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Fávaro defende estadualização de trecho da BR-158

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O senador Carlos Fávaro (PSD-MT) propôs ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, a transferência ao Estado do trecho da BR-158 que passa por dentro da Reserva Indígena Marãiwatsédé. A solução foi apresentada pelo parlamentar nesta quarta-feira (3) durante reunião da bancada de Mato Grosso com o ministro.

Ao apresentar a proposta, o senador destacou que ela conta com a anuência do governador Mauro Mendes (DEM), que está disposto a reduzir os muitos problemas enfrentados pela população da região do Araguaia.

“São, ao todo, 126 quilômetros que passam por dentro da reserva e que estão em situação jamais vista em termos de precariedade. Por isso, entendo que o ministro pode repassar o trecho ao Governo de Mato Grosso, que atuaria para, em um primeiro momento, melhorar a trafegabilidade da estrada”, pontuou Fávaro ao ministro.

Desde o início dos trabalhos à frente da pasta, Tarcísio tem alegado que o grande entrave para a pavimentação da rodovia é o licenciamento ambiental. “Nós, em Mato Grosso, já temos o conhecimento para destravar a obra da BR-158, assim como foi feito na MT-235, entre Sapezal e Campo Novo do Parecis, que passa por uma área indigena”.

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Assim, ressaltou Fávaro, o Governo Federal pode se concentrar nas obras do novo traçado da BR-158, que contornará a terra indígena. “O ministro já havia informado que esta obra foi dividida em dois lotes, mas até o momento nada foi feito. Com esta transferência, ele poderá focar o trabalho no contorno enquanto o governo estadual atua para auxiliar a tão sofrida população do Araguaia”.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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