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Ministro destaca restrição de celulares nas escolas para proteção infantojuvenil

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O  ministro da Educação, Camilo Santana, foi o convidado desta quarta-feira, 13 de agosto, do programa “Bom dia, Ministro”. Na entrevista, Santana apontou medidas do governo federal para o incremento da cidadania digital e do uso da internet para fins educativos: “É fundamental lembrar a necessidade de regulamentar as plataformas digitais nesse país. O que já conseguimos foi limitar o uso nas escolas. Hoje é proibido, a não ser para fins pedagógicos, com orientação do professor”, pontuou 

Foi indicada, por exemplo, que a restrição do uso de celulares nas escolas já se configura uma importante ação da pasta de combate à adultização de crianças e adolescentes e mecanismo de proteção e prevenção para estudantes nas redes sociais. Na entrevista, Camilo Santana lembrou que o governo federal atuou, junto ao Congresso Nacional, pela aprovação da legislação que restringe o uso do celular nas escolas brasileiras. Segundo o ministro, estudos científicos demostram os prejuízos que o uso excessivo de telas pode causar em crianças e adolescentes, como transtornos mentais, ansiedade e deficit de atenção.  

“Uma das maiores preocupações que tivemos, um trabalho feito junto ao Congresso Nacional, foi aprovar a restrição do uso do celular nas escolas. Estudos mostram cientificamente os prejuízos e transtornos que o uso excessivo de telas pode causar, principalmente em determinadas fases da vida”, afirmou o ministro da Educação. 

A regulamentação das plataformas digitais também foi defendida pelo gestor, como uma medida complementar do governo federal para cuidado à infância e à adolescência, mas é importante também os pais terem a consciência de acompanhar o uso desse equipamento dos seus filhos”. O ministro reforçou que, “antigamente, os pais se preocupavam muito com os filhos fora de casa, os riscos na rua”. E que atualmente, o risco pode estar dentro de casa:É importante esse cuidado da orientação com pais, crianças, jovens e adolescentes”. 

A Lei (15.100/2025), que regula o uso dos celulares nas escolas, objetiva a construção de um ambiente escolar mais equilibrado e focado na aprendizagem, preservando a saúde mental e física do estudante. E por meio da Estratégia Nacional das Escolas Conectadas (Enec), o Ministério da Educação (MEC) atua para oferecer uma educação com tecnologia voltada para a cidadania digital, com ações que garantam conectividade pedagógica e de qualidade. Além disso, o MEC coordena a Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI), lançada neste mês, que visa à proteção, ao desenvolvimento integral e ao pleno exercício dos direitos das crianças de zero a seis anos de idade.  

A formação de professores e diretores também foi lembrada por Camilo Santana como uma formas de atuação do MEC. Por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec), são oferecidos cursos de formação e orientação contra o uso indevido de equipamentos e bullying, promovendo cidadania digital. “Estamos com uma rede de orientação nas escolas para a formação de professores, de diretores. É a cidadania digital. O governo do presidente Lula tem um programa de conectividade nas escolas, para conectar todas as escolas públicas com fins pedagógicos até 2026, mas é fundamental entender que a gente quer o uso digital, da tecnologia, para a boa formação, pelo humanismo, para construir uma cultura de paz. Essa é a orientação que a gente tem procurado dar às escolas e junto aos professores”, esclareceu. 

Em entrevista na noite de terça-feira, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou que o governo federal enviará um projeto de lei ao Congresso Nacional para regular o tema. “É preciso criar o mínimo de comportamento, o mínimo de procedimento no funcionamento de uma rede digital que fala com crianças e com adultos e que, muitas vezes, ninguém assume a responsabilidade pelo conteúdo”, afirmou o presidente. 

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Educação básica O ministro da Educação reforçou que o MEC não poupa esforços para investir na educação básica do país, com a implementação de programas voltados ao incremento da alfabetização, da escola em tempo integral e à formação de professores, entre outros. A educação em tempo integral foi defendida por Santana como resposta à necessidade de uma escola segura para o estudante e que seja, ao mesmo tempo, atrativa. 

Entendemos que a escola de tempo integral é a escola que olha para o projeto de vida do aluno. Ela é o modelo de vários países do mundo. Nele, o aluno passa o dia na escola, faz as refeições, faz um esporte, uma complementação nas disciplinas”, explicou. Santana destacou o esforço em implementar as políticas do Plano Nacional de Educação, que prevê 25% das matrículas do ensino básico em tempo integral.  

