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“Juntas brilhamos mais” revela trajetórias de mulheres de negócios e profissionais

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A obra publicada pela Literare Books International traz ao público insights de empreendedoras intelectualmente ativas e socialmente representativas

Em Cuiabá, na capital mato-grosense, mulheres empreendedoras, mergulhadas no mundo dos negócios, conciliando empreendimentos, com duplas e até triplas jornadas fundaram a Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais – BPW Cuiabá, ligadas a uma ONG feminina internacional. Para marcar os seus 18 anos de atuação local, sendo que a primeira BPW já completou 100 anos, nos Estados Unidos, a organização abre a programação festiva com o lançamento da obra “Juntas Brilhamos Mais: trajetórias de sucesso de mulheres de negócios e profissionais,”, que tem a chancela da editora Literare Books International, que atua em nível nacional, na Europa, Estados Unidos e Japão.

O livro foi fruto de uma ousadia de três líderes, a atual presidente Zilda Zompero, a presidente fundadora, Sueli Batista, que atualmente é a presidente da Academia Mato-Grossense de Letras e a primeira vice-presidente da BPW Brasil e conselheira superior da BPW Cuiabá, Mariza Bazo. Elas não só sonharam, mas acreditaram no possível e realizaram, e juntaram-se com outras 33 co-autoras. O lançamento ocorrerá no dia 2 de dezembro, às 19h30, na Casa Barão de Melgaço, sede da Academia Mato-Grossense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Estado de Mato Grosso. A história da chegada da BPW na capital de Mato Grosso, abre a publicação.

Sueli Batista e Mariza Bazo assinam a coordenação editorial, que à elas foi confiada pela presidente e pela Literare Books, após ter aprovado o projeto. A obra revela que é por meio das responsabilidades que cada uma acenderá sua própria luz. Assim terão uma organização cada vez mais brilhante, com ações que irradiam não só os bons negócios entre elas, mas também o amor por novos aprendizados e a alegria do compartilhamento.

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Ao longo de 18 anos de dedicação na BPW Cuiabá muitas associadas puderam colher frutos e tiveram prosperidade, principalmente através dos seus projetos voluntários, inclusive muitas vivenciaram a experiência de atuarem nacionalmente, na ONG Feminina, e o comprometimento se multiplicaram. E, para inspirar ainda mais pessoas nessa aventura, que é a vida profissional e empresarial de mães, esposas, irmãs, filhas e netas, os leitores recebem uma obra-prima, uma pedra preciosa para ser lapidada da melhor forma, lendo, adquirindo mais conhecimento e ampliando os horizontes a qualquer hora do dia.

O foco é mostrar aos leitores como essas empreendedoras superaram os desafios, estiveram engajadas, com as iniciativas firmes e sempre com o intuito do empoderamento, para manter os direitos das mulheres, que são importantes para a construção de uma sociedade mais humana e igualitária. Ao abrir as páginas, o público terá acesso a diversos temas, entre eles: engajamento na trajetória, ação e emoção, voluntariado feminino, mentalidade crítica, persistência novos rumos e a expansão dos sonhos e, claro, a conquista da independência, seja ela financeira ou emocional.

As co-autoras e seus capítulos

AMINI HADDAD CAMPOS – Passos pela equidade

ANDRESSA GONÇALVES DE SOUZA – Não se contente até encontrar seu propósito de vida.

CIRLÉIA SCHNEIDER- Tudo o que a mente concebe, o corpo pode realizar

CLÁUDIA AQUINO DE OLIVEIRA- Vou contar um “causo”.

CLEIDE ANTERES LIMA FRANCO- A trajetória da mulher que mudou de vida para cuidar da família e realizar o sonho profissional de infância.

CLEIDE MORENO DE ALCÂNTARA- Entre dois Estados, um novo começo.

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CLÉRIA DEL BARCO- Quantas vezes nascemos?

DENISE GOMES – A vida é uma dádiva que devemos celebrar todos os dias.

EDLAYNE DORILEO- Eu sou a Dy Dorileo.

ELIANE JAQUELINE DEBESAITIS METZNER- Educação financeira como propósito de vida.

GESSI CARMEN ROSTIROLLA- Fiz meu sucesso com muito trabalho e dedicação.

GLAUCIA ANNE KELLY RODRIGUES DO AMARAL- Na ponta dos pés. Sem medo de ser única.

GRAZIELE CABRAL BRAGA DE LIMA- A menina que não queria crescer!

JACINTA ROSA OKDE- Uma breve viagem à minha história de vida: minha caminhada ao longo dos anos.

JOICY LIMA- Prazer, sou Joicy Lima.

