Saúde
Ministério da Saúde abre 4 mil vagas para curso de fortalecimento da Atenção Primária e da Urgência e Emergência
O Ministério da Saúde anunciou a abertura das inscrições para a 2ª edição do Curso de Extensão “Fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) e Urgência e Emergência para a Gestão Municipal”. A iniciativa reforça o compromisso da pasta com a qualificação de gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país.
Serão ofertadas 4 mil vagas gratuitas destinadas a gestores municipais e profissionais que atuam na Atenção Primária à Saúde (APS) e na Rede de Urgência e Emergência (RUE). As inscrições estarão abertas de 15 de janeiro a 27 de fevereiro de 2026. O curso será realizado entre março e junho de 2026 e é totalmente financiado pelo Proadi-SUS, sem custos para os participantes.
A formação tem como objetivo fortalecer competências para a gestão do SUS no território, estimulando a integração entre a Atenção Primária e a Urgência e Emergência e contribuindo para a organização das redes de atenção à saúde.
Com carga horária de 100 horas, o curso será ofertado na modalidade híbrida, com atividades síncronas, assíncronas e possibilidade de encontros presenciais nos territórios. Entre os conteúdos abordados estão fundamentos do SUS, gestão municipal e articulação em rede.
Um dos diferenciais da formação é a elaboração do Projeto de Interferência, construído a partir de desafios reais vivenciados nos serviços de saúde. Os participantes contarão com o acompanhamento de facilitadores de aprendizagem ao longo de todo o percurso formativo.
O processo seletivo prevê análise documental, com divulgação de resultados conforme cronograma estabelecido em edital. Os candidatos aprovados receberão orientações para matrícula e acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem.
A iniciativa é realizada pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e com as Secretarias de Atenção Primária à Saúde (SAPS) e de Atenção Especializada à Saúde (SAES), no âmbito do PROADI-SUS.
Compromisso com equidade e diversidade
Reafirmando o compromisso do Ministério da Saúde com a equidade, a inclusão e a democratização do acesso às políticas de formação, o edital prevê reserva de vagas para pessoas negras, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e pessoas trans e travestis, fortalecendo a diversidade na gestão do SUS.
Caroline Fogaça
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Saúde
Ministério da Saúde incorpora transplante da membrana amniótica para tratamento da diabetes e alterações oculares
O Ministério da Saúde ampliou, nesta quarta-feira (15), o uso da membrana amniótica nos cuidados ofertados no Sistema Único de Saúde (SUS). Após a indicação favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e a publicação das Portarias Nº 20 e Nº 22, ambas da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS), a tecnologia passa a ser indicada para transplantes relacionados a feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares. A expectativa é que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiados com o uso do tecido por ano.
A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto e utilizado na medicina regenerativa, com ação anti-inflamatória e cicatrizante, que reduz as complicações no tratamento de diversas doenças. No pé diabético, por exemplo, a tecnologia possibilita uma cicatrização até duas vezes mais rápida das feridas, quando comparada aos curativos padrão. No SUS, ela já é utilizada no tratamento de queimaduras extensas desde 2025.
Para a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda De Negri, a incorporação de tratamentos inovadores no SUS coloca o Brasil em posição de destaque no uso de tecnologias regenerativas mundialmente, além de ampliar o cuidado com os pacientes na rede pública de saúde.
“Estamos garantindo mais opções terapêuticas para a assistência, beneficiando pacientes com uma chance de recuperação mais ágil, com a redução das possíveis complicações e infecções. Isso significa menos internações prolongadas, menores custos hospitalares e mais qualidade de vida”, destacou a secretária.
Já no tratamento de alterações oculares, como nas pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido auxilia na cicatrização de feridas e pode reduzir a dor, além de otimizar a recuperação da superfície ocular. O novo curativo biológico também contribui para a redução do risco de novas lesões e melhora a qualidade da visão, sendo uma opção eficaz, principalmente para casos mais graves ou que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea.
Vicente Ramos
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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