EDUCAÇÃO

MEC assina contrato para gerir hospital da Unirio

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O Ministério da Educação (MEC) assinou, nesta quinta-feira, 18 de dezembro, o contrato de gestão que integra o Hospital dos Servidores do Estado (HFSE) à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), sob a gestão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A solenidade ocorreu na sede do MEC, em Brasília, e contou com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana; do ministro da Saúde, Alexandre Padilha; da ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; e do presidente da Ebserh, Arthur Chioro. 

A assinatura marca o fortalecimento da rede pública de saúde no estado. “O grande objetivo desse processo é garantir um hospital que preste bons serviços para a população do Rio de Janeiro e, além de ser um hospital 100% SUS, ser um hospital de pesquisa, ensino e formação de profissionais de saúde”, destacou Santana durante a cerimônia. 

Com a integração, o HFSE passará a contar com uma estrutura assistencial ampliada, totalizando 472 leitos, incluindo unidades clínicas, cirúrgicas, pediátricas, obstétricas e de terapia intensiva, além de 16 salas cirúrgicas e 170 consultórios. Estão previstas ainda a ampliação de serviços em áreas como pediatria, maternidade, oncologia, oftalmologia, transplantes e terapia renal substitutiva. 

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O presidente da Ebserh destacou que contrato assinado é inovador, porque não há antecedentes no país de fusão de hospitais públicos. “A instituição se chamará Hospital Universitário Federal dos Servidores do Estado – Unirio, para preservar as duas potências que passam a se fundir, e terá, de fato, um grande potencial para o SUS, para o ensino, a pesquisa e a inovação”, explicou. 

O hospital terá papel estratégico para a formação profissional da Unirio, ofertando 573 vagas credenciadas para programas de residência médica e multiprofissional, fortalecendo a qualificação de profissionais de saúde e a produção de conhecimento científico. A transição também permitirá a contratação de 1,2 mil novos profissionais.  

O processo de transição será realizado de forma gradual, em fases, com ativação progressiva de leitos, ampliação de serviços e implantação de novos projetos. Também estão previstos investimentos em infraestrutura, tecnologia da informação e modernização dos sistemas de gestão hospitalar, com a adoção do Aplicativo de Gestão para Hospitais Universitários (AGHU). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Ebserh 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC fará seminário sobre política de educação superior

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Com o intuito de construir diretrizes para a formulação da Política Nacional de Educação Superior (Pneds), o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), promoverá o Seminário Pneds, com o tema “Educação Superior como Política de Estado: fundamentos, objetivos e compromissos institucionais”. O objetivo é escutar especialistas e a sociedade para a elaboração da política, com ênfase na diversidade, equidade e inclusão. O encontro ocorrerá na sexta-feira, 17 de abril, das 8h às 13h (horário de Brasília), no Plenário do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília (DF). 

Estão confirmadas as presenças do secretário de Educação Superior, Marcus David; da secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo; da diretora de Desenvolvimento Acadêmico da Sesu, Lucia Pellanda; e do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho. A mediação será feita pelo coordenador-geral de Políticas Estudantis da Sesu, Artur Araujo. 

O evento contará também com a presença de estudantes, docentes e técnicos-administrativos, gestores de instituições de educação superior, pesquisadores, especialistas, representantes de movimentos sociais, da sociedade civil e de órgãos governamentais e de participação social. O seminário integra uma série de atividades de escuta, com participação social, que estão acontecendo desde agosto de 2025, visando à formulação da política. 

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A programação conta com as palestras “Educação Superior Indígena: diversidade sociocultural e políticas educacionais” e “Povos Quilombolas e Educação Superior: reconhecimento, inclusão e justiça educacional”. Essa última discutirá a educação superior a partir do reconhecimento dos direitos dos povos quilombolas, da valorização de seus saberes tradicionais e epistemologias próprias, da necessidade de revisão curricular, incluindo disciplinas obrigatórias, metodologias inclusivas e estratégias institucionais para o enfrentamento da reprovação, evasão e abandono.  

Outra palestra será “Relações Étnico-Raciais e Educação Superior: desafios e perspectivas institucionais”. Nela, será analisada a educação das relações étnico-raciais na educação superior, com ênfase na incorporação de epistemologias negras nos currículos, na obrigatoriedade de disciplinas específicas e no enfrentamento de práticas acadêmicas excludentes que naturalizam a reprovação e aprofundam desigualdades, especialmente para estudantes cotistas e negros. 

A programação inclui, ainda, a palestra “Pessoas com Deficiência na Educação Superior: acessibilidade, inclusão e responsabilidade institucional”, que abordará a inclusão de pessoas com deficiência na educação superior, com foco na acessibilidade, revisão de práticas avaliativas, metodologias de ensino inclusivas e superação da cultura acadêmica que associa qualidade à exclusão, com responsabilização institucional pelos resultados acadêmicos e pelo sucesso estudantil.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu

Fonte: Ministério da Educação

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