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Para Botelho manifestantes que quebraram Brasília estão desconectados da realidade, e financiadores tem de pagar pelos atos

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POR Alisson Gonçalves

Durante entrevista na manhã desta terça-feira 10 de Janeiro, o deputado estadual presidente da ALMT Eduardo Botelho (UB), disse que apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro ( PL) que invadiram a Sede dos Trés poderes em Brasília, estavam “desconectados da realidade”.

Segundo o parlamentar, a maioria da população, não sabia realmente o que estava acontecendo e achavam que estavam tomando poder, ou seja totalmente fora da realidade.

Por outro lado Botelho afirmou que os financiadores dos atos, esse sim deveriam ser punidos, porque eles sabem o que realmente estava acontecendo.

“Os que estavam lá, em sua maioria estão totalmente desconectados da realidade, muitos não sabiam o que estava acontecendo, estavam achando que já haviam tomado o poder, eu vi muita gente achando que poderiam ficar lá, que não iriam mais sair, eles não estavam entendendo, mas quem levou, financiou, alugou ônibus, esses têm que ser penalizados, porque foram essas pessoas que levaram esses manifestantes até lá e os colocaram nessa situação vexatória, para eles, para o Brasil e para a nossa democracia brasileira” disse Botelho.

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O presidente da ALMT ainda chegou a criticar o ex- presidente Bolsonaro, segundo o Botelho esse ato onde supostamente o ex-presidente tem uma pequena parcela de culpa, vai deixar a sua imagem negativamente o que poderá atrapalhar em uma possível candidatura nos próximos anos.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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