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Lideranças políticas reúnem comerciantes, empresários e comunitários de Cuiabá e intensificam pedido de voto a Bolsonaro

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Por Alisson Gonçalves

Terminou agora a pouco desta segunda-feira 24 de outubro, uma grande reunião com Empresários, comerciantes, representantes de instituições, e lideranças políticas comunitárias, na sede do União Brasil em Cuiabá-MT, para intensificar o apelo pelo pedido de voto nesta reta final  para o presidente Jair Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno com o candidato Lula (PT).

Com o prazo final das eleições do segundo turno, a reunião serviu para traçar novas estratégias, e alinhar ideias, afim de conquistar o maior número de votos para Bolsonaro em MT. A reunião foi com lideranças e representantes comunitários da capital.

O plano inicial foi identificar os indecisos, e fazer com que os que votaram em branco ou tivesse anulado seu voto no 1º turno, que apoiassem os projetos de Bolsonaro no 2º turno. Com isso a expectativa em Mato Grosso, seria a possibilidade de reverter cerca de mais de 20% do eleitorado, fazendo que Bolsonaro consiga cerca  70% a 75% de votos neste segundo turno.

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Devido a uma emergência o Governador  Mauro Mendes (UB), não pode estar presente no encontro.

Participaram do ato, o senador reeleito Wellington Fagundes, e o 1º Mauro Carvalho, os deputados federais  eleitos Deputado Federal Abílio Junior Eleito Deputado Federal, Coronel Fernanda, Fabio Garcia, e o Deputado Estadual Diego Guimarães, o deputado reeleito Dilmar Dal Bosco.

Para o deputado reeleito Dilmar Dal Bosco (UB), o momento é crucial, “não podemos perder nenhum minuto e muito menos retroceder o país. Para o deputado eleger Bolsonaro é questão de nacionalidade, pelo bem da família e da liberdade.

O deputado Federal eleito Abílio Junior (PL), destacou a força dos comerciantes, dos empresários e das lideranças comunitárias de Cuiabá. Para Abílio a formula mais adequada e rápida para chegar nas casas, seria através desses agentes, que convivem o dia-a-dia na comunidade.

O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso (FCDL-MT) para David Pintor também participou do evento, e se mostrou confiante quanto a reeleição de Bolsonaro, mas também foi incisivo em dizer que nessa reta final todo trabalho é preciso ser feito, até no próximo domingo. E destacou o empenho dos lojistas para fazer chegar a informação nas comunidades.

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O senador reeleito Wellington Fagundes (PL), sempre foi um grande entusiasta da reeleição de Jair Bolsonaro, e não tem medido esforços para construir alianças que possam levar apoio ao presidente. Para Fagundes as lideranças comunitárias, e o apoio dos comerciantes e empresários locais, tem todas as condições de dar o maior número de votos para Bolsonaro em MT.

Durante todo o final de semana várias movimentações foram feitas, ações de mobilização, adesivaço, carreatas, entre outras formas para chamar a atenção da população quanto a importância do voto no segundo turno destas eleições,  especialistas comentam que esta pode ser umas das eleições com número elevado de abstenções de votos.

Nesta Terça feira 15.10 a primeira Dama Virgínia Mendes e a senadora Margareth Buzetti também lideram uma grande reunião com a mulheres, para intensificar e massificar o nome de Bolsonaro.

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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