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Empresa de MT arremata 5 prêmios nacionais de arquitetura

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Espécie de ‘Oscar’ do setor foi concedido à Total Varejo, especializada em arquitetura no estilo Relatil Desing

Cuiabá tem alguns dos restaurantes, cafés e lojas com projetos arquitetônicos mais criativos e belos do país, projetos que foram premiados na noite de quinta-feira (28), em São Paulo, no 7º Prêmio de Design de Varejo RDI Brasil, uma espécie de “Oscar” do Retail Design entregue pelo Retail Design Institute.

Responsável pelos projetos, a empresa Total Varejo foi a única da região centro norte do país premiada durante o evento, vencendo na categoria “Lojas Diversas”, com o design da Alabastro Cosméticos, loja instalada no Shopping Estação.

A Total Varejo concorria em seis categorias, com oito projetos, disputando com grandes escritórios do setor como FAL, Design Novarejo, Cast, Superlimão entre outros. Além do primeiro lugar, também foi contemplada com dois segundos lugares nas categorias “Café, Bares e Restaurantes” e “Quiosque”, e dois terceiros lugares nas categorias “Restaurantes” e “Lojas de Alimentação, Mini-Mercados e Conveniência”.

“Para nós é o reconhecimento e a consolidação do nosso trabalho. Concorremos de igual para igual com escritórios grandes e consagrados de São Paulo, Rio, entre outros grandes centros, e vencemos muitos deles. Estamos muito felizes. É a validação de um trabalho feito com muito amor, dedicação e profissionalismo. Estamos muito orgulhosos”, destaca o publicitário e diretor do Total Varejo, Danilo Rondinelli.

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Para o empresário, a premiação mostra que Cuiabá e Mato Grosso têm muitos pontos positivos a mostrar para todo Brasil. “Quando falávamos que somos de Cuiabá, muitos nos olhavam com expressão de espanto. Conseguimos mostrar que nossa capital e nosso estado também podem ser vanguarda, também podem ser exemplo de criatividade, inovação, bom gosto, refinamento em projetos de arquitetura, design e publicidade”.

Retail Design – A Total Varejo é uma empresa com sede em Cuiabá e especializada em Retail Design, conceito que usa a arquitetura como forma de proporcionar uma boa experiência de compra. O Retail Design cria personalidade ao negócio, fazendo com que a marca tenha um significado. A ferramenta é utilizada para que todos os potenciais que a marca oferece sejam utilizados e, dessa forma, fidelizem o cliente

“O Retail Design, ou Design de Varejo, é uma ferramenta fundamental para transferir essência e valores das marcas ao seu público. Seja na hora de projetar espaços comerciais criativos, ou ressignificar uma loja existente, alinhados claramente com os objetivos das marcas, levando em consideração a organização do espaço, tanto interno como externo. O objetivo final é de estimular”, acrescentou Danilo Rondinelli.

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O conceito é relativamente novo em Mato Grosso, mas já é usado há bastante tempo em outros países e grandes centros. Embora tenha chegado agora por aqui, o Estado já caminha junto aos grandes centros neste segmento, fato comprovado com os cinco troféus no 7º Prêmio de Design de Varejo RDI Brasil. Além de Mato Grosso, a Total Varejo tem projetos desenvolvidos no Distrito Federal e nos estados de Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Rondônia, Tocantins e Amazonas.

Saiba quais projetos foram premiados:

1º Lugar: “Lojas Diversas” – Alabastro Cosméticos (Shopping Estação) – Cuiabá

2º Lugar: “Café, Bares e Restaurantes” – Bolo de Arroz – Cuiabá

2º Lugar: “Quiosque” – Açougue 154 Tast Lab (Shopping Estação) – Cuiabá

3º Lugar: “Restaurante” – Roostic – Cuiabá

3º Lugar: “Lojas de Alimentação, Mini-Mercados e Conveniência” – Mercado Malunga – Brasília

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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