Educação Profissional e Tecnológica A articulação do ensino médio com uma educação profissional e tecnológica (EPT) também por abordada pelo ministro da Educação, Camilo Santana. Na entrevista, foi reforçada a construção de 100 novos institutos federais, uma das estratégias do governo federal para ampliar as matrículas na área. “Em 2023, quando nós fizemos uma consulta para as mudanças do ensino médio, 85% dos alunos responderam que gostariam de ter o ensino médio vinculado ao ensino técnico brasileiro”, revelou.  

Santana destacou a criação, pela primeira vez no país, da Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica, aprovada pelo Congresso Nacional. Ele informou que o presidente Lula vai regulamentar a lei nos próximos dias. “Nós temos uma política, temos uma estratégia, temos uma rede importante federal e estadual também, toda articulada a nível nacional”, disse. 

Ele ainda indicou ainda a importância do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), que irá promover a revisão dos termos das dívidas dos estados e do Distrito Federal com a União. A partir do programa, parte dos juros das dívidas será revertida para áreas como a educação profissional. “A União está reduzindo o pagamento dos juros e dessa dívida. Em contrapartida, os estados vão ter que investir 60% em educação. A nossa estratégia é que todos esses recursos sejam investidos na ampliação do ensino técnico profissionalizante e do ensino médio brasileiro”, observou.  

Santana informou que o MEC pretende aumentar o número de estudantes matriculados no ensino médio vinculado à EPT – atualmente, em 12% , por meio do Propag. “Serão bilhões de reais que os estados deixarão de pagar a União, mas terão que ampliar o ensino técnico médio nos seus estados. Essa é uma grande estratégia que vai ter um impacto importante, tanto do ponto de vista social quanto do ponto de vista econômico, na qualificação da mão de obra do profissional”, considerou. 

Enem O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) também foi citado na entrevista, com alguns dados destacados pelo ministro da Educação. Santana comentou a liderança das mulheres nas inscrições, com 60% de participação, e o aumento no número de indígenas na realização do exame, que cresceu 90%.  

“O Enem talvez seja uma das políticas de mais equidade, de mais acesso democrático. A gente tem estimulado no Brasil os alunos a fazerem. É de graça para quem está no ensino médio. Por isso, que um dos incentivos do prêmio [Prêmio MEC da Educação Brasileira] é o número de alunos que fazem o Enem. Para estimular o estado e a rede na articulação dos seus alunos a se inscrever e fazer a prova do Enem, a única forma de acessar o Prouni [Programa Universidade para Todos], as universidades federais pelo Sisu [Sistema de Seleção Unificada], o Fies [Fundo de Financiamento Estudantil], explicou.  

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Camilo Santana destacou que o presidente Lula mudou a cara das universidades do país, promovendo acesso à parcela da população com mais vulnerabilidades econômica e social. Hoje a filha de um trabalhador, de uma doméstica tem acesso à universidade, e nós precisamos estimular isso. O presidente Lula está universalizando a assistência estudantil para alunos indígenas e quilombolas no Brasil. Nós estamos investindo para garantir que nenhum aluno indígena ou quilombola esteja fora da universidade federal e deixe de receber a bolsa, que aumentamos para R$ 1.400 por mês”, informou. 

Mais professores O programa Mais Professores para o Brasil também foi destacado pelo ministro da Educação como uma estratégia para fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério. Ele informou que, quando assumiu o MEC, 86% da formação de professores de licenciatura era feita 100% a distância.  

Nesse sentido, o Ministério da Educação lançou a Prova Nacional Docente, porta de entrada para o serviço público para professores e concluintes de licenciatura; e o Pé-de-Meia Licenciaturas, para atrair estudantes com bom desempenho no Enem a ingressarem e concluírem cursos que formam professores. Para mim, é a mais importante profissão, porque todos nós passamos pelo professor: o médico, o jornalista, o advogado, o engenheiro”.  

Outra ação do programa citada por Camilo Santana foi a Carteira Nacional de Docente no Brasil, cuja criação será votada no Congresso Nacional, para facilitar a comprovação do vínculo profissional. Ele observou que, atualmente, os professores precisam apresentar contracheques ou outros documentos emitidos pelas secretarias de Educação. “Eu quero, no mês de outubro, o mês de comemoração do professor, que a gente possa entregar essa carteira com uma forma de autoestima do país, de criar uma cultura para reconhecer a importância do papel do professor para a sociedade e para a nação”, comemorou. 

