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Projeto coordenado pela Secretaria da Mulher e Núcleo de Apoio à Primeira-dama beneficiará quatro mães solo com reforma residencial em parceria com a iniciativa privada

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A Secretaria Municipal da Mulher e o Núcleo de Apoio à Primeira-dama, em conjunto com a pintora profissional Solange Prado de Sousa e a iniciativa privada, lançaram o projeto ‘Colorindo a Vida’ na última sexta-feira (24), no auditório da pasta. A primeira beneficiária da ação, que reformará os lares das chamadas mães solo, as mulheres que criam os filhos sozinhas, participou do evento.

Os serviços de pintura residencial e melhorias básicas na estrutura dos lares estão presentes no escopo do projeto, que conta com a parceria de oito empresas do setor de materiais de construção, iluminação, elétricos, entre outros.

“Reunimos algumas pintoras e pintores para ir até à casa e fazer um diagnóstico de toda a patologia para ver quais os serviços que necessitam ser feitos. Vou entrar com a pintura de portas, janelas, paredes e demais serviços para proporcionar o melhor para essa mãe”, contou Solange.

De acordo com a secretária da Mulher, Cely Almeida, 15% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres, sem a presença de um cônjuge, e mais de 70% estão inseridos em níveis socioeconômicos críticos, sendo beneficiárias de programas sociais públicos.

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“As mulheres que estamos buscando são referenciadas pelos CRAS e CREAS e seguem critérios que geralmente as enquadram em realidades sociofamiliares de dificuldade financeira e social. Nós queremos cuidar dessas mulheres, dando apoio, oferecendo cursos e melhorias de vida, como este projeto irá proporcionar.”

Serão quatro beneficiárias, nessa primeira etapa, que serão apontadas pelos Centros de Referência em Assistência Social e que deverão seguir alguns critérios, entre eles estar inserida no Cadastro Único, possuir escritura da casa, no caso de aluguel ter a anuência do proprietário e residência com até 42 metros quadrados.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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