Policial
Policia civil prende traficante que vendia drogas pelo WhatsApp
Polícia Civil prende traficantes que divulgavam venda de drogas pelo WhatsApp
Com informações da PJC-MT
Dois traficantes que divulgavam o comércio de drogas por meio do aplicativo WhatsApp foram presos em flagrante peça Polícia Judiciária Civil, nesta quinta-feira (09.01), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá). Os dois suspeitos foram flagradas com porções de entorpecentes e apetrechos relacionados ao comércio ilícito e foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
O ponto de venda de drogas, localizado no bairro Jardim São Bento, era monitorado há cerca de um mês pelos policiais da DERF Rondonópolis, desde o recebimento de diversas informações que os suspeitos comercializavam maconha e outras substâncias ilícitas no local.
Segundo o delegado Santiago Rozendo Sanches e Silva, responsável pelas investigações, a principal forma de divulgação e comércio do entorpecente seria por meio de grupos de WhatsApp e os traficantes utilizavam máquinas de cartão de crédito para realizar a venda da droga. Durante monitoramento da residência, os policiais constataram a grande movimentação de pessoas entrando e saindo rapidamente, caracterizando a venda de drogas no local.
Nesta quinta-feira (09), a equipe da DERF recebeu informações de que os suspeitos estariam com grande quantidade de entorpecentes já preparada para venda. Diante das informações, os policiais foram até a residência, onde realizaram a abordagem dos suspeitos.
Em buscas na casa, os policiais encontraram dentro do guarda-roupas a máquina de cartão de crédito utilizada no comércio ilícito. No quintal da residência, foi apreendido um pedaço grande de maconha, 64 porções menores já embaladas para venda, uma balança de precisão, uma embalagem com um comprimido de ecstasy, além de R$ 274 em dinheiro, tesoura e rolos de plástico filme.
Questionados, os suspeitos confessaram a atuação no comércio de entorpecentes e que repartem o lucro das vendas. Também foram apreendidos os celulares dos traficantes, em que foram identificadas evidências da divulgação da venda do entorpecente.
Diante das evidências, os suspeitos foram conduzidos a DERF onde após serem interrogados, foi lavrado o flagrante dos suspeitos por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Policial
Homem confessa sexo com cachorro em zona rural de MT c vira alvo de investigação da Polícia Civil
JB News
por Emerson Teixeira
Foto : PC-MT
A Polícia Civil de Mato Grosso identificou um homem de 32 anos investigado por um caso de zoofilia e maus-tratos a animal na zona rural de Santo Antônio de Leverger. A apuração é conduzida pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), que instaurou inquérito para responsabilizar o suspeito e reunir provas sobre o crime.
As investigações tiveram início após a circulação de um vídeo nas redes sociais, no qual o homem aparece abusando sexualmente de um cão de porte médio. A repercussão das imagens levou à identificação do suspeito, que posteriormente compareceu à delegacia acompanhado de advogado e admitiu a prática criminosa.

Segundo a Polícia Civil, o investigado já possui histórico criminal, com condenações anteriores por roubo e estupro de vulnerável, além de fazer uso de tornozeleira eletrônica. A reincidência em crimes graves acende alerta sobre o perfil do suspeito e reforça a gravidade do caso.
Durante diligências realizadas nas proximidades da BR-364, na área rural onde o fato ocorreu, os policiais encontraram o imóvel fechado, com dois animais mantidos amarrados do lado externo. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para coletar material biológico no animal vítima, que passará por exames para subsidiar o inquérito.

O cão recebeu atendimento com apoio do setor de Bem-Estar Animal da Prefeitura de Cuiabá, que garantiu assistência veterinária e acompanhamento após os maus-tratos.
A conduta investigada se enquadra no crime previsto na legislação ambiental brasileira, especialmente após o endurecimento das penas com a chamada Lei Sansão (Lei nº 14.064/2020), que estabelece reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição de guarda, quando o crime envolve cães ou gatos.
A Polícia Civil reforça que denúncias são essenciais para combater crimes dessa natureza. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo telefone 197 ou diretamente à Dema.
O caso segue sob investigação e deve avançar com base nos laudos periciais e demais elementos coletados, podendo resultar em responsabilização criminal mais ampla diante do histórico do investigado.
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