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Emanuel querer barrar TAC da Saúde é piada de mau gosto e atestado de incompetência, dispara Fabio Garcia

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O chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Fabio Garcia (União), classificou como uma “piada de mau gosto aos cuiabanos”, a tentativa do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) de suspender os efeitos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado por conta da intervenção na Saúde de Cuiabá.

O prefeito formulou dois pedidos à Justiça neste sentido, ambos negados. Na prática, uma eventual suspensão do TAC permite que Pinheiro não mantenha, da forma como está, o sistema de Saúde da capital.

“Parece piada, mas não é. Emanuel Pinheiro pretendia suspender o acordo que o obriga a comandar a gestão da Saúde de forma séria e com a mesma qualidade tocada pelo Gabinete de Intervenção. O que ele busca, na Justiça, é a autorização para fazer, de novo, o que fez até o ano passado, que gerou um colapso na Saúde, deixou as pessoas sem atendimento, e motivou a intervenção”, destacou Fabio.

Depois de não conseguir a suspensão do TAC na Justiça de Mato Grosso, Emanuel buscou a mesma medida no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Presidente da Corte, a ministra Maria Thereza de Assis Moura, decidiu sequer analisar o caso e determinou o arquivamento do pedido.

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Para Garcia, os pedidos formulados por Emanuel junto ao Poder Judiciário são um atestado da incompetência do emedebista em administrar a cidade, repleta de problemas e abandonada.

“De forma objetiva, o prefeito deixa bem claro que não tem a menor capacidade de administrar uma pasta e quem dirá de uma cidade como Cuiabá. Se nega a continuar o trabalho que o Gabinete de Intervenção iniciou, e admite que nem o padrão de qualidade pode repetir”, pontuou.

O TAC firmado junto ao Poder Judiciário pelo Gabinete de Intervenção em dezembro do ano passado determinou uma série de medidas que deverão ser mantidas para assegurar o atendimento de qualidade nas unidades de Saúde da capital à população cuiabana e visam justamente impedir o retorno do sistema ao caos verificado há um ano.

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Construções inabitadas em APP e área pública são demolidas por irregularidades

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A Prefeitura de Cuiabá realizou nesta quinta-feira (16) uma ação de demolição de edificações não habitadas construídas irregularmente em área destinada a equipamento comunitário e em Área de Preservação Permanente (APP), no bairro Parque Cuiabá. A operação foi liderada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), com apoio da Secretaria Municipal de Segurança Pública e da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras.

Durante a ação, foram retirados entulhos e restos de materiais de construção descartados de forma irregular. Entre as estruturas demolidas está a extensão de uma marmitaria construída nos fundos do imóvel, em área pública destinada a equipamento comunitário. O estabelecimento havia sido embargado em novembro do ano passado. Em outro local, foi identificado furto de energia elétrica, sendo acionada a concessionária Energisa para as providências cabíveis.

De acordo com a agente de regulação e fiscalização Cristiane Almeida, a ação atende a uma recomendação do Ministério Público, que cobrou do município providências diante da ocupação irregular da área pública. “É uma área pública municipal destinada a equipamento comunitário e dentro dela tem uma área de preservação permanente. O Ministério Público cobrou o município porque o local estava sofrendo ação de invasores, com descarte de entulho e construção irregular. Estamos fazendo a retirada e a limpeza do espaço”, explicou.

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Segundo ela, em vistoria anterior foram constatadas cerca de 35 edificações erguidas em área de equipamento comunitário e APP, algumas habitadas e outras ainda em construção. Nesta etapa, a demolição ocorreu apenas em obras inacabadas, totalizando entre seis e oito estruturas. As construções com moradores deverão ser alvo de medidas judiciais posteriores.

Ainda durante a operação, uma distribuidora instalada em área pública foi interditada. O proprietário já havia sido notificado e há decisão de primeira instância determinando a demolição.

O secretário adjunto de Regulação e Fiscalização da Sorp, Robson Pereira dos Santos, destacou que a ação é continuidade de um trabalho iniciado anteriormente com a lavratura de autos de infração e notificações.

“Fizemos a primeira ação com autos de infração e notificações, dando ciência da ocupação irregular desses moradores e comércios. Hoje estamos finalizando com a demolição, resgatando esses espaços públicos para o município. Além de ser uma área destinada a equipamento comunitário, também há uma área de preservação de um córrego que passa ao lado. Estamos tentando recuperar esse espaço para a cidade”, afirmou Robson Pereira.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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