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Mendes defende Bolsonaro e questiona condenações relacionadas a atos de 8 de janeiro; VEJA O VÍDEO

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Ana Paula Figueiredo

Governador critica penas aplicadas a bolsonaristas e afirma que ex-presidente não pode ser condenado por pensamentos

 

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), declarou que não vê elementos que justifiquem a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela Polícia Federal. Segundo Mendes, não houve tentativa concreta de golpe em 8 de janeiro de 2023.

“Não vimos nenhum tiro, nenhum tanque na rua, nenhuma tentativa de golpe. Vai ser condenado por ter pensado?”, afirmou em entrevista ao podcast do Correio Braziliense. Mendes reforçou que, caso Bolsonaro apenas tenha pensado em agir, não poderia ser condenado por isso.

O ex-presidente está detido desde 22 de novembro, após ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que justificou a prisão como medida para garantir a ordem pública. Na ocasião, Bolsonaro tentou violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda.

Mendes também criticou a dosimetria das penas aplicadas aos bolsonaristas que invadiram os prédios dos Três Poderes em Brasília. Segundo ele, condenações de até 17 anos por depredação seriam exageradas. “Eu sou contra invadir e depredar prédios públicos, mas não a 17 anos. Já vi casos de homicídio, roubo e estupro em que os criminosos saíram da delegacia no dia seguinte”, disse.

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O governador comparou os casos com invasões do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), apontando que houve discrepância nas punições. Apesar das críticas, Mendes reforçou que considera necessário penalizar os responsáveis pelos atos de 8 de janeiro.

Veja o vídeo

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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JB News

 

_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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