Prêmio MEC Camilo Santana ainda ressaltou o Prêmio MEC da Educação Brasileira, entregue nesta segunda-feira, 11 de agosto, para 116 premiados. O objetivo é incentivar a adoção de políticas, programas, estratégias e iniciativas destinados à melhoria da qualidade da aprendizagem na educação básica, com equidade, e de forma alinhada ao Plano Nacional de Educação (PNE).  

“É uma forma de reconhecer os esforços das redes, dos municípios, dos professores, dos diretores de escola. E é impressionante os bons resultados que muitos municípios têm nas escolas brasileiras. O presidente até chamou de o Oscar da Educação. Um país só é um país soberano se nos tornarmos um país justo, de oportunidade, se todos tiverem acesso à educação de qualidade. A educação transforma a vida das pessoas”, considerou. 

Programa – O “Bom Dia, Ministro” é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Participaram do programa desta quarta-feira jornalistas da Rádio Nacional Brasília, Amazônia e Alto Solimões (EBC); da Rádio Verdinha, de Fortaleza; da Rádio Sagres, de Goiânia; do portal O Tempo, de Belo Horizonte; da Rádio Sociedade, de Salvador; da Rádio Bandeirantes, de São Paulo; e do portal O Liberal, de Belém. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

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MEC lança programa de grêmios estudantis em Congresso da Ubes

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O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta quinta-feira, 16 de abril, o Programa Nacional de Grêmios Estudantis – Participa Jovem Educação, durante o 46º Congresso Nacional da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Conubes), realizado de 16 a 19 de abril, em São Bernardo do Campo (SP). O evento contou com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e da Secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo. 

Com investimento previsto de R$ 45 milhões entre 2026 e 2028, o programa organiza e fortalece as políticas públicas de participação juvenil no ambiente escolar e incentiva a implementação da Lei nº 7.398/1985, conhecida como Lei do Grêmio Livre, que assegura aos estudantes o direito de organizar entidades representativas nas escolas. 

“O grêmio estudantil é a porta de entrada para a consciência política da juventude brasileira. Essa conquista deve ser celebrada. Agora esperamos que vocês ocupem as escolas e ocupem os grêmios estudantis”. Leonardo Barchini, ministro da Educação. 

Durante a cerimônia de abertura do evento, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, destacou a importância dos grêmios estudantis como espaços de formação cidadã e participação política com protagonismo juvenil. “O grêmio estudantil é a porta de entrada para a consciência política da juventude brasileira. Essa conquista deve ser celebrada. Agora esperamos que vocês ocupem as escolas e ocupem os grêmios estudantis. Defendam um projeto de educação pública, gratuita e de qualidade”, incentivou. 

A iniciativa pretende apoiar, incentivar e fortalecer a participação estudantil nas escolas públicas de educação básica, estimulando a criação, a consolidação e a atuação dos grêmios estudantis, a fim de ampliar o protagonismo juvenil e promover uma cultura democrática nas escolas, incentivando o engajamento dos estudantes nos processos de diálogo, gestão e melhoria do ambiente escolar. 

O programa foi estruturado para ampliar a presença e o fortalecimento dos grêmios estudantis nas redes de ensino. Atualmente, os dados educacionais mostram que a presença dessas organizações ainda é desigual no país. Levantamentos recentes indicam diferenças significativas entre estados e regiões quanto ao número de escolas com grêmios ativos, evidenciando a necessidade de políticas nacionais que incentivem a participação estudantil e fortaleçam a gestão democrática nas escolas.  

O Programa Nacional de Grêmios Estudantis – Participa Jovem Educação busca estruturar os grêmios como espaços legítimos de representação estudantil e de formação cidadã, estimulando o envolvimento dos estudantes nas decisões escolares e contribuindo para o desenvolvimento de jovens mais críticos, conscientes e participativos. 

O presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Hugo Silva, destacou o papel histórico dos grêmios estudantis na permanência dos estudantes na escola e afirmou que o novo programa deve fortalecer ainda mais essa atuação nas redes de ensino. “O grêmio ajuda muito nesse processo de manter as pessoas na escola. Na pandemia, por exemplo, era o grêmio estudantil que fazia busca ativa com a direção da escola para que os estudantes retornassem e permanecessem no ensino. Com esse apoio, vai ser possível combater a evasão, e, para além disso, vai transformar as escolas em um espaço mais legal para a comunidade escolar”. 

