POLITICA
Wener Santos não vai concorrer às eleições em outubro para continuar a frente do MT-PAR, a pedido do governador
JB NEws
Da Redação
Wener Santos com pouco mais de dois anos à frente da empresa pública MT PAR, responsável por viabilizar e operacionalizar diversos projetos com grandes volumes de recursos, estava construindo sua candidatura a deputado estadual pelo PP, com apoio de grandes lideranças, prefeitos e empresários de boa parte do estado, inclusive com apoio do ex-senador e ex-ministro Blairo Maggi (PP), tinha praticamente todo seu projeto viabilizado, por conta dos inúmeros trabalhos desenvolvidos. Mas com uma mudança no quadro político, Wener deixa o sonho de ser deputado nessas eleições para continuar à frente da MT PAR, a pedido do governador Mauro Mendes.
O certo que o irmão do ex-senador Cidinho Santos tem a total confiança do governador para continuar à frente da pasta, que nos próximos anos entregará grandes obras para o Estado.
Entre as obras, está a construção do Parque Novo Mato Grosso em Cuiabá, sendo um dos maiores Parque de multieventos da América Latina.
Outro Projeto de grande proporção será a construção de 20 mil casas populares, com um valor estimado em mais R$ 3 bi milhões reais, uma parceria entre o governo federal (Casa Verde Amarela), com o governo estadual no programa Ser Família.
Existe também o MT Conectado que levará internet de qualidade para os 141 municípios de Mato Grosso, atendendo principalmente a comunidade rural, resolvendo um dos grandes gargalos na produção, onde praticamente todos os maquinários para produção nos dias atuais são conectados à internet, atendendo também o setor turístico do estado, levando qualidade na distribuição e conectando Mato Grosso, com o resto do mundo.
O MT PAR também firmou uma parceria com Instituto de Terras de Mato Grosso (INTERMAT), onde irão em conjunto realizar a entrega de títulos definitivos para mais de 30 mil famílias, no Programa de Regularização Fundiária Urbana.
Ainda este ano o MT PAR e o MT Gás, irá resolver um problema das empresas instaladas no Distrito Industrial de Cuiabá, levando Gás através do gasoduto, para aumentar a produção, acelerando e aquecendo o mercado, aumentando a competitividade das empresas mato-grossenses.
Outro grande projeto é o MT Iluminado em parceria e SINFRA, um investimento de 150 milhões de reais, onde serão substituídas cerca de 400 mil lâmpadas todas em Led, em todos os 141 municípios do estado.
Ainda sobre energia, o MT PAR já tem viabilizado para levar aos 141 municípios do estado o projeto de energia renovável. A ideia é que o governo crie os parques solares para atender os prédios públicos estaduais e municipais, reduzindo os custos de energia tanto para os poderes, quanto a redução de taxa de iluminação pública par a população de cada cidade do estado.
Diante do um volume em projetos e investimentos para MT, o governador Mauro Mendes achou por bem pedir a Wener que recuasse de seu projeto político para continuar à frente da pasta, o que foi feito.
POLITICA
Projeto de Medeiros propõe anistia a multas de caminhoneiros e envolvidos no 8 de janeiro
JB News
por Redação
_Proposta prevê perdão de penalidades por bloqueios de rodovias e ocupação de prédios públicos_
O deputado federal José Medeiros (PL) apresentou um projeto de lei que propõe a anistia de multas aplicadas a pessoas que participaram de bloqueios de rodovias após as eleições de 2022 e das invasões aos prédios dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
A medida prevê o perdão de penalidades impostas por órgãos da administração pública, incluindo autarquias e agências reguladoras. A proposta também contempla a remissão das dívidas decorrentes dessas multas, alcançando tanto sanções já aplicadas quanto aquelas ainda em fase de análise ou cobrança.
Na justificativa, Medeiros afirma que a proposta busca promover a pacificação social e revisar penalidades aplicadas no período pós-eleitoral.
“Esse projeto não é sobre passar a mão na cabeça de ninguém, é sobre fazer justiça. O que vimos após as eleições de 2022 e nos episódios de 8 de janeiro foram punições desproporcionais, muitas vezes aplicadas de forma generalizada, atingindo pessoas que não tiveram o devido direito de defesa”, afirmou.
O deputado destaca ainda que a proposta abrange sanções administrativas relacionadas à interdição de vias públicas e à ocupação de prédios públicos no período pós-eleitoral, beneficiando participantes de manifestações registradas em diferentes regiões do país.
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