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Emanuel Pinheiro será investigado pela Polícia Federal por disseminar Fake News

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O prefeito de Cuiabá e candidato à reeleição Emanuel Pinheiro será investigado pela Polícia Federal por disseminação de Fake News. Conforme o pedido de instauração de Inquérito Policial recebido nesta segunda-feira (23.11), Emanuel responderá por campanha difamatória, caluniosa e injuriosa contra o candidato Abílio Jr.
“Até onde vai a maldade, vai o desrespeito de uma campanha eleitoral? Até onde pode vir a mentira para destruir a moral das famílias das pessoas? Eu, igual a você, estou indignado com a falta de pudor dessa turma. A falta de respeito com a minha família, com a minha igreja, com a minha fé”, disse Abílio em suas redes sociais.
Na última semana, diversos vídeos contra Abílio começaram a circular na internet sendo que um deles acusa o candidato de desviar materiais de construção da Igreja Assembleia de Deus e usar isso para reformar sua casa.
“Emanuel, respeite as pessoas. Vamos fazer o debate no campo político e não seja um covarde que ataca as pessoas através de mentiras e fake news para tentar defender uma gestão corrupta, para tentar defender um vídeo de paletó que até hoje você não explicou”, expôs Abílio.
De acordo com a defesa de Abílio e Wellaton, patrocinada pelo advogado Alexandre César Lucas, os materiais divulgados ultrapassaram a crítica política. “Isso é inaceitável no campo do bom debate e no exercício democrático dos atos de campanha. As Fake News promovidas pelos apoiadores do Emanuel Pinheiro se estenderam à vida pessoal, aos familiares e até à religião de Abílio. A internet não é terra de ninguém e os responsáveis responderão por isso sim”, argumentou.
De acordo com Alexandre, a consistência do material entregue à Polícia Federal, e que ensejou a instauração do Inquérito Policial, comprova que foram cometidos crimes previstos nos artigos 138, 139 e 140 do Código Penal Brasileiro.

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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