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TJMT mantém decisão de levar investigador a júri popular por matar policial militar em uma conveniência de um posto de combustível em Cuiabá
JB News
Da Redação
A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por unanimidade, negou o pedido do investigador da Polícia Civil, Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, e manteve a decisão de pronunciá-lo a júri popular pelo homicídio do policial militar Thiago de Souza Ruiz.
O caso ocorreu por volta das 3 horas da madrugada do dia 27 de abril do ano passado, no interior de uma conveniência de um posto de combustível no bairro Quilombo, em Cuiabá.
O investigador buscava a absolvição sumária, argumentando legítima defesa. No entanto, o relator do processo, desembargador Rui Ramos, e os demais desembargadores decidiram que não havia fundamentos para tal absolvição.
A decisão destacou que seria necessário que o juiz se convencesse, sem dúvida alguma, da inexistência do crime ou de não ser o réu o autor ou partícipe do fato, ou de alguma circunstância excludente da ilicitude ou da culpabilidade.
Segundo a denúncia, após uma discussão sobre a condição policial da vítima, o investigador teria se apossado do revólver do policial, posteriormente o teria apontado em direção a ele, resultando em sua morte.
A decisão do Tribunal de Justiça reforça a continuidade do processo judicial contra o investigador, que será julgado pelo júri popular. O caso, que envolve agentes da lei, permanece sob análise da Justiça para a devida apuração dos fatos e aplicação da justiça.
Na época um vídeo do circuito interno de segurança do local registrou o caso e foi parar na internet. Nas imagens é possível ver quando o policial levanta a camisa, e rapidamente o investigador toma a arma da cintura do PM, quando começa a confusão e o policial é baleado Relembre:
Destaque
Integração entre Samu e Corpo de Bombeiros amplia atendimento pré-hospitalar em Mato Grosso
Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) não será interrompido e seguirá atendendo normalmente
Crédito – Secom-MT
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) reforça que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) segue ativo e não será interrompido em Mato Grosso. O serviço é essencial para a assistência à população e continuará operando normalmente, de forma integrada ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT).
Firmada em junho de 2025, a atuação conjunta entre Samu e Corpo de Bombeiros ampliou a capacidade de resposta no atendimento pré-hospitalar em todo o Estado. O tempo-resposta às chamadas já foi reduzido em 36%, enquanto o número de atendimentos prestados à população aumentou em 30%. A cooperação também possibilitou a ampliação em 100% da cobertura na região da Baixada Cuiabana.
A integração permite maior agilidade no socorro às vítimas, especialmente em ocorrências como acidentes de trânsito, emergências clínicas, resgates e situações de risco.
“O Samu permanece como um dos pilares do atendimento de urgência e emergência em Mato Grosso. A integração com o Corpo de Bombeiros vem para somar esforços e garantir um serviço ainda mais eficiente à população”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.
Com a cooperação entre as instituições, o Samu passou a fazer parte do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp) e as chamadas para os números de emergência médica 192, do SAMU, e 193, do Corpo de Bombeiros, são direcionadas para uma única central de atendimento, que envia a ambulância mais próxima da ocorrência, agilizando o resgate.
A SES faz a gestão direta do Samu da Baixada Cuiabana – nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães e Poconé. Os 20 serviços de Samu que estão ativos em outras cidades do interior são administrados pelos próprios municípios.
A Secretaria enfatiza que não há qualquer medida para o encerramento do Samu. Ao contrário, o Estado tem promovido ações para qualificar o serviço, como a renovação da frota de ambulâncias, a capacitação de profissionais, o aprimoramento da estrutura de regulação e a implantação de pelo menos 20 novos serviços municipais do Samu, com aporte financeiro do Estado.
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