Geral

Reunião em Brasília na próxima semana definirá permanecia ou não  de Odílio Balbinotti na disputa pelo governo de Mato Grosso pelo PL

Publicados

em

 

VEJA O VÍDEO

JB News

Por Nayara Cristina

O presidente do Partido Liberal em Mato Grosso Ananias Filho, comentou nesta quarta-feira 12.03, sobre os rumores da desistência agropecuarista e empresário Odílio Balbinote Filho a governo do estado nas eleições de outubro de 2026.

Segundo as informações de bastidores o empresário já teria jogado a toalha, e não tentaria mais a candidatura. Embora ainda não tenha comunicado oficialmente.

Para Ananias existe ainda possibilidade de o agropecuarista ingressar ao PL, E que na semana que vem irá a Rondonópolis para tentar minimizar o recuo de Odílio ao governo.

Ananias disse ainda que Odílio continua na manifestação de que o melhor caminho é o PL. E que ainda não  se posicionou quanto a sua desistência.

Segundo Ananias, na semana que vem uma comissão onde terá o empresário irá a Brasília se reunir com militantes do PL, inclusive com a presença do ex-presidente Bolsonaro para definir a situação do postulante. Se ele continua ou não na construção do seu projeto ao governo de MT pelo PL.

Leia Também:  Cuiabá registra 8 óbitos por Coronavírus neste domingo

“Ele só vai aguardar uma reunião mais abrangente. E na semana que vem estremos em Brasília. E a partir da semana que vem teremos uma clarividência maior do que vamos traçar para Mato Grosso”. Disse Ananias.

Por outro lado, o atual senador Wellington Fagundes tem se articulado de todas as maneiras para ser o candidato da sigla em Mato Grosso.  Oque dificulta ainda mais a possibilidade de Odílio continuar seu projeto pelo mesmo partido. Por conta das forças politicas que o senador detém fora do contesto partidário. Inclusive já adiantou que tem  histórias, e que elas a permitem o elevar ao cargo de candidato a governo por MT.

VEJA:

 

COMENTE ABAIXO:

Geral

Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

Publicados

em

Por

JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

Leia Também:  Diego Taques vence a eleição em Acorizal, Bruno Mena em Matupá e Thiago Oliveira em Torixoréu

Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA