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Cadastro para edital Pró-Amazônia 2025 pode ser feito até 30 de janeiro

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Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs) interessadas em concorrer aos recursos da chamada pública Infraestrutura para a Amazônia Legal — Pró-Amazônia 2025 devem ficar atentas ao prazo: o cadastro básico da pessoa jurídica e o envio dos documentos institucionais na Plataforma de Apoio e Financiamento da da Financiadora de Estudos e Pesquisas (Finep) se encerram em 30 de janeiro, às 17h. Essa etapa é obrigatória para a submissão de propostas ao edital, que conta com R$ 150 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). 

Lançada pela Finep, agência de fomento vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a chamada pública tem como objetivo apoiar a expansão e a interiorização da infraestrutura de pesquisa científica e tecnológica na Amazônia Legal.  

O presidente da Finep, Luiz Antônio Elias, ressaltou o compromisso da agência com a agenda Amazônia Legal. “Este edital representa um marco decisivo para desenvolver o ecossistema local, demonstrando nosso compromisso com a construção de um ambiente de renovação robusto e competitivo a nível internacional”, destacou. 

Podem participar ICTs públicas e privadas com CNPJ próprio e sede na Amazônia Legal, atuando como executoras ou coexecutoras. Cada instituição executora poderá submeter até três projetos, em uma ou mais áreas temáticas contempladas. 

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Amazônia Legal
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Os recursos são não reembolsáveis e podem financiar a aquisição de equipamentos e materiais permanentes, bolsas de pesquisa, serviços de terceiros pessoa jurídica, material de consumo, diárias e passagens, além de adaptações físicas de baixa complexidade. Não são financiadas obras complexas, despesas com pessoal nem serviços prestados por pessoa física. Para coexecutoras fora da Amazônia Legal, há restrições específicas quanto a adaptações físicas, bolsas e equipamentos. 

O valor solicitado por proposta deve variar de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões, com prazo máximo de execução de até 36 meses. O processo de seleção inclui análise de habilitação documental e avaliação de mérito, que considera critérios como relevância, impacto, interiorização da pesquisa, qualificação da equipe e viabilidade orçamentária. 

Após a conclusão do cadastro básico e do envio dos documentos até 30 de janeiro, as instituições habilitadas terão até 26 de fevereiro, às 17h, para submeter as propostas completas na plataforma da Finep. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site financiamento.finep.gov.br. 

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Encontros presenciais 

Como parte da divulgação da chamada pública Infraestrutura para a Amazônia Legal — Pró-Amazônia 2025, a Finep tem promovido encontros presenciais abertos ao público para orientar as ICTs interessadas em participar do edital. Na manhã desta quarta-feira (28), a agência promoveu uma apresentação em Belém (PA), na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), com explicações sobre regras, prazos e etapas de inscrição. 

A programação segue na sexta-feira (30), às 10h, em Palmas (TO), na Fundação de Apoio Científico e Tecnológico do Tocantins (FapTO). O encontro vai detalhar os critérios da chamada, apresentar o funcionamento da Plataforma de Apoio e Financiamento da Finep e esclarecer dúvidas sobre a submissão de propostas. A iniciativa busca ampliar o acesso à informação, estimular a participação de instituições da região e apoiar projetos voltados à expansão da infraestrutura de pesquisa científica e tecnológica na Amazônia Legal. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Programa Futuras Cientistas amplia acesso de meninas a laboratórios e centros tecnológicos

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Em janeiro, Aline Vitória Almeida de Aquino, de 17 anos, viveu uma experiência que vai marcar a sua juventude. Graças ao Programa Futuras Cientistas, ela participou de atividades práticas em laboratórios de universidades e centros tecnológicos de referência no País, assistiu a palestras de cientistas e pesquisadores renomados e fez parte de ações presenciais e remotas sobre ciência, tecnologia, engenharia e matemática.  

A estudante foi uma das 470 meninas do 2º ano do Ensino Médio que participaram da iniciativa do Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). “Nós aprendemos muito sobre ferramentas, motores e biodiesel, um combustível extraído de plantas oleaginosas que não agride tanto o meio ambiente como os derivados do petróleo”, destacou.  

Quando se formar, ela quer seguir na engenharia mecânica. É uma área com a qual Aline Vitória Almeida de Aquino sempre se identificou e que, agora, tendo maior contato com profissionais que já atuam no mercado, ganhou mais motivação para estudar cada vez mais e passar no vestibular no ano que vem. Esse, inclusive, é um dos principais objetivos do programa: estimular o interesse e promover a participação de meninas nas áreas de ciência e tecnologia. 

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Durante o período do programa, que se encerra nesta sexta-feira (30), ela desenvolveu um trabalho em grupo, sob a tutoria da professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco Andrezza Carolina Carneiro Tomás, doutora em mecânica. “É um desafio ser mulher em qualquer área profissional, principalmente nas exatas, mais ainda especificamente na engenharia mecânica”, avalia. Elas trabalharam em cima do tema Sustentabilidade em Movimento — Avaliando o Impacto do Biodiesel em Motores Diesel. 

A ministra do MCTI, Luciana Santos, participará da cerimônia de encerramento do programa na sexta-feira. O evento será a partir das 9 horas, no auditório do Salão Nobre da Universidade Federal Rural de Pernambuco. 

Programa Futuras Cientistas 

A Imersão Científica 2026 começou em 5 de janeiro e teve 80 horas de atividades ao longo do mês em todas as regiões do Brasil. A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, na Universidade Federal Rural de Pernambuco. As participantes selecionadas recebem auxílio financeiro de R$ 300, concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além de um kit com materiais para experimentos científicos. 

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Criado em 2011, o Programa Futuras Cientistas já impactou centenas de jovens em todo o País, ampliando o acesso de meninas e professoras do Ensino Médio público à ciência, tecnologia e inovação. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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