LILIANA CAVALCANTE- Divina Cor Esmalteria: um negócio que empodera mulheres e transforma vidas!

LINDINALVA CORREIA RODRIGUES- De mulher para mulheres.

LOSINETE LOPES- Meu mundo sem crenças limitantes.

MÁRCIA KUHN PINHEIRO- Olhar sensível e engajamento social.

MARIA ALICE MEIRELES- Minha trajetória e história de vida.

MARILZA MOREIRA DE FIGUEIREDO- A década dos anos dourados.

MARIZA BAZO- Abracei meu sonho com ousadia

NATASHA PINHEIRO CREPALDI- Beleza, saúde e plenitude.

NÚBIA MARIA SOUZA- Um olhar sistêmico para a vida e para o trabalho.

ROSANA LEITE ANTUNES DE BARROS- Dedicação e carinho pelas mulheres hipossuficientes e vulneráveis.

ROSIMERI RIBEIRO- Com fé e ação os sonhos acontecem.

ROZANE MONTANA- Uma trajetória de sucessos!

SANDRA CORDEIRO- O nome da sorte é trabalho.

SILVANA GOMES- O segredo

SILVANA MOURA- Verde Berilo.

SILVIA ROCHA LINO- Uma grande história de vida e sucesso

SUELI BATISTA- Eu fiz meu caminho suave

TATIANE BARBIERI- Vida extraordinária.

THAIS MIRANDOLA- O céu é o limite.

VERALICE VALÉRIA- Movida pela ajuda ao próximo.

ZILDA ZOMPERO- O segredo do sucesso é iluminar caminhos

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Ministérios articulam legado social e combate à violência para a Copa Feminina 2027

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Para enfrentar a violência de gênero no país do futebol, em que o ambiente de campo e arenas ainda é predominantemente masculino, o Ministério das Mulheres, em parceria com o Ministério dos Esportes, compôs uma seleção de representantes para definir estratégias de perspectiva de gênero para a Copa do Mundo Feminina de 2027.

Para que a competição, que ocorre pela primeira vez na América do Sul, seja um marco de desenvolvimento, inclusão e legado social, os ministérios vêm trabalhando por meio de dez comissões técnicas, de forma a abarcar as exigências e melhorias para o mundial, que acontecerá em oito cidades-sedes (Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo), com 32 seleções, no período de 24 de junho a 25 de julho de 2027.

A agenda, que já está em articulação entre as pastas e outros órgãos do governo federal, como Turismo e Segurança Pública, busca elaborar o plano nacional do legado da Copa Feminina, previsto para setembro. Dentre as pautas transversais desenhadas está a busca pela igualdade entre homens e mulheres no esporte, valorização da profissão de jogadora feminina, bem como a ampliação de atletas femininas na categoria de base.

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Sem violência em campo

Em 2023, a Federação Internacional de Futebol (FIFA) revisou o Código de Ética e Disciplina, eliminando o prazo limite para a denúncia de casos de abuso sexual, assédio e exploração, permitindo que vítimas denunciem agressões antigas.

A ministra interina do Ministério das Mulheres, Eutália Barbosa, destacou que a parceria entre o Esporte e Mulheres é antiga. Para ela, a pauta que une os ministérios é transversal e necessária, pois dialoga com mulheres e meninas no esporte. “Queremos construir não só um excelente evento, mas construir estratégias para essa pauta tão importante para meninas e mulheres no Brasil”, afirmou Eutália.

Para a secretária Extraordinária para a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, Juliana Agatte, do Ministério do Esporte, os ministérios buscam entregar para a sociedade, além de um legado esportivo, um legado social.

“Não tem como falar de futebol, de Copa Feminina de futebol, sem falar do Ministério do Esporte junto com o Ministério das Mulheres. A gente tem o objetivo de construir o plano nacional do legado, que passa pela ideia da profissionalização do futebol feminino, mas também pelo legado social, que reforça as formas de violência contra a mulher e combate ao feminicídio”, explicou Juliana.

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Desdobramentos

Até o início da competição mundial, que começa em junho de 2027, as pastas trabalharão juntas para discutir melhorias e implementar ações que possam corroborar para o fim da violência nos estádios.

O objetivo é fazer com que campeonatos de futebol possam ser frequentados por mulheres e meninas, em segurança. Atualmente, apenas um estádio possui equipamento especializado de atendimento à mulher, que é o Mineirão, em Belo Horizonte. De acordo com a secretária Juliana, a expectativa é que, a exemplo do que acontece na capital mineira, as arenas do país possam contar com essa estrutura de atendimento às mulheres, principalmente, nas cidades-sedes do Mundial Feminino.

 

Fonte: Ministério das Mulheres

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