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Estrutura – O Programa Nacional de Grêmios Estudantis – Participa Jovem Educação será implementado em três eixos principais: coordenação federativa; formação; e difusão, reconhecimento e valorização de saberes. 

No eixo de coordenação federativa, está prevista a criação de uma rede com 106 agentes de governança educacional, indicados por entidades representativas e instituições educacionais, para apoiar a implementação das ações nos territórios e ampliar a capilaridade do programa. Também estão previstos diagnósticos qualitativos sobre o funcionamento dos grêmios e a criação de um índice de maturidade para orientar políticas de fomento à participação juvenil.  

O eixo de formação contempla atividades destinadas a secretarias estaduais e municipais de educação, gestores escolares, professores e representantes estudantis. A proposta inclui orientações sobre a criação e o fortalecimento dos grêmios, além da elaboração de planos de ação e materiais de apoio para estudantes. 

Já o eixo de difusão e valorização prevê a criação da Plataforma Participa Jovem, que reunirá o Cadastro Nacional de Grêmios Estudantis e compartilhará estudos, diagnósticos e experiências exitosas. Também estão previstos editais de apoio a projetos inovadores e a realização do Dia D da Participação Juvenil, com mobilizações e formações voltadas à organização dos grêmios nas escolas. 

Estande – O MEC contará com um estande no evento, no qual os estudantes poderão conhecer as principais políticas da pasta voltadas à juventude, para além do Programa Nacional de Grêmios Estudantis. O espaço também oferecerá atividades interativas e a distribuição de brindes, como marcadores de livros, camisetas, bonés, mochilas e coletes. 

Entre as iniciativas apresentadas estarão o Pé-de-Meia, a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), o Programa Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades para acesso de estudantes da rede pública de ensino à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tencológica (Partiu IF) e o MEC Livros

A poupança do ensino médio é um incentivo financeiro para estudantes da rede pública que frequentam as aulas e concluem o ensino médio. Desde 2024, o programa já beneficiou 5,6 milhões de estudantes, com R$ 18,6 bilhões em investimentos. A iniciativa também prevê incentivos adicionais, como R$ 1.000 ao final de cada ano escolar concluído e uma parcela extra pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), contribuindo para reduzir o abandono escolar e estimular a progressão nos estudos. 

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A CPOP fortalece iniciativas comunitárias que preparam estudantes para o Enem e para o acesso à educação superior. Em 2025, o programa beneficiou 12,5 mil estudantes, apoiando 384 cursinhos populares com R$ 74 milhões em investimento. Para 2026, a previsão é ampliar o alcance para 30 mil estudantes, com 1,2 mil cursinhos apoiados e R$ 290 milhões em investimento. Os estudantes também recebem suporte financeiro no valor de R$ 200 mensais.  

O Partiu IF amplia oportunidades de acesso à educação profissional e tecnológica para estudantes do ensino fundamental da rede pública, especialmente jovens negros, indígenas, quilombolas e de baixa renda. A iniciativa oferece aulas e atividades de recuperação das aprendizagens para apoiar o ingresso na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. A expectativa é beneficiar 78 mil estudantes até 2027, com R$ 463 milhões em investimentos. Os estudantes também recebem incentivo financeiro de R$ 200 mensais. 

Para ampliar o acesso à leitura, com atenção a locais com pouco acesso a bibliotecas e acervos, o MEC Livros tem uma biblioteca digital gratuita que reúne quase 8 mil títulos, entre obras em domínio público e contemporâneas. A plataforma já alcançou quase meio milhão de usuários em apenas duas semanas, reforçando a estratégia de democratizar o acesso à leitura e estimular o hábito de ler entre jovens e estudantes de todo o país. 

Conubes – O 46º Congresso Nacional da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas é promovido pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). O evento é o maior espaço de deliberação e organização do movimento estudantil secundarista brasileiro. Durante o encontro, estudantes de todo o país debatem os desafios da educação pública, formulam propostas e elegem a nova diretoria da entidade para os próximos dois anos. 

O congresso também funciona como espaço de mobilização nacional e de troca de experiências entre grêmios estudantis, entidades representativas e estudantes de diferentes regiões do Brasil. 

Resumo | Participa Jovem 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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