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Em visita ao Araguaia governador destaca projetos para o desenvolvimento do turismo na região

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Por Nayara Cristina

O governador Mauro mendes (DEM), está durante este final de semana em viagem ao Araguaia, para debater com as instituições o desenvolvimento econômico e os investimentos em infraestrutura da região.

Durante essa sexta-feira (23.07), em Querência, juntamente com o prefeito Fernando Gorgem, o governador entregou 18 km de asfalto novo na MT 109, deste 10,8 km de asfalto na rodovia que dá acesso ao assentamento Pingo D`Água e 7,7 km do Rodoanel, e lançou uma parceria com o prefeito para asfaltar 41,2 km da MT 110, entre o rio Tanguro até o entroncamento da MT 243. Os investimentos serão na ordem de 35,7 milhões de reais

Durante este  Sábado (24.07), o governador esteve em no município de Luciara entregando sestas básicas aos moradores de baixa renda, que por conta da pandemia do Covid-19 vivem em extremas dificuldades.  Após várias ações no município o governador seguiu de barco, em travessia pelo Rio Araguaia até São Felix do Araguaia.

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O Araguaia que já foi conhecido como “Vale dos Esquecidos”, tem um grande potencial turístico, segundo o governador, e que existe uma saída para o desenvolvimento da economia local tanto de Luciara quanto de São Felix do Araguaia. Para isso alguns investimentos  precisam ser feitos, entre eles; seria estruturar as Orlas, e desenvolver a pesca esportiva, a ideia é deixar a região mais confortável e atrativa aos turistas. “Vamos estruturar melhor estes locais, para que sejam referencia no ecoturismo do Brasil e do mundo”. Disse o governador.

O governador comentou também sobre os investimentos estruturantes que já estão sendo feito para o desenvolvimento do Araguaia, entre eles estão a construção de asfalto novo, a restauração da ponte Rio das Mortes. E destacou também o apoio do legislativo estadual e da bancada federal para o trabalho na região.

Veja os vídeos da travessia de barco realizada pelo governador:👇

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AGRONEGÓCIOS

“Fim do Fethab 2 reflete nos investimentos de infraestrutura, logística estabilidade econômica em MT” diz Max Russi ao citar momentos de contribuição e dificuldades do Agro, VEJA O VÍDEO

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por Nayara Cristina

A decisão de encerrar a cobrança do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (FETHAB 2) a partir do próximo ano marca uma inflexão importante na política econômica de Mato Grosso e sinaliza um novo momento de maturidade fiscal e estrutural do estado. O tema ganhou força após articulações conduzidas pelo vice-governador Otaviano Pivetta junto à classe empresarial do agronegócio, em uma série de reuniões e diálogos diretos com lideranças do setor produtivo.

Nos bastidores, a sinalização de Pivetta foi clara: o Estado não pretende mais sustentar a infraestrutura com base em contribuições extraordinárias. A fala, segundo relatos de participantes dessas discussões, ocorreu em tom de segurança fiscal e confiança na capacidade atual de investimento do governo, indicando que Mato Grosso já atingiu um nível de organização que permite abrir mão do adicional do fundo sem comprometer obras e serviços.

Criado como mecanismo emergencial para financiar obras estruturantes, o adicional do FETHAB incidiu principalmente sobre a produção agropecuária e, ao longo dos últimos anos, movimentou cifras bilionárias. Embora os valores variem conforme a produção e o mercado, estimativas baseadas na arrecadação recente indicam que o fundo — especialmente em sua modalidade adicional — representa algo entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão por ano.

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Com o fim da cobrança, a renúncia fiscal projetada é significativa. Em um horizonte de três a quatro anos, o Estado pode deixar de arrecadar entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões, considerando um cenário conservador. Ainda assim, a avaliação interna do governo é de que o impacto é absorvível diante do equilíbrio das contas públicas e do avanço já consolidado na infraestrutura estadual.

A recepção por parte do setor produtivo foi, majoritariamente, positiva. Produtores e representantes do agronegócio interpretaram o posicionamento como um gesto de reconhecimento ao momento econômico enfrentado pelo campo, marcado por custos elevados, crédito mais restrito e margens pressionadas. Ao mesmo tempo, a medida foi vista como um reforço na previsibilidade e na segurança jurídica — fatores considerados estratégicos para novos investimentos.

Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, o encerramento do FETHAB 2 reflete exatamente esse novo estágio vivido pelo estado. Segundo ele, não há perspectiva de que o tema avance no Legislativo sem uma iniciativa formal do Executivo.

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“O projeto não deve sequer chegar à Assembleia para prorrogação. Esse debate só existiria se houvesse interesse do governo, e isso teria que acontecer ainda este ano”, afirmou.

Max Russi também destacou que a retirada do fundo dialoga com o atual cenário do setor agropecuário e com os avanços já alcançados na infraestrutura. Para o parlamentar, Mato Grosso conseguiu transformar os recursos arrecadados em obras concretas, como pavimentação de rodovias e estruturação de corredores logísticos, criando uma base sólida para sustentar o crescimento sem a necessidade de manter cobranças adicionais.

O fim do FETHAB 2, nesse contexto, consolida uma mudança de modelo: de um estado que dependia de fundos extraordinários para acelerar investimentos para outro que passa a operar com planejamento de longo prazo, equilíbrio fiscal e maior capacidade de atração de capital privado. O desafio, a partir de agora, será manter o ritmo de expansão da infraestrutura diante da renúncia bilionária, sem comprometer a competitividade que colocou Mato Grosso como protagonista do agronegócio nacional.

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