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Juiz marca audiência preliminar para imposição de fiança a Glauco Fernando dono da arma que matou Isabele

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Por Denise Niederauer

O juiz Aristeu Dias Batista Vilela, do Juizado Especial Criminal de Cuiabá, marcou para essa sexta-feira (09.10) a audiência preliminar pela imposição de fiança a Glauco Fernando Mesquita Correa da Costa, dono das armas que foram levadas pelo filho G.C.C., namorado da atiradora, B.O.C., 15 anos, que usou uma das armas que matou Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos, no dia 12 de julho.

O magistrado Aristeu Vilela, acolheu parecer do MP-MT, e designou audiência para homologar proposta de transação penal em nome do empresário Glauco Fernando Mesquita Correa da Costa.
O promotor de Justiça Mauro Poderoso de Souza manifestou pela imposição de fiança, em 30 de setembro. Ele pediu o pagamento de fiança de 100 salários mínimos, o equivalente a R$ 104,5 mil, pelo crime de omissão de cautela.
A audiência marcada será feita por videoconferência, em razão da Pandemia (Covid-19). O Ministério Público de Mato Grosso quer que o empresário Glauco Corrêa da Costa pague valor estabelecido em pouco mais de R$ 100 mil, equivalente a 100 salários mínimos. O empresário foi indiciado pelo crime de omissão de cautela na guarda de arma de fogo.

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Caso Alphaville 1 .

Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta no dia 12 de julho, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville1, em Cuiabá. A versão de tiro acidental sustentado desde o começo pela adolescente B.O.C. de 15 anos, e que matou Isabele, mas foi derrubada pelas perícias feitas no local pela Politec MT. A Polícia Civil descartou essa versão na conclusão do inquérito, e a adolescente B.O.C., de 15 anos, foi indiciada por ato infracional análogo ao homicídio doloso, porque ela além de prática de tiro, e conhecimento do uso de

armas ao assumir o risco ao apontar e atirar com pouca distância no rosto da Isabele, essa foi a conclusão da investigação realizada pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.

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Audiências virtuais com testemunhas da morte de Isabele Ramos são retomadas

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Por Denise Niederauer

A magistrada Cristiane Padim da Silva, da 2ª Vara da Infância e da Juventude de Cuiabá, responsável pela apuração do ato praticado pela adolescente que atirou e matou Isabele Guimarães Ramos, retoma nesta terça-feira (20.10), as audiências virtuais com testemunhas que estavam na residência da família Cestari, onde morreu a adolescente em 12 de julho, no condomínio Alphaville 1, em Cuiabá. O caso está em sigilo ds Justiça por se tratar de crime que envolve menores.

O Tribunal de Justiça por decisão do desembargador Juvenal Pereira da Silva, da 3ª Câmara Criminal, autorizou Patrícia Helen Guimarães Ramos, mãe de Isabele Guimarães Ramos, 14, a atuar como assistente de acusação no procedimento que apura o ato infracional análogo ao homicídio doloso contra a filha, cometido por B.O.C, de 15 anos.

Agora com essa decisão, Patricia Ramos, por intermédio do seu representante legal, terá total acesso e atuará no processo que está em sigilo decretado pela Justiça. Na sexta-feira (10.10), o juiz Aristeu Dias Batista Vilela, do Juizado Especial Criminal Unificado de Cuiabá, homologou a proposta de transação penal e foi decidido o pagamento de R$ 40 mil por Glauco Fernando Mesquita Corrêa da Costa, o valor será revertido para uma instituição que é cadastrada no Juizado. Glauco, pai do namorado G.C.C.16 anos, namorado da atiradora, foi autuado por ter permitido que seu filho tivesse acesso e transportou as duas armas de fogo de sua casa até a residência dos Cestari, no condomínio onde Isabele foi morta, com uma delas.
No dia 12 de outubro, os amigos e familiares de Isabele prestaram uma homenagem e também pediram justiça, em uma carreata que saiu do Condomínio Alphaville 1 e percorreu a cidade. Nesse dia, a morte da adolescente completou três meses.

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Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta no dia 12 de julho, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville1, em Cuiabá. A versão de tiro acidental sustentado desde o começo pela adolescente B.O.C. de 15 anos, e que matou Isabele, mas foi derrubada pelas perícias feitas no local pela Politec MT. A Polícia Civil descartou essa versão na conclusão do inquérito, e a adolescente B.O.C., de 15 anos, foi indiciada por ato infracional análogo ao homicídio doloso, porque ela além de prática de tiro, e conhecimento do uso de
armas ao assumir o risco ao apontar e atirar com pouca distância no rosto da Isabele, essa foi a conclusão da investigação realizada pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.

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