Polícia Federal, Ramagem ganhou projeção nacional ao integrar a equipe de segurança do então presidente Jair Bolsonaro durante a campanha de 2018. A proximidade com Bolsonaro o levou ao comando da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), cargo que ocupou entre 2019 e 2022. Durante sua gestão, tornou-se um dos nomes centrais do núcleo de confiança do governo federal. 

Em 2022, foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro. No entanto, sua trajetória política passou a ser marcada por investigações relacionadas ao uso da estrutura de inteligência do Estado. A Polícia Federal apontou que Ramagem teria participado da chamada “Abin paralela”, esquema investigado por suposto monitoramento ilegal de autoridades, jornalistas e adversários políticos. 

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Em setembro de 2025, Ramagem foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos, um mês e 15 dias de prisão por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado e à organização criminosa armada. A decisão também resultou na perda do mandato parlamentar e do cargo de delegado federal. 

Após a condenação, ele deixou o Brasil de forma clandestina e passou a viver nos Estados Unidos. O governo brasileiro formalizou pedido de extradição no fim de 2025. Desde então, Ramagem era considerado foragido da Justiça. 

A prisão ocorreu nos Estados Unidos, onde Ramagem estava em situação migratória irregular, segundo informações preliminares. Até o momento, as autoridades norte-americanas não divulgaram imagens oficiais da prisão nem detalhes sobre eventual audiência de extradição. 

A detenção de Ramagem representa um novo desdobramento internacional do processo que apura a tentativa de ruptura institucional no Brasil após as eleições de 2022. A expectativa agora é sobre os próximos passos da cooperação entre autoridades brasileiras e norte-americanas para definir se o ex-parlamentar será deportado ou extraditado para cumprir a pena no país. 

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