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Fonoaudióloga Samia Ribeiro orienta sobre casos de surdez súbita

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A surdez súbita é a perda repentina da audição ou a piora de uma alteração auditiva já existente em uma pessoa. Segundo a fonoaudióloga da empresa cuiabana Audax Aparelhos Auditivos, Samia Ribeiro, sua ocorrência é maior em pessoas com mais de 40 anos e pode acontecer em apenas um dos ouvidos ou em ambos.

Em média, 70% dos casos apresentam, como principais sintomas, os zumbidos que podem persistir por um longo período, e 30%, as vertigens, que geralmente reduzem com o tempo. A idade também é um fator preponderante para a melhora do paciente. Quanto mais jovem, maior a possibilidade de uma recuperação completa da audição.
De acordo com Samia, quando o paciente percebe que está com essa surdez repentinamente, ele deverá buscar um médico otorrino, onde é feito é feito um exame clínico, seguido de audiometria. Confirmado o diagnóstico de surdez súbita, podem ser prescritos medicamentos corticoides, anti-inflamatórios ou vasodilatadores para tratar o problema. Estima-se que um terço dos pacientes tenham alguma melhora.

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“Em alguns casos o remédio acaba não conseguindo ter o melhor resultado com o paciente então o uso de aparelho auditivo pode ser encaminhado pelo médico otorrino. Hoje temos modelos de aparelhos discretos e modernos, que garantem maior qualidade de vida e inserção social para o paciente que usa”, disse a fonoaudióloga, especialista em aparelhos auditivos.

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Saúde

Ministério da Saúde incorpora transplante da membrana amniótica para tratamento da diabetes e alterações oculares

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O Ministério da Saúde ampliou, nesta quarta-feira (15), o uso da membrana amniótica nos cuidados ofertados no Sistema Único de Saúde (SUS). Após a indicação favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e a publicação das Portarias Nº 20 e Nº 22, ambas da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS), a tecnologia passa a ser indicada para transplantes relacionados a feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares. A expectativa é que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiados com o uso do tecido por ano.

A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto e utilizado na medicina regenerativa, com ação anti-inflamatória e cicatrizante, que reduz as complicações no tratamento de diversas doenças. No pé diabético, por exemplo, a tecnologia possibilita uma cicatrização até duas vezes mais rápida das feridas, quando comparada aos curativos padrão. No SUS, ela já é utilizada no tratamento de queimaduras extensas desde 2025.

Para a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda De Negri, a incorporação de tratamentos inovadores no SUS coloca o Brasil em posição de destaque no uso de tecnologias regenerativas mundialmente, além de ampliar o cuidado com os pacientes na rede pública de saúde.

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“Estamos garantindo mais opções terapêuticas para a assistência, beneficiando pacientes com uma chance de recuperação mais ágil, com a redução das possíveis complicações e infecções. Isso significa menos internações prolongadas, menores custos hospitalares e mais qualidade de vida”, destacou a secretária.

Já no tratamento de alterações oculares, como nas pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido auxilia na cicatrização de feridas e pode reduzir a dor, além de otimizar a recuperação da superfície ocular. O novo curativo biológico também contribui para a redução do risco de novas lesões e melhora a qualidade da visão, sendo uma opção eficaz, principalmente para casos mais graves ou que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea.

Vicente Ramos
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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