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Centro de Vacinação do Ministério da Saúde aplica mais de mil doses em dois meses de funcionamento

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Em seus primeiros meses de funcionamento, o Centro de Vacinação Viviane Rocha de Luiz aplicou 1.190 doses de vacinas em cidadãos que passaram pela Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). Foram 710 aplicações em agosto e 480 em setembro. O imunizante contra a covid-19 foi o mais procurado, representando 31,7% do total.

Instalado de forma permanente no subsolo do bloco O do Ministério da Saúde, o Centro está aberto para a população em geral. A iniciativa amplia o acesso à imunização para adolescentes, adultos, gestantes e pessoas idosas de qualquer região do Brasil e do exterior, fortalecendo as ações de prevenção em saúde.

Até agora, a procura pelo serviço foi maior entre mulheres, que representaram 758 das doses aplicadas, ou seja, 63,7% do total, enquanto os homens corresponderam a 36,3%.

Segundo a enfermeira Emelise Gobbi Otilia, coordenadora do Centro, o resultado superou as expectativas iniciais, embora ainda haja espaço para crescimento. “Temos capacidade para atender mais de mil usuários por mês, mas é preciso superar desafios como o desconhecimento da população sobre a disponibilidade do serviço no Ministério da Saúde”, explica.

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Entre as vacinas aplicadas, destacam-se os imunizantes contra influenza (261 doses), hepatite B (217 doses) e difteria e tétano (126). Também foram administradas vacinas contra febre amarela (73 doses), tríplice viral (84), tríplice bacteriana acelular para adultos (33) e HPV (16). Já a vacina contra varicela (catapora) foi aplicada duas vezes e a de pneumococo, uma.

Para ser atendido(a), não é necessário agendamento prévio, basta apresentar documento de identificação com foto. É possível atualizar todas as vacinas de uma só vez, exceto em casos de comorbidades específicas.

O Centro reafirma o princípio da universalidade do SUS. Pessoas de outros estados ou países que estejam em Brasília — residentes ou de passagem — também podem se vacinar. A unidade integra a rede de imunização do Distrito Federal, em parceria do Ministério da Saúde com a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). O serviço respeita o calendário estipulado pelo governo local e está sujeito a variações na disponibilidade de imunizantes.

Serviço

Centro de Vacinação Viviane Rocha de Luiz
Local: Ministério da Saúde – Bloco O, subsolo (entradas pela via N2 e pela portaria principal na Esplanada dos Ministérios)
Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h (aberto no horário de almoço)

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Thaís Ellen S. Rodrigues
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Ministério da Saúde envia mais 2,2 milhões de doses contra Covid-19 e mantém estoques garantidos no país

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Nesta semana, o Ministério da Saúde enviou mais 2,2 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal, garantindo estoque suficiente para atender às demandas regionais. Com essa entrega, o total de doses distribuídas pela pasta nos primeiros meses deste ano chega a 6,3 milhões. Os estoques estão garantidos em todo o país.

As vacinas ofertadas pelo SUS são as mais atualizadas contra as cepas em circulação e seguem recomendadas de forma prioritária para os grupos mais vulneráveis. “As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.

O Ministério da Saúde mantém estoque para atender todo o país. A distribuição das doses às unidades de saúde e a organização da logística local são de responsabilidade dos estados e municípios, que gerenciam seus estoques, controle de validade e aplicação das doses.

O envio é feito por meio de pauta automática, baseada em critérios como estimativa da população-alvo e o número de doses aplicadas. Estados podem formalizar solicitações adicionais caso identifiquem necessidades excepcionais. Quando acionado, o Ministério realiza o envio de mais doses.

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Abastecimento contínuo em todo o país

Entre janeiro e março de 2026, o Ministério da Saúde enviou 4,1 milhões de doses aos estados, com 2 milhões já aplicadas. A nova remessa, com mais 2,2 milhões de doses enviada nesta semana, dá continuidade ao envio regular e se soma aos estoques regionais para crianças e adultos, reforçando a estratégia de ampliação da cobertura vacinal.

A distribuição é feita pelo Ministério da Saúde diretamente às secretarias estaduais de saúde (SES), responsáveis pela logística de recebimento e distribuição das doses aos municípios.

Quem deve se vacinar?

  • O esquema de vacinação contra a Covid-19 no Brasil segue diretrizes atualizadas, estruturadas conforme faixa etária e condições de saúde, com foco na proteção dos grupos mais vulneráveis:
  • Idosos (a partir de 60 anos ou mais): duas doses, com intervalo de 6 meses entre elas;
  • Gestantes: uma dose a cada gestação, em qualquer idade e fase gestacional, respeitando intervalo mínimo de 6 meses desde a última dose;
  • Crianças (6 meses a menores de 5 anos): esquema básico de duas ou três doses, conforme o imunizante;
  • Pessoas imunocomprometidas (a partir de 6 meses de idade): esquema básico com três doses e recomendação de doses periódicas (uma dose semestral, com intervalo mínimo de seis meses);
  • População geral (5 a 59 anos): uma dose para pessoas não vacinadas anteriormente.
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A estratégia de vacinação também contempla outros grupos especiais, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a proteção em dia.

Cenário epidemiológico

A Covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2, com potencial de agravamento, especialmente em grupos de maior risco, podendo evoluir para óbito. Em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal (SG) por Covid-19. Também foram notificados 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 4,7% por Covid-19 (1.456 casos), com 188 óbitos de SRAG por Covid-19.

Diante desse cenário, a vacinação continua sendo a principal forma de proteção. As vacinas oferecidas gratuitamente pelo SUS são seguras e eficazes para prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos. Por isso, é fundamental manter o esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.

Marcela Motta
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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