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Comunidade Aguaçu declara apoio a Botelho

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Região está recebendo asfalto com emendas do deputado. Várzea Grande também sediou encontro no Tênis Clube

Depois de visitar moradores do bairro Dr. Fábio, neste sábado (10), o deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) seguiu com a sua caravana da onde azul à comunidade Aguaçu, onde recebeu o apoio acalorado dos moradores, na residência da dona Juraci Fátima de Moraes Cruz, irmã da liderança Derley Alves de Moraes, juntos somaram esforços para a grande reunião na comunidade.

Oportunidade em que pediram creche, drenagem e agradeceram a chegada do asfalto através do trabalho de Botelho.

Nelis Maia, moradora está feliz com o trabalho desenvolvidoà sua comunidade. “Estamos fechados com Botelho porque é um homem de compromisso e o Aguaçu está recebendo investimentos!”

O mesmo sentimento da dona Isolina Aparecida da Guia, que trabalha na agricultura familiar na produção de farinha. “Eu e minha família votamos Botelho porque trabalha pelo asfalto aqui no Aguaçu!”

Durante os encontros, Botelho listou as inúmeras ações desenvolvidas, inclusive, sobre a defesa pelo fortalecimento da agricultura familiar e Empaer, para que o pequeno produtor rural tenha assistência técnica e condições de melhorar a produção e se tornar autossustentável. Também explicou aos moradores a luta pela redução do déficit habitacional, com a aprovação do seu projeto de lei que obriga o governo a investir 2% dos créditos suplementares, do orçamento estadual, à construção de casas populares.

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Também prestigiou a final do 8° Campeonato do Departamento de Esporte do Distrito Aguaçu, disputado pelos times Tic Tac x Menino Levado.

VÁRZEA GRANDE- Mais uma vez a caravana azul encerrou a agenda em Várzea Grande, dessa vez, no Tênis Clube, numa grande festa que contou as presenças de moradores de todas as regiões várzea-grandenses. É o reconhecimento do trabalho de Botelho pela cidade industrial que está recebendo investimentos em obras estruturantes. Uma delas a pavimentação asfáltica nos bairros e a construção da ponte e corredor viário na região do Parque do Lago.

Leonice Ribeiro Queiroz, presidente da Associação de Moradores do bairro Jardim dos Estados, agradeceu o trabalho. “Confiamos no Botelho porque nos trouxe melhorias, o asfalto novo, a recuperação de asfalto, além da drenagem e aduelas!”

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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