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CPI da Telefonia é instalada e relatores são escolhidos

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Por Janaira Soares

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Telefonia se reuniu pela primeira vez nesta quinta-feira (9) para dar início à investigação. Na reunião foram escolhidos o vice-presidente e o relator. Presidida pelo deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), o deputado Drº Eugênio (PSB) ficou responsável pela relatoria e Juca do Guaraná (MDB) será o vice-presidente e também responsável pela sub-relatoria da investigação no âmbito da baixada cuiabana.

Também são membros da CPI, os deputados Carlos Avallone (PSDB) e Faissal Calil (Cidadania). A comissão terá um prazo de 180 dias podendo ser prorrogado pelo mesmo período. A próxima reunião acontecerá no dia 16 de março.

“O serviço de telefonia deixou de ser uma questão de conforto e passou a ser necessidade diária e as operadoras não estão cumprindo com o que é estabelecido em contrato. As coisas acontecem via internet e Mato Grosso com dimensão continental, não tem cobertura de telefonia e internet que é imprescindível”, ressaltou Diego Guimarães.

Todos os deputados membros da CPI relataram que diariamente recebem reclamações da falta de sinal em vários municípios. “No Araguaia é triste a realidade de quem precisa se comunicar”, lembrou Drº Eugênio. O deputado Carlos Avallone também ressaltou que tem recebido reclamações e que o próprio destinou emenda para implantação de antenas em alguns distritos e mesmo assim não foi oferecido sinal para a região, como por exemplo em Bom Jardim, distrito de Nobres.

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A CPI será auxiliada pela Procuradoria Geral da Casa de Leis e também fará o trabalho em conjunto com a Defensoria Pública do Estado, Ministério Público e Procon.

 

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

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Otaviano Pivetta endurece regras no sistema prisional e veta visitas íntimas para condenados por feminicídio, estupro e pedofilia em MT

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por Nayara Cristina

O governador em exercício Otaviano Pivetta sancionou uma nova lei que endurece o tratamento a presos condenados por crimes de extrema gravidade em Mato Grosso. A norma, publicada nesta terça-feira (15), proíbe visitas íntimas a detentos com condenação definitiva por feminicídio, estupro e pedofilia em todas as unidades do sistema penitenciário estadual.

A nova legislação, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho, estabelece que a restrição vale exclusivamente para condenados com sentença transitada em julgado — ou seja, quando já não há possibilidade de recurso. A medida atinge diretamente autores de crimes marcados pela violência extrema, especialmente aqueles praticados contra mulheres, crianças e adolescentes.

Pelo texto sancionado, visita íntima é caracterizada como o encontro realizado em ambiente reservado, sem acompanhamento direto dos agentes penitenciários, em espaço fechado e com a presença exclusiva do preso e do visitante. A partir da entrada em vigor da lei, esse tipo de benefício passa a ser expressamente proibido para os condenados enquadrados nas condutas previstas.

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Apesar do endurecimento, a norma mantém o direito às visitas sociais, asseguradas pela Lei de Execução Penal. Esse tipo de visita continua permitido em espaços apropriados dentro das unidades prisionais, com supervisão dos servidores e dentro dos protocolos de segurança já existentes.

A sanção ocorre em meio ao debate nacional sobre o fortalecimento das políticas de proteção às vítimas de violência e o aperfeiçoamento das regras de execução penal. Com a nova regra, o governo de Mato Grosso reforça um posicionamento de maior rigor no enfrentamento a crimes que causam forte impacto social e amplia o recado institucional de intolerância à violência contra os grupos mais vulneráveis.

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