Nacional

MME divulga lista de instituições da sociedade civil que disputarão vagas ao Plenário do Fórum Nacional de Transição Energética

Publicados

em

O Ministério de Minas e Energia (MME) aprovou, nesta quarta-feira (26/3), a lista de instituições da sociedade civil que poderão compor o plenário do Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte) para o ciclo 2025/2026. A divulgação dos nomes foi feita pelo Comitê Executivo do Fonte (CE Fonte) e  seguiu o cronograma estabelecido pela Resolução CEFONTE nº 3/2025. 

Após o período de inscrições, que se encerrou em 23 de fevereiro, a documentação das instituições foi avaliada pela equipe do MME, que participa da Secretaria Executiva do Fonte, seguindo os critérios de habilitação definidos no edital de convocação. Representantes do Ministério da Educação (MEC), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) também participaram do processo de habilitação.

Em 11 de março, foi publicada a lista prévia das instituições habilitadas, seguido por um período para apresentação de recursos, que foram analisados pela Secretaria Executiva do Fonte e deliberados pela maioria simples dos membros do CE Fonte durante a reunião.

Por meio desse processo de seleção pública das instituições da sociedade civil, elaborado após reuniões com diversos segmentos, o MME estabeleceu critérios de seleção de forma transparente e democrática para escolher as que melhor poderiam poderiam representar a sociedade civil no Plenário do Fonte. “Esse fórum tem o papel para apresentar anualmente uma Carta de Recomendações ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), promovendo uma transição energética que seja justa, inclusiva e que realmente contemple as necessidades de uma sociedade sustentável”, destacou o secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento, Thiago Barral.

Leia Também:  Programas brasileiros de participação social são apresentados em fórum internacional na Argentina

Em alguns subsegmentos, nas vagas dedicadas aos temas Petróleo e Gás, Biocombustíveis e Transportes e Mineral, as habilitações coincidiram com o número de vagas, eliminando a necessidade de um processo de votação. Para os temas como Elétrico e suas fontes relacionadas à transição energética, Mudanças climáticas e transição energética, as habilitações chegaram a 13 e 10 candidaturas, respectivamente, para as vagas ofertadas. 

A próxima fase do processo será a eleição, que ocorrerá em 15 de abril, por videoconferência. As instituições habilitadas terão a oportunidade de votar cada subsegmento, escolhendo as instituições que melhor representem os temas a serem tratados, alinhando-se com a proposta de uma transição energética justa e sustentável. Somente após eleitas, as instituições indicarão os nomes dos representantes, titular e suplente, que precisarão buscar cumprir os critérios de representatividade regional, racial, étnica e de gênero.

O processo de eleição seguirá o item 9 do Edital. As principais datas são:

Eleição e Divulgação do resultado – 15/04/2025

Checagem do cumprimento dos critérios de representatividade – 15/04/2025 durante a eleição

Leia Também:  Brasil recebe representantes de 25 países para workshop global sobre Agenda 2030 e Relatórios Nacionais Voluntários

Publicação dos resultados da eleição – 16/04/2025

Prazo máximo para indicação formal dos representantes das instituições eleitas – 25/04/2025

Publicação de portaria, pelo MME, de designação dos representantes das instituições eleitas – 09/05/2025

Além do MME, o Comitê Executivo do Fórum Nacional de Transição Energética também é composto pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Ministério das Relações Exteriores (MRE), Casa Civil e Secretaria Geral da Presidência da República (SG/PR).

Acesse aqui a homologação da lista de instituições habilitadas.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759/5620 E-mail: [email protected]


 Instagram ●  Twitter ●  Facebook ●  YouTube ●  Flickr ●  LinkedIn

 

Fonte: Ministério de Minas e Energia

COMENTE ABAIXO:

Nacional

Ministério da Justiça e Segurança Pública notifica Google e Apple sobre aplicativos de bets ilegais

Publicados

em

Por

Brasília – 18/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) enviou ofícios à Google Brasil e à Apple, nesta sexta-feira (17,) solicitando esclarecimentos sobre a disponibilização de aplicativos de apostas ilegais — os chamados bets — em suas respectivas lojas virtuais, a Play Store e a App Store, sem autorização do Ministério da Fazenda.

Os Ofícios nº 455 e nº 456/2026, assinados pelo Secretário Nacional de Direitos Digitais e pelo Secretário Nacional do Consumidor, foram produzidos a partir de monitoramento de rotina da Coordenação-Geral de Classificação Indicativa da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (SEDIGI).

O levantamento identificou, em caráter preliminar, inúmeros aplicativos disponíveis para download que aparentemente promovem, ofertam ou viabilizam o acesso a apostas de quota fixa e outras modalidades lotéricas sem autorização regulatória emitida pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

De acordo com os ofícios, os aplicativos identificados não estão sequer dissimulados sob o pretexto de outras funcionalidades, sendo encontrados com facilidade por meio de termos de busca simples, como a expressão “jogo do Tigrinho”. Exemplos dos aplicativos levantados constam nos anexos dos documentos.

Leia Também:  Governo aberto é apontado como caminho para clima, democracia e combate à fome na COP30

O Ministério aponta que as condutas identificadas, em juízo preliminar, contrariam a legislação de proteção dos direitos da criança e do adolescente na internet — especificamente o art. 6°, inciso IV, da Lei nº 15.211/2025 — e o Código de Defesa do Consumidor (arts. 10, 18 e 39, inciso IV), podendo resultar em responsabilização solidária de toda a cadeia de fornecedores. Destaca-se ainda o art. 21 do Decreto 12.880/ 2026, que regulamenta o ECA Digital e determina expressamente que lojas de aplicações e sistemas operacionais devem impedir a disponibilização de produtos ou serviços que promovam acesso a loterias não autorizadas pelos órgãos competentes.

As empresas notificadas devem apresentar esclarecimentos circunstanciados e acompanhados de documentação comprobatória sobre as políticas internas aplicáveis à distribuição de aplicativos de apostas; os procedimentos de triagem prévia adotados para verificar autorizações regulatórias e mecanismos de verificação de idade; e uma relação nominal atualizada de todos os aplicativos das categorias Loterias, Apostas, Cassino, Bets e correlatas atualmente disponíveis para usuários no Brasil, com indicação do desenvolvedor responsável, classificação indicativa e autorização regulatória declarada.

Leia Também:  Audiência pública debaterá propostas para construção do Plano Pena Justa em MT

O Ministério ressalta que a lista oficial das operadoras de apostas de quota fixa regularmente autorizadas no âmbito federal é mantida pelo Ministério da Fazenda e está disponível para consulta pública em gov.br/fazenda (acrescentar link), o que torna a verificação da regularidade dos aplicativos uma providência de baixa complexidade operacional.

Os ofícios têm natureza informativa e instrutória, não constituindo, por si sós, aplicação de sanção. Contudo, as respostas apresentadas — ou sua ausência — poderão permitir a instauração de procedimento administrativo próprio.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA