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Kalil Baracat projeta avanços na cultura várzea-grandense

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Várzea Grande tem aeroporto, bons hotéis, restaurantes e muita arte. Elementos importantes, segundo o candidato, para o fortalecimento da produção cultural, visando à geração de emprego e distribuição de renda.

Da Assessoria

Buscando ampliar as conquistas da atual gestão da prefeita Lucimar Campos (DEM) em torno da valorização da identidade cultural do várzea-grandense, o candidato a prefeito pela coligação “Amor por Várzea Grande – MDB, DEM, PSDB, PP, PL e PC do B” – quer ampliar os atendimentos realizados pela “Casa de Artes” durante sua gestão.

Desde o início do atual governo, a “Casa de Artes” implementou os cursos de Violão, Corte e Costura, Pintura em Tela, Rede no Tear, Bordado, Tricô e Crochê, Pintura em Tecido, Manicure e Pedicure Básico, Alongamento de Unhas e outras técnicas, além de Aulas de Balé para crianças a partir de 4 anos. “Como várzea-grandense legítimo que sou, não poderia deixar de ter um olhar sensível e humano às nossas tradições. A cultura será uma de nossas marcas”, observou.

À exemplo disso, a gestão atual solicitou a avaliação para o reconhecimento das redes de Limpo Grande como patrimônio cultural brasileiro junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “A arte do tear é transferida de geração em geração. Se não desenvolvermos políticas públicas de estímulo à produção local, perderemos nossa própria identidade”, pontuou Kalil.

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Com raízes profundas fincadas em solo várzea-grandense, Kalil é fruto de uma árvore genealógica cuja tradição política resulta em serviços prestados à cidade. Neto de Sarita Baracat, primeira mulher eleita prefeita do Município, e de Cabloco, ex-vereador, além de filho do ex-vice-prefeito Nico, o candidato é um amante da cultura local.

Kalil ressalta um dos locais mais lindos e visitados da cidade de Várzea Grande; a famosa “Rota do Peixe” que passa pelos Distritos da Praia Grande, Pai André, Souza Lima, Bom Sucesso, Limpo Grande e Passagem da Conceição. “É exatamente na Comunidade de Bonsucesso que nasceu a cidade de Várzea Grande em 1823. Aqui temos uma culinária incrível, tem Siriri e Cururu, além da tradicional rapadura de cana”.

A “Casa de Artes” possuiu cerca de 158 artistas cadastrados, que expõem e comercializam seus produtos no espaço. Toda a renda adquirida com a venda dos objetos é 100% revertida aos artistas. O espaço é mantido pelo Município. “O turismo gera emprego e distribui renda à comunidade. Temos um aeroporto em nossa cidade. Bons hotéis. Vamos criar mecanismos de estímulo à produção cultural. Várzea Grande tem identidade própria. E ela será valorizada na nossa gestão”, concluiu Kalil.

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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JB News

pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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