POLITICA

TRE-MT lança Curso online de Registro de Candidaturas para as Eleições 2022

Publicados

em

JB News

As informações são do TRE-MT

O Tribunal Regional Eleitoral lançou nesta terça-feira (28 de junho), o Curso de Registro de Candidatura para as Eleições 2022, que está disponível gratuitamente por meio do ensino à distância (EAD). Acesse aqui.

O Curso é direcionado a partidos, candidatos, advogados, servidores e demais interessados na temática eleitoral e que queiram obter um amplo conhecimento sobre os aspectos técnicos e jurídicos do registro de candidaturas nas Eleições Gerais 2022.

Durante a solenidade de lançamento do curso, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, destacou a importância do curso e pediu a todos que direta ou indiretamente atuam com o registro de candidatura, que aproveitem a oportunidade para aprimorar o conhecimento e garantir que o processo transcorra sem intercorrências.

“O curso vai permitir o entendimento do processo do registro de candidaturas, auxiliando na formatação dos pedidos de registro que serão direcionados para julgamento ao Tribunal, afastando o cometimento dos erros mais comuns e assegurando segurança jurídica ao procedimento.  Este lançamento ocorre em prazo suficiente para a capacitação daqueles que participarão direta ou indiretamente das Eleições 2022, considerando o termo inicial para a realização das convenções partidárias, a partir do próximo dia 20 de julho”.

Leia Também:  Botelho comanda reunião que reforça inspeção e controle nas prisões de MT

O Curso, que é gratuito e conta com uma carga horária de 30 horas-aula, já se encontra disponível para o recebimento de inscrições no Portal de Ensino a Distância da Escola Judiciária Eleitoral deste TRE (eadeje.tre-mt.jus.br).

“A Escola é parceira dessa iniciativa porque entendemos a sua extrema importância para o aprimoramento do processo relativo ao registro de candidatura. Espero que os cursistas aproveitem ao máximo todo o conteúdo que foi elaborado de forma didática e completa. A Escola emitirá certificado para todos que concluírem o curso”, ressaltou a diretora da EJE, Ana Cristina Silva Mendes.

Entre os assuntos relevantes sobre o Registro de Candidaturas, e que serão abordados no curso estão: convenções partidárias, sistema CANDex, documentos que o candidato deve apresentar; divulgação das candidaturas, processamento do pedido de registro, elaboração da ata de convenção dos partidos, preenchimento do cadastro, envio/entrega dos registros, quantidade de candidatos que podem ser registrados por cada partido, a possibilidade de os partidos indicarem pessoas para as vagas remanescentes não preenchidas dentro do prazo, a maneira de se proceder diante da necessidade de substituições de candidatos e o percentual mínimo de vagas reservadas para cada sexo.

Leia Também:  Esposa de Abílio, Samantha é eleita presidente da CCJR na câmara de Cuiabá

Ao término da solenidade de lançamento, o presidente do TRE fez uma ressalva. “O conteúdo do curso não vincula a decisão dos Relatores e, muito menos, a decisão a ser proferida pelo Tribunal em cada caso concreto, cabendo aos advogados dos Candidatos, dos Partidos, das Coligações ou das Federações, dentro de suas competências legais, orientar os candidatos e as agremiações partidárias”.

 

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

COMENTE ABAIXO:

POLITICA

Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

Publicados

em

Por

JB News

pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

Leia Também:  Democratas de MT realiza encontro de confraternização nesta sexta-feira

Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

Leia Também:  Gisela Simona e presidente da Câmara de VG Fabio Tardin são os entrevistados desta terça-feira no programa Tema Livre

O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

Veja:

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA