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Extensão em Participação Social é debatida em encontro de dirigentes de universidades

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O Programa de Extensão em Participação Social nas Políticas Públicas nos Territórios foi apresentado no 7º Encontro de Extensão da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem), realizado nesta semana, no Centro Universitário de Franca (SP). 

Reitores, gestores e representantes das universidades públicas estaduais e municipais de todo o Brasil discutiram os rumos e desafios da extensão, com foco em temas estratégicos como a curricularização,-  inclusão de atividades de extensão nos cursos de graduação  – o financiamento e o impacto da Inteligência Artificial. 

Neste cenário, o secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Participação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República, Valmor Schiochet, detalhou o programa de Extensão em Participação Social criado pela Secretaria-Geral em parceria com o Ministério da Educação (MEC). 

“Os participantes reconheceram a importância da iniciativa da Secretaria-Geral para o fortalecimento da extensão ao estimular as instituições de ensino superior a contribuírem para a promoção da participação social”, afirmou. 

Na mesa sobre Extensão em Participação Social, Schiochet explicou os decretos e portarias para criação e funcionamento dos mecanismos de participação social que juntos incidem na efetivação dos Programas de Participação Social nos Estados, Distrito Federal e Territórios e de Extensão em Participação Social. 

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Na apresentação, discorreu sobre o Conselho de Participação Social da Presidência da República, os Fóruns de Participação Social nos Estados e no Distrito Federal, as Assessorias de Participação Social e Diversidade nos ministérios e agentes de políticas públicas nos territórios. 

Segundo o secretário-adjunto, o principal objetivo do governo federal é fomentar e articular a Extensão em Participação Social nos processos de formulação, implementação e controle social das políticas públicas federais, na perspectiva territorial, com base nos princípios da educação popular. 

O programa também tem a finalidade de ampliar a capilaridade das redes, dos processos e das instâncias de participação social, promovendo ações de qualificação cidadã e de ampliação da diversidade, incluindo pessoas negras, quilombolas, indígenas, pessoas com deficiência e mulheres nos processos participativos nos territórios. 

Schiochet ressaltou o alcance da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais na relação com as instituições. “A Abruem congrega dezenas de instituições de educação superior com capilaridade territorial e possibilita o diálogo sobre fomento à extensão junto às agências estaduais de ciência e tecnologia,” disse.

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Fonte: Secretaria-Geral

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Ministério da Justiça e Segurança Pública notifica Google e Apple sobre aplicativos de bets ilegais

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Brasília – 18/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) enviou ofícios à Google Brasil e à Apple, nesta sexta-feira (17,) solicitando esclarecimentos sobre a disponibilização de aplicativos de apostas ilegais — os chamados bets — em suas respectivas lojas virtuais, a Play Store e a App Store, sem autorização do Ministério da Fazenda.

Os Ofícios nº 455 e nº 456/2026, assinados pelo Secretário Nacional de Direitos Digitais e pelo Secretário Nacional do Consumidor, foram produzidos a partir de monitoramento de rotina da Coordenação-Geral de Classificação Indicativa da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (SEDIGI).

O levantamento identificou, em caráter preliminar, inúmeros aplicativos disponíveis para download que aparentemente promovem, ofertam ou viabilizam o acesso a apostas de quota fixa e outras modalidades lotéricas sem autorização regulatória emitida pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

De acordo com os ofícios, os aplicativos identificados não estão sequer dissimulados sob o pretexto de outras funcionalidades, sendo encontrados com facilidade por meio de termos de busca simples, como a expressão “jogo do Tigrinho”. Exemplos dos aplicativos levantados constam nos anexos dos documentos.

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O Ministério aponta que as condutas identificadas, em juízo preliminar, contrariam a legislação de proteção dos direitos da criança e do adolescente na internet — especificamente o art. 6°, inciso IV, da Lei nº 15.211/2025 — e o Código de Defesa do Consumidor (arts. 10, 18 e 39, inciso IV), podendo resultar em responsabilização solidária de toda a cadeia de fornecedores. Destaca-se ainda o art. 21 do Decreto 12.880/ 2026, que regulamenta o ECA Digital e determina expressamente que lojas de aplicações e sistemas operacionais devem impedir a disponibilização de produtos ou serviços que promovam acesso a loterias não autorizadas pelos órgãos competentes.

As empresas notificadas devem apresentar esclarecimentos circunstanciados e acompanhados de documentação comprobatória sobre as políticas internas aplicáveis à distribuição de aplicativos de apostas; os procedimentos de triagem prévia adotados para verificar autorizações regulatórias e mecanismos de verificação de idade; e uma relação nominal atualizada de todos os aplicativos das categorias Loterias, Apostas, Cassino, Bets e correlatas atualmente disponíveis para usuários no Brasil, com indicação do desenvolvedor responsável, classificação indicativa e autorização regulatória declarada.

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O Ministério ressalta que a lista oficial das operadoras de apostas de quota fixa regularmente autorizadas no âmbito federal é mantida pelo Ministério da Fazenda e está disponível para consulta pública em gov.br/fazenda (acrescentar link), o que torna a verificação da regularidade dos aplicativos uma providência de baixa complexidade operacional.

Os ofícios têm natureza informativa e instrutória, não constituindo, por si sós, aplicação de sanção. Contudo, as respostas apresentadas — ou sua ausência — poderão permitir a instauração de procedimento administrativo próprio.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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