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CPI da Pandemia ouve médica Nise Yamaguchi, nesta terça-feira

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A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia Covid-19 , ouve nesta terça-feira (01.06) a médica Nise Yamaguchi, oncologista e imunologista, e diretora do Instituto Avanços em Medicina, de São Paulo. Ela defende o chamado “tratamento precoce” para a covid-19. O depoimento da médica Nise na CPI da Pandemia, atende pedido do senador Eduardo Girão (Podemos-CE).

O depoimento da médica também atende a pedido do senador Marcos Rogério (DEM-RO). Ela foi citada em vários depoimentos como “conselheira paralela” de Jair Bolsonaro pelo ex-ministro Luiz Henrique Mandetta e o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o militar da ativa da Marinha Antonio Barra Torres. Funcionária do Hospital Israelita Albert Einstein, a médica Nise Yamaguchi tem 62 anos e foi cotada para assumir o Ministério da Saúde em diferentes oportunidades na gestão Jair Bolsonaro. Ela se tornou popular em grupos de apoiadores do presidente. Em congressos e entrevistas, ela defendeu que cloroquina e a ivermectina atuam de forma a impedir a multiplicação do novo coronavírus nas células. A tese é refutada pela comunidade científica internacional, que não encontrou evidência de benefícios em diversos estudos realizados.

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Suspensão

Em julho de 2020, ela foi suspensa pelo Hospital Albert Einstein por fazer uma analogia entre o pânico da pandemia e o Holocausto – como é conhecido o genocídio de 6 milhões de judeus na Segunda Guerra Mundial.

“Você acha que alguns poucos militares nazistas conseguiriam controlar aquela massa de rebanho de judeus famintos se não os submetessem diariamente a humilhações, humilhações, humilhações…”, disse a médica. Após a entrevista ser publicada, ela se desculpou.
A CPI da Pandemia também ouvirá na quarta-feira (02.06), em audiência pública, médicos e pesquisadores contra e a favor do uso de drogas como a cloroquina no “tratamento precoce” contra a covid-19. O encontro está marcado para as 9h.

O depoimento de Nise Yamaguchi à CPI da Pandemia está marcado para começar as 9h, desta terça-feira. Acompanhe ao vivo pela TV Senado. Link: https://youtu.be/IEUI0N8X0mE

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Ministério da Justiça e Segurança Pública notifica Google e Apple sobre aplicativos de bets ilegais

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Brasília – 18/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) enviou ofícios à Google Brasil e à Apple, nesta sexta-feira (17,) solicitando esclarecimentos sobre a disponibilização de aplicativos de apostas ilegais — os chamados bets — em suas respectivas lojas virtuais, a Play Store e a App Store, sem autorização do Ministério da Fazenda.

Os Ofícios nº 455 e nº 456/2026, assinados pelo Secretário Nacional de Direitos Digitais e pelo Secretário Nacional do Consumidor, foram produzidos a partir de monitoramento de rotina da Coordenação-Geral de Classificação Indicativa da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (SEDIGI).

O levantamento identificou, em caráter preliminar, inúmeros aplicativos disponíveis para download que aparentemente promovem, ofertam ou viabilizam o acesso a apostas de quota fixa e outras modalidades lotéricas sem autorização regulatória emitida pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

De acordo com os ofícios, os aplicativos identificados não estão sequer dissimulados sob o pretexto de outras funcionalidades, sendo encontrados com facilidade por meio de termos de busca simples, como a expressão “jogo do Tigrinho”. Exemplos dos aplicativos levantados constam nos anexos dos documentos.

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O Ministério aponta que as condutas identificadas, em juízo preliminar, contrariam a legislação de proteção dos direitos da criança e do adolescente na internet — especificamente o art. 6°, inciso IV, da Lei nº 15.211/2025 — e o Código de Defesa do Consumidor (arts. 10, 18 e 39, inciso IV), podendo resultar em responsabilização solidária de toda a cadeia de fornecedores. Destaca-se ainda o art. 21 do Decreto 12.880/ 2026, que regulamenta o ECA Digital e determina expressamente que lojas de aplicações e sistemas operacionais devem impedir a disponibilização de produtos ou serviços que promovam acesso a loterias não autorizadas pelos órgãos competentes.

As empresas notificadas devem apresentar esclarecimentos circunstanciados e acompanhados de documentação comprobatória sobre as políticas internas aplicáveis à distribuição de aplicativos de apostas; os procedimentos de triagem prévia adotados para verificar autorizações regulatórias e mecanismos de verificação de idade; e uma relação nominal atualizada de todos os aplicativos das categorias Loterias, Apostas, Cassino, Bets e correlatas atualmente disponíveis para usuários no Brasil, com indicação do desenvolvedor responsável, classificação indicativa e autorização regulatória declarada.

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O Ministério ressalta que a lista oficial das operadoras de apostas de quota fixa regularmente autorizadas no âmbito federal é mantida pelo Ministério da Fazenda e está disponível para consulta pública em gov.br/fazenda (acrescentar link), o que torna a verificação da regularidade dos aplicativos uma providência de baixa complexidade operacional.

Os ofícios têm natureza informativa e instrutória, não constituindo, por si sós, aplicação de sanção. Contudo, as respostas apresentadas — ou sua ausência — poderão permitir a instauração de procedimento administrativo próprio.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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