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Cuiabá promove mutirão para retirar fios soltos e cabos abandonados em avenida

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Ana Paula Figueiredo

Ação faz parte da “Operação Telefone sem Fio” e contará com apoio da Prefeitura e Energisa MT para aumentar segurança e reduzir riscos à população

 

Um mutirão para remoção de fios soltos e cabos abandonados nos postes da Avenida das Palmeiras, no bairro Recanto dos Pássaros, em Cuiabá, será realizado neste domingo (23), a partir das 8h. A iniciativa faz parte da “Operação Telefone sem Fio”, conduzida pela Energisa MT, com apoio da Prefeitura de Cuiabá, por meio das secretarias de Ordem Pública (Sorp), Mobilidade Urbana (Semob) e Segurança Pública.

Segundo a secretária de Ordem Pública, Juliana Palhares, a operação visa reduzir a poluição visual e os riscos à segurança da população, reforçando que a atuação na avenida não substitui a responsabilidade da Energisa em outros pontos da cidade.

O Procon Municipal também estará de plantão no domingo para receber reclamações relacionadas à interrupção de serviços de internet, pelo WhatsApp ou telefone fixo (65) 3641-6400. De acordo com a secretária-adjunta Mariana Almeida Borges, os consumidores que tiverem o serviço cortado após o prazo dado às empresas de telecomunicação devem registrar reclamação, já que a responsabilidade pelo corte é da operadora.

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A operação começou com a notificação das empresas de telecomunicação, pela Energisa, para regularização do uso dos postes, e as operadoras tiveram cerca de um mês para adequar as redes.

Para o engenheiro da Energisa MT, César Seixas Salomão, o trabalho conjunto com a Prefeitura é fundamental para identificar pontos críticos, executar intervenções seguras e reduzir riscos à população, além de evitar interferências na rede elétrica e garantir uma cidade mais segura e organizada.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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