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Deputada Janaina Riva tem sua casa arrombada por assaltantes na madrugada bandido é preso

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A deputada estadual Janina Riva (MDB) teve sua casa arrombada por assaltantes na madrugada desta terça-feira 24.

Mesmo com agressividade ninguém ficou ferido, as câmeras de segurança na casa da deputada flagraram o momento da invasão, os bandidos usaram um controle remoto que possibilitou a entradas.

Na casa estava também o empresário Diógenes Fagundes, filho do senador Wellington Fagundes (PR) esposo da deputada.

De acordo com as vitimas a ação dos bandidos durou cerca de 10 minutos, e em seguida fogiram do local levando dinheiro em espécie e um Iphone de um das vítimas. O valor roubado e recuperado passa de 41 mil reais segundo as informações.

Veja aqui o vídeo no momento da invasão:

Um levantamento realizado pela Polícia Militar possibilitou identificar que na região no momento do assalto havia um usuário de e tornozeleira eletrônica, pela localização do aparelho colocado em Weslei Tiago Arruda da Silva possibilitou sua identificação na região, e no momento do crime.

O Iphone das vítimas foi rastreado e encontrado em um terreno baldio no bairro Pascoal Ramos. O celular foi encaminhado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

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A inteligência do 10 bpm iniciou o monitoramento, na parte da manhã, onde  desta terça-feira  os policiais informaram que um dos suspeitos estava no bairro doutor Fabio 2, rua 39, casa 20, diante disso com o apoio das demais guarnições, deslocamos para o local, no adentramento o suspeito Wesley Tiago arruda da Silva tentou evadir das guarnições porém foi capturado em seguida, na residência foi localizado uma quantia em dinheiro oriundo do roubo , outros três suspeitos também foram presos.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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