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Maurício Machado emociona e inspira no CCBB Rio com discurso sobre audiovisual, criatividade e transformação social

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Por Jehane Saade

No último dia 23 de abril, quarta-feira, o Espaço Conceito do Banco do Brasil – CCBB RIO, foi palco de uma apresentação memorável do diretor de audiovisual, empresário, comunicador e curador Maurício Machado, durante o World Creativity Day, WCD Rio, declarado pela ONU Organização das Nações Unidas. Com sua fala apaixonada, ele não apenas palestrou, como também exibiu uma seleção dos mais impactantes curtas-metragens do Festival Mega Cities Short Docs, emocionando e inspirando o público.

Maurício, conhecido pelo seu olhar apurado para soluções sustentáveis e pela defesa da criatividade como ferramenta de mudança, destacou o poder do audiovisual na construção de um mundo melhor. “Estamos num momento crucial onde a consciência global precisa ser repercutida com atitudes e mudanças individuais”, afirmou. “Nossos conteúdos mostram exemplos reais de pessoas que melhoram sua comunidade, sendo líderes, inspirações, agentes da transformação”.

A sessão de curtas trouxe histórias comoventes: desde artistas que reciclam lixo e embelezam espaços urbanos, até iniciativas comunitárias que devolvem dignidade e esperança às populações mais vulneráveis. Produções de extrema qualidade e sensibilidade, os curtas são exibidos em especiais na TV Cultura, ampliando ainda mais o seu alcance e impacto.

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Maurício relembrou – e celebrou uma década – em que o Festival MegaCities ShortDocs nasceu simultaneamente com a assinatura do Acordo de Paris, em 2015, e carrega consigo o espírito dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, nesse ano especial do Dia Mundial da Criatividade, o maior festival colaborativo global de grande impacto social.

Criador da plataforma São Paulo São e parceiro da ONG francesa Métropole du Grand Paris, Machado é uma das vozes mais respeitadas quando se fala em cidades inteligentes, inovação urbana e narrativas de impacto. “A força do audiovisual pode nos impulsionar a construir um futuro sustentável. Podemos mudar o mundo!”, concluiu com entusiasmo.

A sua presença no CCBB reafirma que o cinema, quando usado com propósito, é capaz de transformar percepções, gerar empatia e motivar ações concretas. Um verdadeiro líder criativo que continua a inspirar por onde passa.

Conheça mais sobre o festival e o calendário oficial, e assista ainda aos curtas disponíveis no site oficial: https://www.megacities-shortdocs.org/

Na fotografia: Beth Pessoa do Instituto Moreira Salles, Maurício Machado e Flávia Fabriziani, artista plástica.

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A celebração dos 10 anos do Festival foi um oferecimento da Apex Brasil e da Evolve.

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Edital da Secel viabiliza produção de documentários sobre referências culturais em Mato Grosso

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O edital Documentário Temático, que foi promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) pela Lei Paulo Gustavo (LPG), está dando vida a produções audiovisuais que retratam a história de referências culturais em Mato Grosso. Entre os filmes a serem lançados estão “Terreiro Ancestral de Toty, o Rei do Congo” e “Vó Maria”.

Saiba mais sobre esses documentários:

Terreiro Ancestral de Toty, o Rei do Congo

A produção retrata a história de Toty, uma das principais referências da Dança do Congo em Mato Grosso, manifestação cultural de matriz afro-brasileira presente nos municípios de Nossa Senhora do Livramento e Vila Bela da Santíssima Trindade.

“O Congo do Livramento acaba não sendo tão reconhecido quanto deveria, mas é uma manifestação secular de extrema relevância para a história e a cultura local”, explica Cláudio Dias, diretor do documentário.

Toty iniciou sua relação com o Congo ainda na infância e ao longo do tempo tornou-se um guardião da tradição, responsável pela criação do Congo Mirim, iniciativa que garante a transmissão do saber às novas gerações. A dança mistura música, teatralidade e religiosidade celebrando a fé, especialmente em São Benedito e narrando a história da resistência negra.

Para Toty, é uma conquista ter sua história registrada. “É a sensação de ter o trabalho, que levou décadas, ser reconhecido. Eu sempre digo que aprender a dançar o Congo qualquer um pode aprender. Mas ser dançante do Congo, espalhar a cultura e levá-la para onde ela deve ir, é uma responsabilidade maior”, ressalta.

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As gravações ocorreram em Nossa Senhora do Livramento, na comunidade quilombola de Mata Cavalo e em Cuiabá, onde Toty mantém sua residência e o terreiro de umbanda. Com cerca de 25 minutos de duração, o documentário estreia neste sábado (10.1).

Vó Maria

Dirigida pela cineasta Jade Rainho, o curta-metragem apresenta reflexões sobre fé, amor e caridade, a partir da trajetória da fundadora do Centro Espírita Pai de Jeremias (CEPJ), que é a casa de Umbanda mais antiga da Baixada Cuiabana. O filme nasce do encontro íntimo entre a diretora e a personagem, acompanhando os últimos anos de vida da Mãe de Santo Maria José da Silva Matos (1939-2024), conhecida como “Vó Maria”.

“Vó Maria fez a sua passagem durante a produção do filme, o que levou o documentário para um lugar ainda mais íntimo e conceitual”, afirma Jade Rainho. Segundo a diretora, sua obra busca tocar o público pelo afeto, pela arte e pela espiritualidade, contribuindo para o enfrentamento de preconceitos religiosos.

Mesmo com a saúde fragilizada, Vó Maria seguia realizando atendimentos espirituais diários no terreiro, sendo cuidada e reverenciada pela comunidade. O documentário acompanha rituais diálogos e a rotina da casa, construindo narrativa poética e não linear, marcada pela memória e pela oralidade.

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“Vó Maria” será lançado no circuito de festivais de cinema e audiovisual, com estreia prevista para o primeiro semestre de 2026.

Informações do edital

O edital de Fomento Audiovisual – “Documentário Temático- edição Lei Paulo Gustavo” contou com um investimento total de R$ 1,95 milhão, valor que inclui recurso inicial previsto no edital somado a um aporte extra para ampliação do número de projetos selecionados.

Ao todo, foram 13 projetos contemplados cada um no valor de R$ 150.000,00, voltados à produção de documentários que valorizam mestres da cultura popular, territórios culturais tradicionais e expressões identitárias, evidenciando a diversidade cultural, religiosa e artística presente no estado.

Além de “Terreiro Ancestral de Toty, o Rei do Congo” e “Vó Maria”, entre as produções viabilizadas estão outros títulos, como “Flor de Atalaia – os Guardiões do Siriri Cuiabano”, “Fé e Identidade da Comunidade de Bocaina” e “Casa Xingu”. Confira a relação completa neste link.

Recentemente, o documentário “O Menino e a Sanfona” foi lançado no YouTube. Saiba mais aqui.

*Sob supervisão de Cida Rodrigues (Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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