Estadual
Circuito Turístico Pantaneiro leva mil pessoas a Mimoso em festa religiosa
Segundo a secretária adjunta de Turismo da Sedec, Maria Letícia Arruda de Morais Costa, iniciativas como essa promovem o turismo regional e de tradição em Mato Grosso.
“O turismo faz questão de apoiar essas iniciativas que promovem a tradição e cultura da região. Foram 24 horas de festa com apresentações de Siriri e Cururu, comidas típicas, exposição de artesanato e gente de diversas cidades de Mato Grosso. As pousadas estavam esgotadas. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico é uma instituição que apoia diversas práticas em seus respectivos tamanhos desde que promovam o desenvolvimento econômico do Estado”, disse Maria Letícia.
A secretária de Cultura e Turismo do município, Quitéria da Costa, ressaltou como é importante a parceria com Sedec, que, conforme ela, ajuda a promover um resgate na região.
“Esse circuito é uma maneira de gerar emprego e renda para as pessoas da região, promover a gastronomia, a vivência da religiosidade entre as pessoas, mostrar a nobreza que o nosso povo carrega. É de suma importância essa parceria entre a Secretaria de Cultura e Turismo com a Sedec”, explicou a secretária.
O organizador do Circuito Turístico Pantaneiro, Wagner Belmiro Teixeira Silva, conta que as pousadas de Mimoso ficaram lotadas e foi necessário montar um camping para agregar todos os participantes.
“Essa etapa abriga, em especial, essa festa que é centenária aqui em Mimoso. A procura das pousadas foi muito grande e esgotou. Nós estamos conversando com os donos das pousadas para a possibilidade de expandir os quartos, a estrutura, para o ano que vem. Quem não conseguiu vaga está em barracas, também conversamos com moradores, alguns cederão quartos e salas para os visitantes quem vem participar da festa. O que estamos fazendo é para promover o turismo regional para resgatar a cultura regional”, afirmou Wagner.
Este evento faz parte da 3ª etapa do circuito, que ainda terá mais dois fins de semana de programação: de 20 e 21 de julho na Comunidade de Moquém, e de 27 e 28 de julho, em Santo Antônio do Leverger.
Fonte: Governo MT – MT
Estadual
Sema embarga área por saneamento clandestino despejado em córrego de Mirassol D´Oeste
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André. Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório.
Foi verificado também o descarte de resíduos no local oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste.
De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.
Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.
Além da coleta em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.
A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.
Fonte: Governo MT – MT
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