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Nutricionista dá dicas de como aproveitar alimentos durante pandemia

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Com planejamento, decisões do que fazer e comer refletem tanto na saúde como no bolso dos brasileiros

 

 

A quarentena determinada por municípios brasileiros no mês de março, devido à pandemia do novo coronavírus (COVID-19), tem exigido paciência e criatividade dos brasileiros. A mudança exigida às pressas impactou no trabalho de muitos e tem refletido no bem-estar físico e mental.

Para a nutricionista Iara Gamboa de Oliveira, o isolamento pode gerar ansiedade, que por sua vez impacta diretamente nos hábitos alimentares. “Com algumas variações, antes tínhamos uma rotina de tomar café da manhã em casa ou a caminho do trabalho, com pausas durante o nosso horário comercial para os lanches e almoço. À noite, voltávamos pra casa e era a hora do jantar. Agora, para os que estão 24 horas por dia em casa, essa rotina sofreu uma mudança drástica e tem sido desafiadora”, explica a profissional, que atua na rede de supermercados Casa Aurora.

O primeiro obstáculo, diz Iara, é usar a ansiedade do momento para “descontar” na comida. “O momento é difícil para todos nós. Requer, portanto, planejamento. Tanto para fazermos uma boa gestão do nosso tempo, como para fazermos uma gestão dos alimentos que temos em casa e dos nossos recursos financeiros. O ideal é que sejam realizadas as seis refeições diárias recomendadas do ponto de vista nutricional: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia. Definir horários para cada uma delas também auxilia a manter uma rotina”.

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Outra dica é checar quais alimentos estão na geladeira e na dispensa e, a partir disso, criar um menu para a semana. O reaproveitamento também é importante na hora de economizar. “Se o tomate estiver muito maduro é possível fazer um molho caseiro. Bananas muito maduras podem ser utilizadas para fazer doce e suas cascas podem ir em receitas de bolo. O arroz do almoço pode se transformar em um bolinho de arroz na janta. Ao consumir vegetais, como brócolis ou couve-flor, lembrar de usar seus talos, que são bastante nutritivos”.

A nutricionista recomenda também um “prato colorido”, aumentar consumo de vegetais, frutas e legumes e evitar alimentos processados e ultraprocessados. “É preciso lembrar que a quarentena não é férias e que manter a saúde, mental e física, em dia é importante para o corpo. Assim, procure tirar da dieta os alimentos prontos, aqueles com muita gordura, açúcar e sódio. Outra dica é praticar atividades físicas em casa mesmo, como exercícios funcionais. O isolamento social é difícil, mas é bom lembrar que todo esse período é uma fase e que, como tantas outras, em breve passará”, pontua.

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COVID-19 – A rede de supermercados Casa Aurora adotou desde meados de março uma medida para auxiliar no combate à propagação do novo coronavírus (COVID-19). Os clientes que são considerados do grupo de risco podem realizar suas compras pelo telefone, com direito à entrega das mesmas.

De acordo com o Ministério da Saúde, são considerados deste grupo os idosos, os diabéticos, os hipertensos e as pessoas com problemas respiratórios, como asma. A Casa Aurora está localizada na Região Norte de Mato Grosso, com duas lojas em Sinop, uma em Sorriso, uma em Guarantã do Norte e uma em Matupá.

 

CASA AURORA – Para mais informações a respeito de ações que a rede está fazendo em suas lojas, acompanhe pelo site: http://casaaurora.com.br ou ainda pelo Instagram, no endereço instagram.com/casaaurorasupermercados.

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TJ mantém penhora em conta da UFMT para pagar empresa de segurança

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Presidente do TJ mantém penhora em conta da UFMT para pagar empresa de segurança

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) manteve um bloqueio de R$ 726,8 mil nas contas da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) destinado a pagar a empresa MJB Vigilância e Segurança Ltda por serviços de segurança prestados à instituição de ensino. A decisão foi proferida nesta terça-feira (26) pelo desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, presidente do TJ, ao negar um pedido de suspensão de liminar feito pela Universidade que tenta desbloquear sua conta sem efetuar o pagamento do débito.

A primeira ordem judicial, determinando a penhora nas contas da UFMT, foi proferida pela juíza Anglizey Solivan de Oliveira, da 1ª Vara Cível de Cuiabá, em 11 de outubro de 2019. A magistrada é responsável pelo processo de recuperação judicial da MJB Vigilância e Segurança e da MJB Comércio de Equipamentos Eletrônicos e Gestão de Pessoal Ltda que tramita na Justiça desde maio do ano passado. À época, ela acolheu os argumentos do advogado Marco Aurélio Mestre Medeiros, representante da empresa, determinando que a UFMT não condicionasse o pagamento pelos serviços prestados pela empresa de segurança, à apresentação de certidão negativa de débito tributário, previdenciário ou trabalhista, e ainda da certidão de falência e recuperação judicial ou concordata.

Mesmo diante de uma decisão judicial, a Universidade não cumpriu a mesma e nem pagou as notas fiscais relativas aos serviços de segurança já prestados pela empresa. Por isso a magistrada mandou penhorar as contas da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso junto à Caixa Econômica Federal no valor de R$ 726,8 mil para o pagamento dos salários e benefícios dos trabalhadores da MJB Segurança.

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Desde então, a UFMT vem ingressando com recursos tentando derrubar o bloqueio de suas contas sem pagar os débitos junto à empresa que encontra-se em dificuldades financeiras até mesmo para honrar salários dos funcionários, motivo pelo qual recorreu ao instituto da recuperação judicial e teve o pedido deferido.

No decorrer do andamento processual, a Justiça ressaltou que a estratégia da UFMT ao reter o pagamento dos valores pelos serviços já executados pela MJB Segurança configura enriquecimento ilícito da administração pública e viola o princípio da legalidade, tendo em vista que não consta tal modalidade de sanção no artigo 87, da Lei 8.666/93, que rege os contratos firmados entre as partes. Por isso já negou outros pedidos de desbloqueio das contas.

A decisão mais recente foi em consonância com parecer do Ministério Público Estadual (MPE) que se manifestou pelo indeferimento do pedido de suspensão da liminar. “Com efeito, nos estritos limites impostos à apreciação do presente incidente, verifica-se que a determinação de bloqueio online de valores tem por objetivo o pagamento de notas fiscais relativas ao contrato administrativo firmado entre a Universidade e a Interessada”, diz trecho do despacho do presidente do Tribunal de Justiça .

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O magistrado rejeitou as alegações da UFMT de que as decisões contrárias a ela “criam uma espécie de execução forçada contra a Fazenda Pública”, em dissonância com o arcabouço legal, assim como infringem “a regra constitucional que impõe sejam os pagamentos submetidos ao regime de precatórios”.

Com entendimento favorável aos argumentos do advogado Marco Aurélio Medeiros, o presidente do TJ manteve a penhora nas contas da Universidade e citou trechos da decisão proferida na ação de recuperação judicial, “A mesma lógica se aplica à decisão do Juízo de Primeiro Grau que determinou a intimação da FUFMT para comprovar o pagamento de outras notas fiscais, sob pena de adoção de medidas constritivas (Id 30430206 da recuperação judicial). Também nessa hipótese, por se referir a notas fiscais de serviços efetivamente prestados, não se traduz a decisão em ameaça à ordem ou à economia públicas. Ante o exposto, INDEFIRO o pedido de suspensão da execução de decisões proferidas nos autos da Recuperação Judicial n. 1020702-77.2019.8.11.0041, em trâmite na 1ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá”, escreveu o desembargador Carlos Alberto da Rocha.

Stephanie Romero

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